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Se esta rua fosse minha

sábado, 30 de novembro de 2013

Eu mandava prender a polícia e bater no delegado.
No avião cheio de farinha,
pixaria algo do tipo: aqui jaz.

O negócio é andar descalço,
dever horrores na padaria.
Fazer pose de quem pode mesmo com sapato furado.

Aqui do alto da torre,
finjo que nada acontece lá embaixo.

O bom de ser anônima
é não ter medo da plebe.
E sair dando porrada para todo lado.

Inconsequente.

kamikaze

Catavento

domingo, 23 de outubro de 2011

pêlos

As flores de lá duram menos.
Aqui, voam idéias.
Se não fosse Santos Dumont, seria outra esta história?

Haveria cartas como as de 1999?
Menos dores de estrada, mais chás, cafés, mais sono, rede, maisena?
As luzes, quem as acenderia?
Os passarinhos encontrariam a janela?

Descontrolo tudo através da pequena tela.
Reencontro as cores, telefone.
Futuro?

Avião.
Tão incerto.
Quase sempre acerto.
Perto.

Fim de domingo.
Sempre que não penso,
(In)tenso.

Escrever, esquecer

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Aqui no Brasil, hora chove, hora faz calor.
Recebo notícias da casa materna.
Mãe filósofa dirigiu quase 600 km para conversar por meia hora com um doutor em Mircea Eliade.

Estradas.
Adoro as palavras correlatas.
Via, caminho, direção, rumo.
Destino.

Mamã que faz estrepolias só para falar sobre o que gosta e entende.
Eu e meus aviões.
E minha coibaice generalizada.

No teatro, é comum um exercício também usado por terapeutas.
Subir em um banco, fechar os olhos e se jogar de costas.
O grupo deve amparar a pessoa.
Dizem que, com crianças, é fácil e todos querem mais.
Com adultos, nem todos conseguem.
Há quem nem suba no banco.

O que aconteceu entre a época em que nos atirávamos e a que não subimos numa banqueta de 20cm?
Quem fomos, somos, seremos?
Quem escreve?
Quem lê?
Por quê?

Hoje vi dois corpinhos secos de sabiá.
Estavam num canto da rua, amassados pelos carros que passam apressados pelas vias paulistanas.
Pensei numa tragédia animal.
Um, gordinho e distraído.
Deu um pulinho, outro, mais um.
E acabou num pneu.
O outro, suicida.
Tomou coragem e foi também.

Doce morte a de passarinho de ficção.

Monomotor

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Lá vou eu para a forca.
Embarco às 13h.

Antes, arrumar a casa, mandar bicho para hotel, o outro para o veterinário. Leleco, veterano, fica sozinho sem dramas.
Aproveito a viagem para marcar o resto do meu check up anual – dentista e outros dois especialistas.
Além de arrumar “a casa”, vou aproveitar a semana para ser apertada, revirada, furada, besuntada, vou “aproveitar” para ouvir de especialistas que faço muita coisa errada.
No corpo, um trunfo.
Estou em fase para lá de abstêmia.
Não que beba muito, mas, no ano passado, virei copos e não gostei.
E, agora carnívora, comendo melhor – acredita doutor?

Marquei também meu psicanalista – engraçado esse homem.
Freudiano total, nas minhas sessões ele fala e eu ouço.
Vai ver comigo tem que ser assim.

Minha vida é esse avião.
Vou largando pedaços importantes para trás, recuperando outros no aeroporto de aterrissagem.
Quando vôo, penso com calma.
Acho que, das nuvens, sentimos a morte.
Homem não foi feito para voar.
E, por isso mesmo, fica emotivo, resolve tudo em uma hora e quinze de vôo.
Aí, terra firme.
E confunde tudo de novo.

Eu nunca quis ser garçonete dos ares.
Muito menos piloto – só fui oficialmente autorizada a conduzir veículos com quase 22 anos.

