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Capítulo 18 – Maioridade

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Acordou virada.
A empregada veio com as mesmas perguntas: cardápio do almoço, dinheiro para tal coisa.
Nem respondeu.
Beijou o filho, vestiu aquela roupa que teimava em não caber – e que, milagrosamente, coube – e saiu.
Sem direção…
Rodou pelos arredores.
Pompéia, Lapa, Vila Romana.
Olhava as caras sem face dos trabalhadores que saem todos os dias a caminho de um escritório com divisórias de PVC, paredes brancas, porteiro de terno azul marinho.
Viu os pontos de ônibus cheios.
Gente carregando sacolas aposentadas de supermercado.
Parou no farol de uma rua movimentada.
O carro chamou atenção de um grupo de bolivianos que tomava chá do lado de fora de um botequim.
Entrou.
Pediu um café e uma branquinha.
Misturou tudo, tomou sem fazer cara feia.
O sinal abriu.
Deixou dois reais sobre o balcão.
Nervosos, motoristas buzinavam.
Nem olhou para as caras sem nariz, sem olhos, sem boca.
Rodou mais um pouco.
Uma loja improvisada em uma casa velha, quintal com pomar.
Pediu pão de mel.
Comeu com calma.
Fechou os olhos.

Animada com a fuga, escolheu um caminho.
Correu no parque até que os pés ficaram cheios de bolhas de sangue.
Voltou para casa sem fome.

A conta

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Ele saiu com seu velho casaco.
O prazer em sentir o vento que corta tudo o que tenta enfrentá-lo.
Pelas ruas, procurava os poucos minutos de luz do sol.
Louco, chutava o ar, como que mandando o calor embora.
Era o frio de faca que buscava.
Num café que estava na moda, pediu algo frio.
A garçonete sugeriu sorvete.
Ele topou.
Ao lado, um grupo de mulheres cacarejava.
Como grãos de milho, ciscavam histórias de colegas de trabalho, Caras e outras conversas de salão.
Ele segurava o copo de sorvete entre as mãos como que para fazer baixar a temperatura.
As pontas dos dedos ficavam cada vez mais vermelhas enquanto o sorvete derretia.
Pediu a conta.
Pagou.
E saiu correndo a derrubar cadeiras, mesas, empurrar quem atravessasse seu caminho.

O casaco ficou para trás.

Catavento

domingo, 23 de outubro de 2011

pêlos

As flores de lá duram menos.
Aqui, voam idéias.
Se não fosse Santos Dumont, seria outra esta história?

Haveria cartas como as de 1999?
Menos dores de estrada, mais chás, cafés, mais sono, rede, maisena?
As luzes, quem as acenderia?
Os passarinhos encontrariam a janela?

Descontrolo tudo através da pequena tela.
Reencontro as cores, telefone.
Futuro?

Avião.
Tão incerto.
Quase sempre acerto.
Perto.

Fim de domingo.
Sempre que não penso,
(In)tenso.

Sobre a gentileza e o abuso

quinta-feira, 3 de março de 2011


Abrir o coração.
É mais um sacerdócio do que uma escolha.
Em tempos modernos, é rara exceção.

Quem entra em minha casa, sente cheiro de pão de queijo imaginário.
Café recém-passado.
Broa de fubá.

Geralmente todo esse começo brejeiro acaba em burro n’água.
É o “amigo” gringo que deixa a conta de celular de 500 reais de presente.
A antiga empregada que enterra o gato no lixo…

Em janeiro, contratei uma moça para trabalhar em casa.
Nova, magra, mãe de uma filhinha de 3 anos.
Recém-chegada da Bahia. Animada.
Lenta para algumas coisas, esperta para outras.
Fui com ela na creche pública da Vila Madalena.
Vibramos ao conseguir a última vaga disponível.
Esta semana, começaram as “aulas”.
E minha vida virou um inferno na torre.

Ela começou a chegar atrasada porque tinha que deixar a filha na nova escolinha.
Às 11horas, tinha que buscá-la. Na primeira semana é assim: tudo aos poucos, para a criança adaptar. ok por mim.
Pois meu travesseiro passou a ser o da menina. Minha colcha de piquê.
Meu bidê. Meu bolo de limão.
A casa, toda de pernas para o ar.
A cozinha numa bagunça total 24 horas por dia.
A TV de 5o polegadas.
E o banheiro sem papel higiênico.
Meu computador virou plataforma de dedo-martelo.
Minha cadeira foi arrastada corredor afora.
Minha comida acabou no prato da cachorra.
Para completar, conjuntivite.
Segunda-feira num olho.
Você tem água boricada? Eu, Rosa?
Terça nos dois.
9h e ela me liga da creche.
Iria passar no posto de saúde.
Chegou ao meio dia e meia com um atestado para faltar cinco dias.
Conjuntivite altamente contagiosa.
Com maldade, pensei: belo carnaval para você.

