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Raizes e alguns galhos

sábado, 18 de junho de 2011

 

Mais curvas

Dias de inverno tropical com sol quentinho.
Calço meu tênis sujo.
Meu uniforme preto sobre preto.
Busco sol.
Busco cantos com árvores e sem gente.
Nada de notícias no jornal.
Escrevo um roteiro para um amigo que vai passar uma temporada em Paris.
Escrevo.

Quantas vezes em sua vida você teve tempo sozinho?
Sem ouvir.
Sem falar.
Sem nada para te obrigar.
E alterar o próprio roteiro só para brincar de Deus?

Ney Matogrosso canta Cartola.
Tudo no mundo acontece.

Ando pensando em deixar de ser morena.
Em setembro faz um ano.
Nova York está aí para isso, não?

Gosto da solidão animal.

o+o+o+o+o+o+o+o

Z

Diário

A obra veio para cumprir o seu papel: estressar, abalar, renovar, trazer novidades.
Digamos que estou de tocaia no quarto de hóspedes – que conta com roupa de cama fora do lugar e uma arrumação mínima para que minha alma repouse por algumas horas em alguns dias.

Sábado sem feira – liguei para meu contato que separou meu pedido e entregou em casa. R$60 pratas sem taxa de entrega.
Fui andar a esmo, com meus 9kg recém adquiridos. Que sirva de defesa: perdi 300g na última quinzena!

Eu e Alice, a cachorra pulguenta.
Alice ganhou remédio – matei uma pula-pula solitária que perambulava pela barriga dela na quinta-feira.
Andamos pelas praças, buscamos luz do sol.
Sem canto para me esconder, fico por aí como abelha, buscando nectar em jardins alheios.

Muita música e terminando o best seller do David Nicholls.
Na cozinha, frutas de todas as cores.
Um cheiro doce.

Meu gatinho velho não gosta de nada disso.
Escolheu meus sapatos dentro do armário para se aconchegar.
São 13h30 – vou ler as notícias de ontem só para me certificar de que nada vai mudar.

Memória do frio

sábado, 28 de maio de 2011

cômica

Depois de um mês e meio, meu carro voltou de reboque para casa.
Lindo, louro de olhos azuis, sem as marcas do abalroamento provocado por um motoboy de Alice.
Veio no meio da noite fria.
E eu saí com a outra Alice para tomar agulhadas de chuva fina em uma São Paulo adormecida.
A caminhada no escuro que tanto me atrai.
Eu e Sancho Pança em direção aos moinhos de vento.

Devaneios.
Agora mais enclausurada no mundo virtual, ontem fui confinada com 7, 8 desconhecidos numa sala de chat para que a mestre cumprisse sua meta.
Os professores não existem.
Não há debate.
Há quem reclame da falta de discussão com cedilha.
Leia a apostila boba, com animações infantis e ganhe o título.
O preço – óbvio – é alto.

Meu jornal da manhã me salva.
Quero O Sonho do Celta de Llosa. Aguardo O Palhaço e Sua Filha pela Planeta.
E acho que me arrependerei de Um Dia ter ousado explorar (as) Teorias Selvagens.

Ai, meu ex-vegetarianismo.
Em pouco tempo o colesterol ruim passou de desejável, saltou o limítrofe e estreou elevado.
Dizem que toda gordura é necessária.
E eu estava apenas brincando de me enganar.
O colesterol alto me convém.
Completa.
Explica.
Agride.
Se eu morrer do coração, do latim condicens.

O carro?
Vai acumular pó na garagem até que volte a ser moreno, índio, saci, viciado em oxi.

Portas, janelas e cardumes

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Inspiração

Há momentos em que você mergulha num livro.
Há os das grandes viagens.
Também há para praia e vadiagem.

O meu atual é de janelas.
Uma analogia para o computador – em que trabalhos, bobagens, agenda, uma foto, uma frase – todos aqueles que povoam as janelas se abrem e se fecham ao nosso bel prazer.

Minha janela da alma se escancarou na segunda adolescência.
Ela não tem muita certeza
E tudo começou com janelas de outrem se abrindo para viagens, carreira solo e grana.
As janelas da primeira adolescência.

