
Alê, MaÍra, Jorge Clerc e eu - Gato Negro para alegrar
Esses dias têm sido Ana ao cubo. TUUUUUUUDO ao mesmo tempo.
Agora mesmo gripei ou fiquei alérgica. Achei um delivery de sopa no prédio e estou com uma coriza chata. Um ponto positivo e um negativo. E tenho que correr para a Vogue – semana de fechamento da revista i. A revista está linda de morrer – e os textos, estupendos. Mas o meu pique “tá faiado“.
Alguns me perguntam sobre filhos. Outros, chai latte. De manhã despachei bicho de pelúcia, computador, creme – família toda presenteada via Correios e Telégrafos. No almoço, adieu mes amis. Com nosso ritual de Gato Negro e um certo ar ébrio no escritório.
Amanhã tenho assinatura na justiça (tema para um looooongo post), e reunião para oficializar minha saída da sociedade que foi um sonho, uma república e uma dúvida – e nenhuma dívida. Mas que tem gente muito bacana e correta – coisa rara nos dias de hoje. E tenho que trabalhar. E tenho que organizar a casa para quem vier. E tenho que escrever, escrever, escrever. E tenho tanta coisa que queria ficar de pantufa assistindo tevê. Quem sabe um brigadeiro de colher.
O fato é que o que eu queria mesmo era um tempo para respirar.
(Vou correr para a Vogue e tento terminar esse post de lá – mas não prometo nada. Tanta coisa para falar e eu aqui com a mão coçando e sem poder contar. Ai ai)




O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. Tudo depende só de mim.” (Charles Chaplin)
#Bora com Charles Chaplin, rs…
Quando fizer o brigadeiro de colher não esquece de me convidar.
Sério, joga meio porcento da sua energia pra cá, porque tô quase, quase falando palavrão.
brigadeiro de colher!!!!
ah esse eu adora experimentar…mas por aqui só pastel de nata…de colher
beijos de portugal
sara ezequiel
tomatorosato
MÃE, TO NO BLOG DA AP!
anapessoa vc eh mt eletrica