6 fev

fazendo merchand

fazendo merchand

Depois de pula-pula no carnaval, momento de auto-indulgência. Estou numa fase totalmente eski-bon. Bom demais!

Pular carnaval em São Paulo… Algo estranho. O bloco é todo organizadinho – tem camiseta para todo mundo, rua com cavaletes de ferro, banheiro químico, decoração, barraquinhas de bebida, UTI móvel, policiamento. No quesito cidadania, 10.

Pausa para um xixi

Pausa para um xixi

A música, superbem escolhida. Marchinhas antigas, todas consagradas.
Mas no quesito bossa e malemolência, zero.
Os caras param para avisar que o bloco vai virar a esquina.
Param para agradecer o pai, a mãe, o patrocinador.
Param!
Gente, carnaval não tem essa de pausa. Começou, meu bem, tem que ir até o fim!

Enquanto isso, o Rio virou outra vez um grande mictório e os blocos arrasam. Que engraçado.
E suspeito que, se juntar, não dá certo. Água e óleo.
Palavras de uma mineira sem pátria que pulou muito carnaval de salão e que ama essa época do ano.

E como estamos em São Paulo, sejamos paulistas.tandoorilicius
Dia agitado hoje, passeio com cachorro, depósito no banco, falhei na busca do melhor açaí, salada de fruta na Padoca, cachorro em êxtase dando pulos no mato da pracinha, pé e mão, corte de cabelo, ingresso de cinema para a manicure, supermercado… Computador, muito reencontro no Facebook, blackberry, um pouco de trabalho…
Adoraram meu vestido-saia indiano trazido de Punta.
Adorei meu novo-velho cabelo a la Farrah.
Perdi um chá de bebê por causa da chuva.
Casa! E acabou – meu carro ficou preso na garagem…
Pedi – pela internet – comidinha do Tandoor. Eles trouxeram um forno tandoori da Índia e a comida é uma maravilha! Tem anos que não vou lá, mas arrumei um clima em casa. Vela de citronela (para espantar mosquito), flores (rosinhas caipiras), mesa posta, bebida com gelinho.
Samosas, daal masala e outras delícias. Cervejinha, livrinho e cama.
Chega de festa porque a tia aqui tem mais de trinta!

Ah! Alguém leu “A” notícia do dia?

“Três caixas de uísque e duas de conhaque pertencentes ao explorador Ernest Shackleton foram recuperados depois de terem ficado enterradas por mais de cem anos sob o gelo da Antártida.
As bebidas foram achadas por um grupo de pesquisadores, armazenadas sob a cabana que o inglês construiu no continente em 1908.”
(Fonte: Folha de S.Paulo)

Eu só digo uma coisa: se eu encontrasse, eu abriria uma garrafa e tomaria. Uma oportunidade dessas?

“Richard Paterson, mestre malteiro da Whyte and Mackay, empresa que havia fornecido uísque Mackinlay para Shackleton, descreveu a descoberta como “um presente dos céus” para os amantes dos destilados. “Se o conteúdo puder ser confirmado, extraído com segurança e analisado, o blend original pode ser reproduzido”, afirma. “Como a receita original não existe mais, isso pode abrir uma porta para a história.”
Fastier disse que deve definir nas próximas semanas como lidar com a “delicada tarefa de conservação.””

Melhor que isso, só tomar banho de mar à noite em dia de calor…
Ciao.

Escrito por anapessoa

Deixe um comentário