Posts com a Tag ‘Barcelona’

Ex-bacana

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

bate

Dias quentes!
A agência bombando, os meninos felizes e trabalhando enlouquecidamente, eu achando prumo na vida. Recusando trabalho, com uma rotina mais animada (amanhã vou ao show do Arturo Sandoval – e vai ter post), perdendo aqueles malditos quilos extras do ano passado (foram 2 e faltam 2).
Tenho tido uns insights tão interessantes nessa fase. Se você tem mais de 30, vai me entender. Se não tem, prepare-se!

Sem fazer beicinho ou gênero, confesso: sou osso duro de roer. Sempre fui considerada “dura”, mas bacana como chefe. E olha que tive muitos funcionários abaixo de mim que têm o dobro da minha idade. Dizem que sou exigente para caramba. Em minha defesa, digo que corre sangue nas minhas veias. Quem consegue se aproximar costuma gostar. Que meiga! Devo ser uma coisa soft-power, papo da turma das Relações Internacionais! http://pt.wikipedia.org/wiki/Soft_power

Esse prólogo abilolado é para explicar uma característica que veio no meu DNA: autoproteção inconsciente. Eu nasci Mac, quase não pego vírus. Não tenho nada de Windows – hahahaha. Se sinto um movimento estranho, não sei como, eu fico alerta. Da fofoca maldosa no trabalho, passando pela roubada numa compra, ou por um bandido à espreita, não sei o que rola: liga um alarme interno. Tem a ver com o soft-power. Tem a ver com ser mineira. A gente – sem querer – dá corda para muita gente se enforcar. E, por outro lado, consegue muita coisa sem criar atrito.

Conto um causo. Uma vez em Barcelona, eu com 16 anos, saquei um cara estranho de olho em mim e minha mãe. Minha mãe, pastel de todo, falou que eu estava maluca. Então descemos numa estação, o cara desceu. Descemos na próxima parada, e o cara – que estava em outro vagão – desceu também. Pois a desconfiança virou perseguição maluca. Eu e minha mãe corríamos, trocávamos de plataforma e o doido também. Só parou quando entramos num vagão e saímos no último segundo. Ele ficou para trás mostrando uma faca de pirata… Coisa de louco.

Pois esses dias saquei uma história assim com um “amigo”. Sabe aquele jogo? Vem de mansinho, vai te enrolando na conversa, te envolve, cria algumas situações, você (quase) cai. Perigo!
Pois o que caiu foi a ficha.
Cortei do meu caderninho. Do meu twitter, do meu email.
Com dor no coração, mas cortei. É algo mais forte do que eu!

(…)

Eu sou mais Messi

quarta-feira, 27 de maio de 2009
Flagrante dos executivos que deram um perdido para ver o jogo

Flagrante dos executivos do CENU / SP que deram um perdido para ver o jogo

 

Cristiano Ronaldo, menos Ferraris, menos “modelos”, mais futebol…  Nem um gol enquando o baixinho argentino fez de cabeça…

 Ano que vem você tenta de novo. Rárárá.