23 jul

labuenaonda

Depois de um vôo tranquilo e pouco sono, cheguei a DF. Fila para carimbar mil papéis, incluindo um que garantia eu não estava sentindo nenhum sintoma da gripe A. Enquanto isso, a cachorrada cheirando minha bagagem. Espero que eles gostem de Mac e Clinic.

O trânsito aqui é uma coisa SP. E o bairro onde estou, uma cara Berrini misturada com Interlagos. O evento do dia foi no coração da cidade. Numa vila ao estilo espanhol feita para receber múltiplas festas – o que significa velhas super plastificadas, habitantes típicas com vários quilos a mais e muito, muito decote + engravatados e gringos. Jardins super lindos =  ponto a favor. Comida farta, farta… Gente, eu acho que como muito – mas perto dos mexicanos sou uma francesinha. E comem muito e com muito pão e muita manteiga e, claro, muita pimenta, muita pimenta… Fartura total.

Como aqui são duas horas menos, e se almoça às 3 da tarde, fui prevenida. Fiz uma boquinha no hotel e não almocei com a galera…

Engraçado foi o taxista que me pegou no aeroporto. Adora música brasileira, saca tudo de futebol – dos 70 até hoje. Resultado: fui falando de Rivelino, Tostão, Zico e Kaká e conhecendo a cidade ao som de Águas de Março, de Madalena e outras músicas. Divertidíssimo. Uma viagem e tanto.

O evento esteve bacana, deu tempo de fazer um pit stop para comprar um regalito para o Fred (afinal os próximos dias são agitados) e, depois de muito trânsito e calor intenso (e o povo achando a brisa fresca) caiu uma chuva de granizo fenomenal – algo que nunca vi da vida. Fui me arrastando até o hotel, tomei uma mini-sopa de  não sei o quê e desmaiei…

Hoje o evento é às 8h30 da manhã! Socorro!!!

Abaixo, duas fotos para ilustrar minha visita: Santa Fé, a Berrini mexicana. E o local típico onde foi o evento: Hacienda de los  Morales…

Santa_fe1mxcima_comedor

Escrito por anapessoa

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