12 jul

Sal com chuva, esqueci minha sombrinha.
Ar condicionado desligado, o gato derrubou água no computador, no celular, no iPad.
Acordar muito cedo pode resultar em horas demais.
Prometo todos os dias ganhar massagem, rir do que vier e não esquecer o telefone no carro.
Chuva com calor?
Casamento do Alaor? Ou Babilônia de Nabucodonosor?
Quando menos se procura, mais se acha e no final se perde tudo de novo?

Mistérios da caixinha de jóias – você não precisa responder nada.
Mas que essa sopa de letrinha diz muito… Diz.

Um mercado com pedido de cerveja gelada

Escrito por anapessoa

5 comentários para “Sal, sol, chuva”

  1. Panécio disse:

    ah, sim, estamos fadados a perder tudo de novo e de novo e de novo. mas essa é uma certeza, e já ajuda. (e talvez se perca tb.)

  2. Ana Pessoa disse:

    cristo mulher, é de pensar 2 vezes em rifar o gato 😉

    no outro dia, num outro blog, o blogger postava acerca da necessidade de nos acordarmos, de arriscarmos, de fazermos por nós, para perdermos os medos e vivermos (cada dia como se fosse o único/ultimo).

    a minha resposta foi:

    tão facil ler, mas e fazer? E por em prática? Quantos de nós, honestamente, o fazem?

    Por algum lado temos que começar, mas por qual?

    Diariamente, perante as mais diversas situações (familiares, profissionais, sociais, pessoais, etc) ponho o coração ao alto em prol da criatura de 5 anos que lá tenho em casa e que não pediu para nascer mas que merece acima de tudo de estabilidade e faz com que quando me olho ao espelho repita para mim própria que não posso ser egoista e pensar só em mim.

    Um dia de cada vez, repito, e volto a perguntar: por algum lado temos que começar, mas por qual? Onde estão os menores danos colaterais?

    bj

  3. anapessoa disse:

    Risos – todos os aparelhos estão bem. O calor e um bom secador resolvem tudo.
    Sobre as dificuldades, eu questiono muito esse modelo de mundo, de família, de vida… Nos ensinam que a vida é mamãe-papai-filhinho, casinha, cachorrinho… Depois um trabalho e sucesso!
    Ora, quem conhece família assim?
    E trabalho?
    Fazemos o que queremos ou que podemos? Precisamos mesmo sentir prazer em tudo?
    Felicidade é isso?
    Eu costumo pensar que um dia de cada vez pode ser o máximo que aprenderemos…

  4. Manoel disse:

    Poxa, Ana! Sempre sonhei em te conhecer pessoalmente, só pra materializar algo virtual que gosto demais. Leio você há dois anos. Mas ver fotos tiradas por ti no meu queridíssimo Mercado da Boa Vista foi demais. Bom, aí vai a pergunta bairrista: o que você está achando do Recife?

  5. anapessoa disse:

    Manoel, simplesmente sensacional. Hoje penso em ir ao Magdalena. E, se a chuva apertar, ainda pego uma estrada até Garanhuns.

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