Quando era adolescente, voei com meu tio médico e piloto.
Subimos, subimos, subimos naquele teco-teco monomotor com uma banqueta no lugar de assento.
Lá no alto absurdo, ele me deu o comando.
– Vou desligar a chave e você vai virando o manche.
Descemos numa louca velocidade, eu comandando o mergulho estapafúrdio.
Quando estávamos a ponto de virar sucata, ele ligou a máquina.
Meu coração – disparado –  não teve medo.
O barulho altíssimo do motor. E a força que fez nossos ossos tremerem.
O avião subiu bonito e nosso pouso foi sem sobressaltos.

Freud tem mesmo o que falar.

Spam animado

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Elas acreditam em spam de dieta!

Eu adoro receber spam de dieta milagrosa na segunda-feira.
Hoje foram 5 oferecendo mágicas do David Copperfield: perder 10 kg em cinco dias.
“Não se preocupe com os quilos a mais”
“Dieta rápida e definitiva”.
Eu desconfio que o segredo seja fumar 5 maços por dia.
Ou ficar a base de água e ar. Dizem que a gente agüenta de sete a dez dias…
Risos.

E está aberta a temporada de decoração de Natal.
Socorro: até na rede a coisa está enfeitada.
É neve e pinheiro para todo lado…
Com esse calor e chuva, por que não uma canoa e uma tanga???

Ai, estou atacada.
Quarta-feira, viagem. Sudeste-sudeste.
Quinta: sudeste-nordeste.
Domingo: sudeste.
Segura o tapete mágico!

Hoje foi aquele dia de falar com amigos que não vejo há vinte anos.
Quero saber quando chega o spam da análise com direito a um tarja preta de brinde…
20 ANOS é muita coisa, gente!

Fui!

A influência da chuva…

quinta-feira, 11 de junho de 2009

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Acordo cedo.
Imprevistos.
Alice, feliz, acha que vai passear.
Foi para um canil.
Molhado, pobrinho, com muita grama.
Ela feliz, correndo, explorando o território e descobrindo amigos.

Feriado.
Ano bom.
Cheio de pausas.

Dia cinza.
Fico meio melancólica.
Separei as roupas para a viagem em cinco minutos.
Sei que em Salvador vou me arrepender dessa falta de zelo.
Mas a chuva me desanima.
E pegar avião.

A maior invenção do mundo vai ser a máquina de teletransporte.
Estar aqui e, depois, ali. Sem carro, bicicleta ou avião.
Mas vão dizer que não é bom para a saúde.
Afinal, você não faz exercícios.
O teletransporte dá câncer.
E brota verruga.

Se fizer sol, conto no blog.
Se não fizer, volto segunda.

Fogo no Twitter!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

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Exercício de como agir em caso de incêndio num conjunto empresarial que abriga 7 mil pessoas… Imagine o caos que foi no meu local de trabalho.
Eu cheguei e o trânsito já estava parado no meio da Marginal Pinheiros – afinal, fecharam a entrada principal do estacionamento. No Twitter, o aviso – ninguém sobe. Aí fiz tudo com calma. E até consegui pegar elevador da garagem antes de todo mundo!
No saguão, centenas de pessoas… Fila para subir para o trabalho. Pessoas contando das reuniões que haviam perdido.
Reunião perdida? Risos. Tem empresa que não trabalha, faz reunião.

E pensar que quem não seguiu as regras num incêndio de verdade – e desceu de elevador do World Trade Center – conseguiu se salvar… Muitos daqueles que desceram as escadas viraram pó…

No twitter hoje, mais uma coisa diferente:

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“O mais longo poema em todo o mundo” une posts que rimam.  São mais de 4.000 versos / dia. É uma idéia interessante. Embora meu post tenha sido uma grande bogagem…

Por aqui, não li hoje notícias sobre o avião desaparecido. Nem precisa, a história é como a de uma novela: as pessoas falam, o rádio comenta – e você fica informado por osmose.