De prático posso dizer que ir ao samba e tomar uma caipirinha em plena segunda-feira tem lá seu charme.
Passar pela Paulista com Augusta e lembrar do movimento da cidade a cada madrugada.
Chegar em casa e ser recebida com gritos e sussurros pela cachorra de madame.

E acordar empolgada às 7h da matina com uma simples terça feira…
Ah se todo dia fosse domingo de carnaval…

Foi dada a largada

sábado, 1 de janeiro de 2011

Jantarzinho e integração quase total entre cachorros e 14 bangalôs.
Quando o ano começou, ninguém fez contagem regressiva.
Vimos uns fogos do outro lado do mundo e soubemos que 2010 tinha partido.
Nossa garrafa de litro e meio de champagne foi distribuída entre funcionários e novos melhores amigos.
(Não que faltassem garrafas, mas gosto dessa coisa de compartilhar)
Uma cesta de rosas brancas e amarelas, uma vela…
E Alice entrou no mar, recolheu tudo e destruiu as oferendas na areia.
Uma cena engraçada.
Ela incorporou Yemanjá e não deixou nenhuma das 14 cestas escapar.
Foi uma rosa-vela-ficina.
E a bichinha virou um cachorro empanado pegando onda à noite.
Depois de chuva-para-chove-para-chove, o primeiro dia do ano foi puro sol.
Eu passei todas as minhas horas na praia.
Só curtindo o calor e o sal.

Benvindo 2011.
Venha macio e devagar.

Happy

Preto no branco no preto no branco

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Elza Maria dá uma piscadinha para os fãs

Não sei quanto a vocês, mas o assunto aqui é Copa do Mundo – de manhã, de tarde, a hora que for.

Minha professora de francês não entende o que acontece. Segundo ela, na França ninguém para por conta de uma Copa.
Bom, a França não pára, mas o time deles está parado… Então talvez não seja esse o melhor exemplo.

Hoje, o tema na padoca, na rua, no YouTube, no almoço, na portaria foi a grosseria de Dunga (que, segundo dizem, errou de nome de anão, pois deveria ser “Zangado”). O alvo? O jornalista bonzinho, Alex Escobar.
E o “Cala Boca, Tadeu Schmidt” ecoou com força no twitter. Seria uma campanha para salvar um macaco?

Eu – sempre avessa às unanimidades – fui obrigada a inaugurar a vuvuzela. Cala boca, Tadeu…

O técnico está numa coletiva depois de um jogo nervosíssimo e o jornalista está ao telefone? E ainda ri do/para o técnico?
Ora, solta os cachorros mesmo. A hora da catarse é essa! É PQP para baixo!

Aí a TV vem dar de fina falando que está apoiando o futebol nacional?
A TV está interessada em comercializar os jogos. Quando mais o Brasil ganha, mais comerciais. E ponto.
Eu queria só saber quem é que escreveu o texto do Tadeu e estou esperando ansiosa pelo novo vídeo da Fundação “Cala Boca, Galvão”. Risos. Aliás, essa fundação é chapa branca, vamos esperar a nova. Cala Boca, Schmidt!

Patriotada fazemos nós com a cerveja na mão e o vazio no peito.

Comemorar o quê?
A ascensão da classe C? A melhora da economia? A Dilma? A queda do Euro?
Esse blog é melancólico, mas não é baixo astral.

Ainda não apresentei: a modelo da foto acima atende pelo nome lindo de Elza Maria. Homenagem à cantora que é contemporânea de Platini – aquele que levou nossa Copa em 1986 (e levou com garbo).
Da Elza cantora recomendo “O choro do Passarinho” e a marchinha ótima “O canguru perneta”.
Da Elza acima recomendo uma volta pela praça Raphael Sapienza. Elza é mais ou menos amiga da Alice (ela é meio mineira, desconfiada) e arrumou um namorado novo: Zeca, um vira-lata ajeitado, grande, pelo brilhante de cor branca e doce de leite. O “pai-dono” permitiu os encontros. E a corrida com rabinho abanando é a festa no céu.

