Dizem muito sobre o número “7”.
Sorte, crise, mudança.
Eu gostaria mesmo que esse número não significasse nada.
7 dias da semana.
5 vezes e eu aqui.
7 + 4 = nada.
Até agora não inventaram a máquina de teletransporte – o que dificulta muito minha vida.
Será que dá para inventar a máquina que apaga a memória?

Eu sei que não resolve, mas disfarça bem

Quando 1+1= -1

Enfim, tudo combinando, nada decidido.
Resolvi que não vou morar em Recife e, portanto, continuo desempregada e com bônus.
Bônus de ter que reinventar minha vida toda.

Ah, para os amigos que me esperavam do outro lado do Hudson, essa decisão também inclui o cancelamento da semana em Nova York.
E olha que isso faz parte do bônus.
;-P

Salve o ócio OU o ócio salva?

Ontem, super otimista (ou numa crise aguda de Pollyanna) fui ao Conjunto Nacional para comprar entradas para a 34a Mostra de Cinema de São Paulo.
Assim como acredito que as pessoas vão parar de usar o “foursquare” para avisar que estão no escritório ou no km 1, no km 10, no km 30 da rodovia, eu acreditei que, na trigésima quarta edição de um festival, detalhes sempre criticados da organização fossem mudar.
Tolinha.

Aceita VR?

A turma da Mostra avisa: pelo terceiro ano consecutivo, os valores de permanentes, pacotes promocionais e ingressos individuais continuam os mesmos. E super caros!
O pacote que te dá acesso a tudo custa a bagatela de R$ 390,00.
E o mais modesto, com 20 ingressos, sai por R$ 165,00 (R$ 8,25 por filme).

Detalhes desanimadores que remetem a edições passadas:
1 – A programação dos filmes ainda não está pronta (embora o festival comece na próxima sexta-feira).
Ou seja: você compra às cegas;
2 – Quem levar o pacote milionário ficará obrigado (como os simples mortais) a passar no Conjunto Nacional para retirar ingressos.
Ou seja: não é chegar e assistir.
Tem sempre o estacionamento, a fila para pegar ingresso, depois o estacionamento do cinema escolhido e a fila do filme.

Noves fora, decidi arriscar comprar o ingresso regular via internet.
Como não quero me afundar numa cadeira e assistir 5 filmes por dia, pago mais caro e não enfrento fila.
Para que complicar a vida que já está uma nau sem rumo?

Uma hora a menos

Eu tenho a impressão de que sou das poucas que curte o horário de verão.
Egoista que sou, por mim, o horário de verão já engoliria logo um mês.
E hoje seria 17 de novembro de 2010.
Otimista que sou, espero que nesta data eu já seja a outra pessoa.

Escrito por anapessoa

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