Faz frio de gelar ossos.
E eu lutando contra meu tempo perdido.
Contra não poder fazer o que quero e como quero.
Essa coisa de não ser dona de nada, nem do meu nariz – tão pequeno e arrogante.

Ah…
Querer fugir da rotina, das obrigações e de tudo o que nos desagrada.
Voltar a ser gato preto miando em muro alheio.

Não, não há tristeza. Não há melancolia.
Só não há tempo.
E eu não sei como lidar com isso.

Poeira.

Escrito por anapessoa

Deixe um comentário