Eu ando com vários relógios para saber o que fazer em diferentes lugares.
E perco os minutos, sempre.
Ainda não tive coragem de entrar na água.
São horas, horas para tentar.

Conversas com amigos que estão distantes 24 horas.
Outros, 12, 7…
Contando um, dois, três, quatro – tanto, tanto.
E embaralhando os compromissos.
Minutos.
Horas.

O vento que aqui bate chega do outro lado?
E as ondas – podem te alcançar?
O sol – o que faço com ele?

Horas.

Se eu virar a ampulheta, quem sabe o que acontecerá…

Escrito por anapessoa

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