Hoje cedo, como não poderia deixar de ser, o assunto em minha aula de hidroginástica geriátrica foi José Alencar.
E, para a minha surpresa, pude constatar que ninguém engana todos o tempo todo.
Sobre este político tropical, tenho a dizer que nunca antes neste país o Palácio do Planalto foi um lugar tão adequado para um velório.

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Em homenagem ao povo, queria levantar dois casos que li hoje.
O primeiro, de uma americana que está processando o médico porque não consegue mais fechar os olhos por completo.
O médico alega que a moça, com histórico de dezenas de procedimentos cirúrgicos, teve que assinar um termo especial dando ciência e se responsabilizando por uma eventual esquisitice que viesse a acontecer.
Detalhe: a cirurgia foi em 2005.
E eu achei que a fofa ficou ótima com o olho de boneca sonolenta.

O segundo assunto não é Bolsonaro, mas quase: Cibele Dorsa.
Acho um caso raro de sinceridade para com o mundo atual.
A moça viveu de e para a mídia e mandou para a Caras a carta de despedida.
Agora o ex-companheiro, atual escort da Athina Onassis, quer proibir que o nome dele saia na mídia.
E o twitter da moça ganhou 3 mil novos seguidores.
E muita gente aproveitou a deixa para dar sua opinião online – grande parte para descer a ripa na “devassa que abandonou os filhos” (!).
Ora, ora, minha gente.
Quem somos nós para julgar uma suicida?

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Para terminar a croniqueta do dia, Adriano.
Abandonado pelo empresário, recusado pelo museu do Ipiranga, o jogador tem uma pedreira pela frente.
Num país com bolsa para tudo, por que não criar a bolsa “reinserção na sociedade” para jogadores de futebol?
Sair da favela, ser alcóolico, andar com um diamante do tamanho de uma ervilha na orelha…
Nem Elizabeth Taylor seguraria essa onda!

Escrito por anapessoa

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