antes

Não me venha com esse papo de narizeu.
Tenho certeza de que a frase é da Xuxa ou do PC Farias.
O fato é que fui ao salão dar um trato no pé calejado de tanta caminhada e aproveitei para virar outra pessoa.
O corte não é novo: já experimentei a graça dez anos atrás.
A cor das madeixas igual a do Sílvio Santos é que deu o toque alucinado.
Como pode um marrom ficar meio acaju, meio estranho?
Enquanto a cor não muda (sim, amigos do sexo masculino, a tinta muda de cor aos poucos), vou criando uma nova personalidade para esse cabelo sem a força de Sansão…

(Observação importante: como é da minha natureza, eu fiz um teste antes com uma peruca que usei certa vez em Nova York. E, no dia seguinte, ao encontrar com os mesmos amigos, todo mundo perguntou se eu tinha uma peruca para cada ocasião. Risos)

depois
depois

Em se falando em mudanças, comecei a minha semana com a meta mais difícil de todas.
Criar uma rotina.
Logo cedo fui correr com a cachorra.
Eu e ela estamos duas POLPETAS!
Ela ficou mais cansada.
Vamos combinar: Alice pesa 12 quilos. Se for comparar, eu corri 6km, ela, pelo menos uns 30 – proporcionalmente.
Depois, fui contar para meu endocrinologista que andei pecando e passando mal.
Cada um tem o conselheiro que escolhe.

Em casa, saladas inovadoras.
A de hoje estava exótica. Hortelã com cogumelos de Paris, nabos e folhas + mostarda de Dijon. Uma coisa “verão desempregado em Sampa” – interessante, mas o sabor passa rápido (e o verão também! Já o desemprego… Aceito ajuda!)

hoje, depois de duas festas e uma corrida maluca no Ibirapuera

Logo mais, yoga.
Aquela coisa de Sampa que eu adoro.
Minha professora deixou o professor.
Foi para a Espanha ser feliz e ter filhotes com outro professor.
Eu fiquei órfã, mudei 3 vezes de cidade (Belo Horizonte – Curitiba – Rio – São Paulo), tentei, mas larguei meu nível faixa roxa de yoga – daqueles que colocam o pé atras da orelha e levanta o corpo com os braços…
Andando com Alice pela pracinha, encontrei um colega que (obviamente não me reconheceu – com tantas arrobas a mais e cabelo de menos) e ele me indicou para um cara.
Liguei para o cara e vou hoje ver qual é a da yoga.
Com toda a força dos cabelos curtos, volto para o básico “menos um”, um nível muito mais difícil do que qualquer outro que já desbravei. Um nível em que encostar a mão no pé dói e faz chorar…

E o trabalho?
Ah, plantei umas sementes aí.
Se nascer, aviso.

Bom começo de semana para você que tem como pagar as contas!

Escrito por anapessoa

Um comentário para “Dizem que a força está nos cabelos”

  1. Igor disse:

    “Cheguei” em você procurando matérias antigas sobre morte do PC Farias. Doido né?
    Parabéns pelos cabelos…olhos, boca, queixo…

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