Agora dei uma busca no assunto para ilustrar minha opinião:

Cerca de 2.000 pessoas lotaram hoje (4) a igreja da Candelária, no centro do Rio de Janeiro, durante culto ecumênico em memória dos passageiros do Airbus A330. O avião desapareceu na madrugada da última segunda-feira (1º), quando fazia a rota Rio de Janeiro-Paris.
Além de parentes e amigos de passageiros, estiveram presentes funcionários da companhia aérea Air France e autoridades brasileiras e francesas. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, representou o presidente Luiz Inácio Lula da Lula na celebração. (UOL)

Quem não tem Sarkozy, reza com Celso Amorim. É o fim mesmo. Nosso presidente é uma piada pronta.

E eu estou apostando que o acidente foi por conta da máquina mesmo. Esses aviões são tão modernos que os pilotos quase não têm autonomia para fazer nada. A máquina pifou e deu no que deu…

E me impressiona a rapidez da internet quando o quesito é morte.

Eu li no The Nation, um minuto depois já estava na wikipédia:

David Carradine (Los Angeles, Califórnia, 8 de dezembro de 1936Bangcoc, 4 de junho de 2009) foi um ator estado-unidense.

David, nascido John Arthur Carradine, era filho do ator John Carradine, irmão de Bruce Carradine e meio-irmão de Keith Carradine e Robert Carradine. David Carradine é mais conhecido por sua personagem Kwai Chang Caine na série de televisão Kung Fu, em que interpretava um monge Shaolin, mestre em Wushu, no Velho Oeste dos Estados Unidos.

Carradine também interpretou Bill, na série de dois filmes Kill Bill, de Quentin Tarantino, com Uma Thurman como protagonista.

Foi encontrado morto dia 4 de junho de 2009 em um hotel de luxo em Bancoc, na Tailândia. [1] O primeiro relatório da polícia local indica que Carradine cometeu suicídio por enforcamento; uma empregada do hotel encontrou o seu corpo sentado em um armário, com uma corda em volta do pescoço e em outras partes do corpo.[2]

O pai dele, John Carradine, era demais. Foi trabalhar com Cecil B. DeMille como cenógrafo. Cecil achou o trabalho dele uma droga. Mas o colocou em vários filmes. Amigão de John Barrymore (o que diz muito sobre quem ele era), ficou famoso ao trabalhar com o grande John Ford. Meu filme predileto com ele é As Vinhas da Ira. Aliás, excelente livro. Não precisa mais explicar, né?

 

El Salvador, o azarão

terça-feira, 2 de junho de 2009

cavaloUm avião desaparece.
228 vidas são perdidas. E muitas mais – dos que ficaram sem suas certezas e suas pessoas.

Um presidente cancela a agenda e se dirige para o Centro de Crises montado no aeroporto.
Outro, prefere ir para uma posse de um novo presidente em país vizinho.
São 228 pessoas – 126 homens, 82 mulheres, sete crianças e um bebê – de mais de 30 nacionalidades.

As chances de encontrar sobreviventes são mínimas afirmou Nicolas Sarkozy. “São famílias dignas e corajosas. E, por isso, eu tive que dizer a verdade. Disse que perspectivas de encontrar sobreviventes são muito remotas”, disse. (Folha de S.Paulo)

De El Salvador, onde acompanhou a posse do novo presidente local, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem “lamentar profundamente” o desaparecimento do avião da Air France. Disse que pedirá a Deus para que sobreviventes possam ser localizados.

Eu peço a Deus que Lula vá para o inferno. E que não importune meus dois amigos salvadorenhos: Maura e Paolo. Coitados, que eles não ouçam as baboseiras do Lula.

“Cada povo tem o governo que merece.”

O autor da frase é o filósofo e diplomata francês Joseph De Maistre (1753-1821).
Ele a escreveu numa carta em 15 de agosto de 1811 que foi publicada posteriormente em Lettres et Opuscules Inédits, na França, em 1851. A intenção de De Maistre era, no fundo, criticar os eleitores, e não os maus governos. Afinal, para um filósofo contrário à participação popular nos processos políticos, quem tem direito de escolher e não sabe fazê-lo deve mesmo ser punido com os desmandos de seu governo.