Joana Fomm, Paulo José e Grande Otelo em Macunaíma, filme de Joaquim Pedro de Andrade (1969)

Para os gringos, “canguru perneta” é uma metáfora para sexo com uma certa bossa brasileira.
E dá-lhe bossa.
O que mais admiro em ser brasileira é nossa capacidade de auto-deboche.

É, somos todos macunaímas.
Nascemos adultos e já fugindo do trabalho.
Não vem com Benjamin Button, não.

Macunaíma, “herói de nossa gente” nasceu à margem do Uraricoera, em plena floresta amazônica. Desde a primeira infância, revelava-se um “preguiçoso”. Ainda menino, busca prazeres amorosos com Sofará, mulher de seu irmão Jiguê. Nas várias transas (“brincadeiras”) com Sofará, Macunaíma transforma-se num príncipe lindo, iniciando um processo constante de metamorfoses que irão ocorrer ao longo da narrativa: índio negro, vira branco, inseto, peixe e até mesmo um pato, dependendo das circunstâncias.

E quem guardou a história? Um louro – currupaco-paco-paco – que se mandou para Lisboa. O papagaio contou para Mario de Andrade que é personagem do próprio livro…

“Tudo ele contou pro homem e depois abriu asa rumo de Lisboa. E o homem sou eu, minha gente, e eu fiquei pra vos contar a história. Por isso que vim aqui. Me acocorei em riba destas folhas, catei meus carrapatos, ponteei na violinha e em toques rasgado botei a boca no mundo cantando na fala impura as frases e os casos de Macunaíma, herói da nossa gente”. Era o próprio Mário de Andrade. “Tem mais não””

Pois por isso digo, a gente quando perde, debocha. E perdemos muitas. Em posts passados comentei: foram dezenas de crises econômicas que forçam nosso DNA a pegar qualquer rico dinheirinho acumulado e gastar tudo em picolé de uva.

Assim pensamos e assim agimos.

Quando ganhamos, distribuímos os picolés para todo mundo.

Meu pai, quando separou, pagava uísque para todo mundo em qualquer bar.
Era festa. Festa da fossa.

Eu, sem querer saber de emprego, vou para Paris.
Alice ficará com o pai dela, com o tratador, com o passeador. Vai tomar banho no veterinário toda sexta-feira.
E eu vou viralatear até decidir se sigo a vida de Macunaíma.
Ou se finjo ser Benjamin Button dos trópicos.

Recebi um email há pouco que fica bom para finalizar o post.

Twenty years from now you will be more disappointed by the things that you didn’t do than by the ones you did do. So throw off the bowlines. Sail away from the safe harbor. Catch the trade winds in your sails. Explore. Dream. Discover. – Mark Twain, written in a letter to Ana Pessoa, which he failed to send, and which I have just found behind my sofa.

Para terminar bem, uma homenagem à profissão que abandonei e à gata cearense, Mafalda.

Jogo dos 7 erros

domingo, 21 de março de 2010

Ache os erros na foto e ganhe um brinde exclusivo Dizem aí que essas fases do 7 são um problemão. Se apenas os anéis fossem embora, eu não me importaria. Mas no quinto ciclo do sete, os anéis temos de monte. As coisas são mais difíceis. O peso das coisas, maior. Voltar é quase impossível. E vamos ficando mais desconfiados, menos pacientes, intolerantes. Mais dentro de nós e de casa. No meu caso, a casa é um museu. Nesse entra e sai das aduanas, é onde mais me sinto. Porque a cada viagem, baixa um santo com nome, sobrenome, estilo e endereço. Nenhuma Ana. Uma nova amiga conta:

About Jupter in Piesces You are fortunate that Jupiter is in such fine shape. – you will have plenty of time with this superb planet of happiness, health, financial expansion, good fortune, and even miracles!

Olhando de baixo

Vendo de baixo

Pois ando pensando no “even miracles” – porque na grande lista de Júpiter em peixes não tem nada que eu queira no momento. No trabalho, arrisco loucuras… E acerto todas. Na vida… sai Júpiter e entra Saturno. E nem adianta perguntar porque não vou responder. Aí fico meio mística e peço ajuda ao Quiroga.

