Ana, Ana, Ana, Ana, Ana

Saio de casa (apressada).
A cadelinha vidente se recusa a comer.
Regras e rotinas grudadas na geladeira.
Corretores correi.
Corri.

10h30, CEO.
12, sócias (novas).
14h30, uma conversa.
Táxi adorável este que me trouxe.

Amanhã, demissões.
Sindicato.
Tudo tão centro de São Paulo que dá vontade de ficar.

Volto com o coração aos pulos.
Barrancos.
Não tiro a maquiagem.
Ando na praça.
Falo, falo sem parar.

Era tudo isto mesmo que eu queria de volta
(…)

Escrito por anapessoa

Um comentário para “Frescor”

  1. satie disse:

    (…) com um copo de vodka

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