Em se falando de líderes… O acesso ao Twitter e e-mail Hotmail foi bloqueado na China. Isso a um dia do 20º aniversário da violenta repressão a manifestações pró-democracia que ficou conhecida como o massacre da Praça da Paz Celestial. Viva a China da grande ignorância eletrônica.

No Terra, foi publicada uma matéria interessante hoje. O sucesso do cavalo de grama-lama na China. A história sobre a luta entre o cavalo e um caranguejo ribeirinho se espalhou por todos os cantos da comunidade online chinesa.
Uma canção infantil sobre o animal teve mais de 1,4 milhão de visitas no YouTube. Um desenho com o cavalo de grama-lama foi visitado mais de 250 mil vezes. Um documentário sobre seus hábitos na natureza obteve 180 mil espectadores. As lojas estão vendendo bonecos do cavalo. Nada mal para uma criatura inventada e cujo nome, em chinês, tem um som de um palavrão.

Concebido com uma forma de protesto, o cavalo de nome obsceno ridiculariza a censura chinesa e levanta questões sobre a capacidade real da China para controlar informações disponíveis na internet…

Cada um tem o governo que merece…

Para ler a matéria do Terra na íntegra: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3631917-EI4802,00-Animal+imaginario+desafia+censura+da+web+na+China.html

To refuse to repeat yourself

segunda-feira, 1 de junho de 2009

o_equilibrista

A semana sempre começa em marcha-ré.
É mais difícil acordar, tenho menos ânimo para ir para a academia… Mas a culpa dos exageros do fim de semana me faz perseverar.

Essa semana, em particular, promete: no dia 4, faz dez (vinte = correção feita= anos do Protesto na Praça da Paz Celestial (Tian’anmen), mais conhecido como Massacre da Praça da Paz Celestial. No mesmo dia, Roseana Sarney passa pela 21ª cirurgia – desta vez para tirar um coágulo na cabeça. José Alencar continua com 18 tumores na região abdominal. Coloco nesse post os políticos de passado condenável ou herança maldita e, hoje, doentes com uma certa ironia mórbida. Essa é a vantagem de escrever num blog e não mais para uma TV ou revista. Hoje, como o mundo inteiro já sabe, sumiu um avião.
Eu, primeiro, pensei em atentado. Vôo indo para Paris, avião grande.
Depois, pensei em Lost. Isso mesmo: 228 pessoas a bordo e some um avião. Cair, espatifar, explodir é uma coisa. Sumir… Só mesmo em seriado de televisão.

Eu já viajei num A330. Foi no começo desse ano, para o Chile. Quem pilotava? O próprio presidente da Tam. O avião é ótimo. Passou super bem pelas turbulências da Cordilheira dos Andes.
Quando comecei a carreira, viajava em cada teco-teco inacreditável. Quem mora no nordeste, sofre para viajar. As rotas são loucas: Para sair do Maranhão com destino ao Ceará, tem escala no Pará (!).
Várias vezes parávamos no Delta do Parnaíba. Os passageiros medrosos desciam. Os corajosos (pero no mucho) tomavam um uisquinho fornecido pelo piloto… E íamos num reme-reme com turbulência até Fortaleza. Algumas vezes eu pedia para o piloto acelerar. É que eu tinha vôo para Minas, para ver a família. E ele acelerava. Parecíamos uma trupe alada de teatro. Só personagem. E eu eu não tinha medo de nada (!).
Hoje, depois de tantos acidentes e histórias, tenho medo de avião.
Arremetidas, turbulências, despressurização da cabine – já passei por poucas e boas.
E não tenho medo a ponto de não viajar. Mas quando entro na aeronave, fecho os olhos e peço por uma morte rápida. Aí o avião decola, aterrisa e nada. Mas o medo permanece.
Imagino o que aconteceu hoje no vôo da Air France. Um susto. E tchau. Duas centenas de pessoas não estão mais aqui.