Lua quarto crescente em Câncer, 23 de março às 8h00, horário de Brasília. • Período de influência: De 19 a 26 de março de 2010. • Dica: Entre em contato e enfrente as dificuldades do caminho, observe-as desapegadamente, sem paixão alguma, como se fossem protagonistas de um filme chato que sua alma fosse obrigada a assistir. A melhor maneira de livrar-se dessas adversárias da sua felicidade é conhecê-las à fundo.

Pego Alice, a câmera… e esqueço do mundo que criei na minha cabeça.

Paro de ver meu umbigo e mergulho na cidade grande.
São Paulo – quando quer que você saiba disso – é linda

Portugal no Mercado

Portugal no Mercado

Surpresas

Surpresas do centro

Cansada para caramba

quinta-feira, 18 de março de 2010

Pois é…

Amanhã recebo meu primo em casa. Acho que ele é uns 8 anos mais novo que eu. E vem para descobrir a vida em Sampa. Eu dou o maior apoio. Vem sem data para ir embora.

Nessa aterrissagem, espero ser uma boa co-pilota.

A casa vai ficar animada. Alice, a cachorra que agita mais que o rabo, vai amar.  Os gatos, rabugentar.

Ontem e hoje me correspondi com uma amiga que está numa viagem que era para ser bacanérrima, mas tem algo de pesadelo. Por que Sartre tem razão? E tem gente que acha que o inferno é um horror…

Enquanto escrevo, Bibi, o gato velho está esquelético e muito elegante de frente para mim – ao lado do computador. Eu desconfio que, em outra encarnação, esse gato foi um nobre inglês que morou na Índia. Agora que está velhusco, lembrou dos tempos de faquir. Leleco, por sua vez, está na primeira vida. Como se não houvesse amanhã. E não veio ao mundo para sofrer. Mafalda é só uma gata que ganhou na loteria.

Vovó hoje me disse que me enganaram. Falaram que era Brasil só para me mandar para lugares esquisitos com deserto. Vovó é mais danada que a Hebe e Ana Maria Braga.

Viciada em mundo digital

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Depois de meio dia de estrada, um dia em Brasília (indico a patisserie do Daniel Briand – fotos de tarte tatin e de mil folhas para matar qualquer um) e algumas horas de estrada e muita chuva, estou em algum lugar depois de Alto Paraíso. Quilômetros depois.

Chove, para, chove, para. Eu durmo muito. Acordo e me atiro em pão de queijo com nata, pão de milho, mamão com açúcar e outras comidas proibidas. Afinal, é fim de ano…

No acostamento, coleção de bichos sem vida. Até jaguatirica e tamanduá bandeira. Sem dúvida, ficar longe do bicho-homem é bom. Ainda que seja por alguns dias.

Na fazenda onde estou hospedada tem cavalo, pavão, galinha d’Angola, ganso, 8 fox paulistinhas e Alice – que dá canseira em todos eles de tanto que corre, molha, pula. No meu forro, uma família de cotias. Fazem festa a noite e eu não  me importo… Gosto do barulho de unha na madeira.

Vou sumir por uns dias – aqui não tem internet… Mas, óbvio, peguei a estrada, vim para a cidade e encontrei um restaurante (o único com internet wi-fi)… Ô vício que não me deixa desligar. On-off.

Vejo vocês no ano que vem.

Do fundo do coração, boas entradas.

Abaixo, uma galeria de fotos. Alice descobriu Brasília e não deu pelota para Lulas e Arrudas. Se jogou na grama, pensou em se alistar, tentou comer carpas e nem ligou para o quintal brega da dona Marisa. Que inveja eu tenho da Alice.

A pluma do ganso

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

CACHU

Decidido: é nesse local nos confins do centro-oeste que meu ano vai virar.
Esse negócio de ficar para lá e para cá em avião é muito bom. Mas o Brasil é que é o meu lugar. E não gosto de agito na virada. Gosto de sombra e água fresca.
Alice, a cachorra destrambelhada, nem sabe a aventura que a espera. SP-BH-Chapada dos Veadeiros…
De carro.

