Depois de um biênio sem carnaval, fui à forra.
Nada de excesso destrutivo.
Marchinhas, sol, cerveja, confete, ladeira.
Fantasias – uma para cada dia (e pense logo no que está subentendido).
E uma fome sem fim.
Minha festa pagã para expiar anos difíceis, viradas forçadas, experiências que, uma vez findas, não trarão saudades, mas obrigatoriamente, fortalecerão esta sobrevivente.
Lugar comum (como sempre).
Carnaval de gregos, pré-romano.
Culto em agradecimento aos deuses pela fertilidade.
Fertilidade de idéias, de andanças, de trocas, por fazer com que haja escolha.
Agora é seguir com fé.
2012 é para valer.
😉

mensagem subliminar

Escrito por anapessoa

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