Sobre o massacre na China, veja o que diz a Wikipédia:

As estimativas das mortes civis variam: 400 a 800 (segundo o jornal estadunidense The New York Times[1]), 2 600 (segundo informações não identificadas da Cruz Vermelha chinesa[carece de fontes?]) e sete mil (segundo os manifestantes[carece de fontes?]). O número de feridos se estima entre sete mil e dez mil[carece de fontes?]. Diante da violência, o governo empreendeu um grande número de arrestos para suprimir os líderes do movimento, expulsou a imprensa estrangeira e controlou completamente a cobertura dos acontecimentos na imprensa chinesa. A repressão do protesto pelo governo da República Popular da China foi condenada pela comunidade internacional.

Hoje, toda uma geração de chineses nem sabe que houve esse “incidente”.
O que será que nós, filhos das nações “democráticas” também não sabemos e sobre nossa própria história?

Cada vez tenho pensado mais em regras, destino, ato e consequência. E nos medos. Medos de ficar duro. Medo de perder nossas posses – o apartamento, o carro, a roupa, o status.

No fim de semana vi dois filmes ótimos. Os falsários, que levou o Oscar de Filme Estrangeiro no ano passado e é baseado em fatos reais. Judeus ganham regalias em campo de concentração para trabalhar numa gráfica dos nazistas com intuito de falsificar libras e dólares. Repensei certas teorias impublicáveis do meu pais sobre Hitler, sionismo e outras coisas. E pensei: o que eu faria? Muito provavelmente morreria antes de falsificar a primeira libra.
O segundo filme, o excelente documentário O Equilibrista. Quando passei uma temporada em NYC no ano passado, Fred, meu amigo, queria me levar para assistir. Ele já tinha visto. Mas foram tantas coisas que acabamos não indo. Vale um parêntese: Fred voltou hoje para o Brasil depois de três anos no mundo gringo. Fico feliz pela decisão dele.

O filme também levou um Oscar – o de melhor documentário em 2009. A história: em 7 de agosto de 1974, aos 23 anos, o equilibrista francês Philippe Petit atravessou os 80 metros que separavam as Torres Gêmeas de Nova York caminhando sobre um cabo de aço. Durante 45 minutos, foi e voltou oito vezes. Tudo a 400 metros do asfalto.
As torres gêmeas não estão mais lá.
Os amigos que, na época, driblaram a segurança dos prédios e conseguiram a proeza ou loucura do século se separaram depois do acontecido. Foi muita emoção. Foi tudo ao mesmo tempo. Foi o início e o fim.
Philipe, hoje com 60 anos, conta com entusiasmo tudo o que aconteceu.  E uma frase dele me abalou. Não dá para traduzir.

To me, it’s really so simple, that life should be lived on the edge. You have to exercise rebellion. To refuse to tape yourself to the rules, to refuse your own success, to refuse to repeat yourself, to see every day, every year, every idea as a true challenge. Then you will live your life on the tightrope

Quando perguntado sobre o perigo da aventura. Sobre as consequências dessa loucura, ele foi direto.

If I die, what a beautiful death!

Eu não sou cachorro não

sábado, 18 de abril de 2009

090418072646_petairways226b1Dica da Guta e que eu serei cliente!
Surgiu uma nova companhia aérea só para pets. O dono não é aceito nem no compartimento de carga…
No lugar dos assentos, Kennels.
E os bichinhos têm direito a usar o banheiro e contam com assistentes que conferem se tudo está indo bem com eles.
Nada mais justo. Hoje a cachorrada e e a gataiada viaja como se fosse uma mala. São jogados de um lado para outro. Não podem beber água… É uma tortura.

No mais, peguei uma gripe violenta. Acho que Minha professora de pilates foi quem me passou. Estou com tosse asmática, dor de ouvido…
Bela maneira de curtir um feriado…

E alguém viu o novo corte de cabelo de Marcelo D2? É o Cascão reencarnado. Depois que fez canção de amor para o Ronalducho, resolveu vestir o figurino…

Falta de assunto…
Fui!