A dura vida de uma coelha da Playboy

As remadoras britânicas Mel King, de 37 anos, e Annie Januszewski, de 40, pretendem atravessar nuas o oceano Atlântico.
Inicialmente, a dupla pretendia remar 15 horas por dia usando biquíni. Mas as inglesas decidiram remar completamente nuas para reduzir o atrito com a roupa.

Enquanto isso, em Nova York, duas professoras estão comendo o pão que o diabo amassou porque foram flagradas peladonas dentro de uma sala de aula.
O zelador virou delator.
Deixa as teachers namorarem, povo careta.

Y, o chapeleiro maluco

“Eu, que sou uma leitora de Proust, sei que a vulgaridade tem o seu valor, sim.”

frase de Fernanda Young para contestar o publicado encalhe das Playboys

Proust que não era bobo nem nada, antes de morrer deixou uma resposta pronta para Fernanda.

“De même nos intonations contiennent notre philosophie de la vie, ce que la personne se dit à tout moment sur les choses. ”
(Nosso jeito de dizer as coisas contem nossa filosofia de vida, o que sempre estamos dizendo a nós mesmos sobre as coisas)

http://www.page2007.com/news/proust/0420-ce-n-etait-pas-seulement-une-matinee-mondaine

Tiger

Meninas, não fiquem com raiva. Não estou defendendo o Tigrão.

Estou só questionando as louras suecas que atacam só os negões ricos e depois contam a história de que não sabiam de nada.
Claro que não sabiam: estavam concentradas em garantir o caixa quando deveriam investir em conhecer melhor o cara.

Tranca X Troncoso

Romário e família foram obrigados a deixar a cobertura onde moravam no luxuoso Golden Green – aquele onde Ronalducho morou, o que tem campo de Golf, na Barra da Tijuca.
O baixinho simplesmente não desocupou o imóvel que foi leiloado por 8 milhões de reais para pagar dívidas que ele tem com os próprios vizinhos.
Segundo testemunhas, o apê foi lacrado e a fechadura do apartamento trocada enquanto o casal estava em Trancoso, na Bahia. Os filhos, que estavam no imóvel, foram para a casa de familiares.

Veneno 1: a casa de familiares deve ser em algum bairro simples porque o jogador nunca foi chegado em favorecer a parentada.

Veneno 2: eu, que já fui vizinha de chinês, fico pensando que não deve ser mole ser vizinho de jogador de futebol.

Salvem os ídolos nacionais!

Falando grossosorry

Amo os irônicos.

Os que lêem.
Os que falam mal dos outros.
Detesto histéricas.
Egocêntricos.

Tenho dúvidas com relação aos mentirosos.
Porque eu minto.

Odeio os sorrateiros.
Os covardes.
E mulher bonita.

Ontem, queria ser um sabiá comendo coquinho vermelho na Vila Madalena.
Hoje quero ser Alice correndo atrás do Sabiá na Vila.

É tarde, é tarde… Disse o coelho.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

12cc9c3d4d0165f445f3cbcaf406e1adcb4a5706_mEu sempre acordo cedo na sexta-feira. Mesmo quando fui dormir tarde na quinta prometendo acordar quando o corpo mandar no dia seguinte.

9c75e4a408c2e1d44928fdbdf3eeef902426154e_mcd6c33b93164def0d0da7f3a3e2a1f0a8b0281f4_m

3033797c1eba6a6a2c9284d0e84fb9834a227ba9_mÉ que fico elétrica.

É um dia de bruxas. É um dia de reposição de energia.
Tudo sempre dá certo numa sexta-feira.
Até o post que eu não queria escrever, acontece.

Correrias pela cidade de São Paulo.
Ligações, reuniões. Zum, zum, zum.

AAAAAH.
Temos pausas. Para manicure.
Almoço.
Conversa fiada.

E você?
Também fica assim?
Parece que entramos na fábrica de chocolate e que, além de doces, temos tempo para tudo, nada engorda.
E tudo vai dar certo no fim. Porque, diz um escritor mineiro, no fim tudo dá certo, ou não se chegou ao fim.