

O blog hoje está mundano.
É que ontem fui abalroada pela ilha de Caras e foi hilário.
Momento UNIQUE
Fui a um show do Seu Jorge (não gosto das músicas dele, mas acho a figura intrigante) interpretando músicas de Michael Jackson (a-do-ro). O show era pretexto para um leilão de caridade. Era ver para crer.
Na chegada, fui cercada pelos humoristas do Pânico. Pegaram leve na maldade (fizeram piada com meu sapato vermelho – “pisou no tomate?”, com minha jaqueta de couro “você veio de carona com um motoboy”? -, e até disseram que eu me parecia com a Bia Seidl – vindo deles, vai saber o que isso quer dizer). Eu levei na boa. Mas fiquei com medo da grosseria descambar para a baixaria, confesso. Ainda bem que foi light.
Jesus Luz. Um pirralho magrelo nada especial. Decepcionada fiquei com a Madonna…
Show off: políticos, moços com sobrenome de ouro, louras de metro e oitenta, e outros que adoram posar para fotos.
Infra: sei que a comida estava boa, e a bebida não faltava (e minhas piadinhas de bêbada no twitter começam a fazer efeito. Impressionante a máxima de insistir numa mentira até ela virar uma meia-verdade).
Alfinete: todas as mulheres usavam Leger. 90% estavam estragando o bom nome do estilista.
Música: Michael não é para qualquer um. Seu Jorge – que viveu nas ruas por sete anos e que não fala inglês – bem que tentou.
Pelada dá prejuízo
Pegando carona no mundo de fantasia… Não resisto: colunistas de fofoca publicaram hoje que a Playboy que tem na capa a escritora e apresentadora Fernanda Young encalhou nas bancas.
A moça é conhecida pelo ego e auto-estima enormes.
Pela arrogância.
E adora uma polêmica – vulgo marketing.
Como mulher, tenho que opiniar: pior do que ser achincalhada pelo Pânico é pagar o mico de ficar pelada numa revista masculina.
Topar posar para a revista e a revista encalhar…
Fernanda havia explicado que a motivação para aparecer na revista era vingança. Ela diz que sofre de “síndrome de rejeição”.
Pelo visto, a moça vai gastar o dinheirinho que ganhou com a revista no analista…
X versus Y
Ontem, mais uma vez vi o escovado Roberto Justus e seu fiel companheiro, Marcos Quintela.
Quintela é daqueles caras carismáticos.
Pois hoje, novidade: Justus passou passou o bastão. Quintela assumirá a presidência da Young & Rubicam.
Nos anos 80, o moço era magrinho e tinha cara de mano da perifa. Ex-integrante do grupo Dominó, uma cópia tupiniquim do Menudo, disse que tinha apenas uma certeza ao deixar o grupo: nunca mais iria cantar.
Não se deixou atrair pela fama e foi à luta.
Ficou endinheirado ao tornar-se empresário e sócio da apresentadora Eliana.
Justus namorou a apresentadora Eliana. E ficou surpreso ao constatar que, mesmo com uma estrutura muito pequena, o faturamento e os resultados gerados pelo talento da apresentadora e a gestão de Quintela eram enormes. “Chegamos a mais de 350 produtos licenciados em diversos segmentos, muitos dos quais permaneceram anos”, contou Quintela.
Não deu outra: levou Marcos para trabalhar com ele.
Simpático e ralador (dizem que chega cedo, sai tarde, e toca os projetos com uma energia feroz), virou CEO.
Sorte? Acho que a história desse cara resume-se a algo batido: trabalho duro, trabalho muito duro e humildade.
Coisas do Brasil: um cantor de sucesso que foi morador de rua. Um cantor de banda adolescente que assume a presidência de uma grande agência de publicidade.
Aí quando penso na tão falada, estudada e, algumas vezes, admirada geração Y…
(Penso em Fernanda Young)




Post ótimo! (eu te disse que estava ficando viciado…)
Adorei o lance da Young, com aquela arrogância toda, merecia encalhar, na boa!
Mulher que se acha é uma merda… bem, homem também.
Uma mulher como você dizer que o Jesus é um pirralho nada especial, ufa, me faz dormir tranquilo…
… ainda restam esperanças!
Leo, só rindo…
Se quando nossa reserva moral, Alborghetti, era vivo a FY posou nua, o que não acontecerá com o Brasil agora, quando ele levou seu cassetete pro caixão?
“ÔÔÔ, RIO DE JANEIRO DO MEU SACO!”
Apareceu o Margarido!
Olhe, para quem passou a infância em Curitiba vendo o Alborghetti dando cacetada na mesa… Tudo é possível.