E eu, do alto do meu pão de queijo e do café quentinho, dei um chilique.
Contido, sem grito ou gestos.
Só falei.
Aqui, paga-se bem pelo trabalho.
Se você não aguentar a pressão, melhor encerrarmos.
Ela chorou a tarde inteira.

Minha casa de pernas para o ar.
O almoço foi 15h.
Não deixou as frutas pedidas.
Alice ficou apertada – a porta fechada.
Às 19h a casa mais ou menos. Foi embora.

Meu coração cheirou a café recém-coado de novo.
Quase descongelei aqueles preciosos pães da vovó.
Tomei meu banho quente.
Biscoitos de goiabada.
Piquei minhas frutas.
Liguei música clássica.

Como seria o Brasil se não fosse Casa Grande e Senzala?
Se todos tivessem boas escolas?
Se o metrô e os ônibus atendessem a todos?
Se o posto de saúde fosse sério.
Se a creche tivesse visão holística?
Meu blog existiria?
Ou seria enxovalhado em uma rua qualquer do Marais?

Paladar

sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Mineira em São Paulo

Mineira em São Paulo (=queijo francês)

Desde segunda-feira meu computador resolveu parar de trabalhar.
Eu o entendo perfeitamente…
A Apple é que poderia ter um serviço de assistência remota mais eficiente.
O fato é que, em Paris, meu telefone tinha acesso limitadíssimo a internet.
Aqui, a hora e a vez do computador.

Adoro como a semana voa em São Paulo.
E nunca tive a real noção de como o trânsito consome nossas horas preciosas.
Ele é como um gadget em sua estréia: rápido, intrigante… e com bateria que dura pouco.
No primeiro dia útil da semana, reuniao às 10h.
Meu carro estava no rodízio e me esqueci. Pedi para chegar meia hora mais tarde.

Sao Paulo em qualquer lugar

Reunião remarcada para o dia seguinte…
Coisas de São Paulo.
No dia seguinte, saí com folga de casa. E cheguei à reunião uma hora mais cedo.
A sorte (paulista e de principiante) é que a reunião teve que ser adiantada.
E teve que ser interrompida também.
Parti para um café com um amigo que trabalha ali perto.
E praticamente fechei um novo trabalho.

Depois tomei chá com a amiga querida.
E não consegui encontrar com a nova amiga.
Trânsito.
Sampa.
Eu resisto.
Eu gosto mesmo assim.

Ai ai ai.
Em dois meses uma pessoa sai de esquadro?

Ham’n eggs

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
tabasco em festa

tabasco em festa

Eu nao gosto de cachorro quente (18 anos de vegetarianismo), acho pretzel um horror… e nao sou fa de cafe (perceba que nao consegui resolver a questao dos acentos no teclado). Cafe gringo entao… Blergh!
Apesar do preco abusivo cobrado pelo cafe da manha neste hotel, tive que me render. Acordar, trocar de roupa, e enfrentar um vento gelado, a possibilidade de uma chuva com sensacao termica de 3 Celsius soh para economizar no cafe da manha…
Eu prefiro economizar no jantar – com uma daquelas maravilhosas sopas de copinho. A-do-ro!

Ontem, (imagino que) minha cara de estrangeira perdida e com frio comoveu o pessoal do Metro Cafe. Turcos, arabes e vizinhos me deram paozinho, ralharam com a caixa que me tratou com certo desdem, transformaram a pessoa Ana numa rainha da Lexington. E tudo por cinco dolares sem tip. Cheguei no hotel e fique me sentindo a ultima pipoca do saquinho.
Viu como eh facil me agradar?

Depois de um fim de semana intenso, percebi algumas coisas.
Uma frase ouvida na infancia me influencia profundamente. “Faca o que for mais dificil primeiro”.
Eu chego nos hoteis e jah desfaco a mala, jah dou um certo ar de lar para a assepsia dos quartos brancos com tudo branco. Tiro tudo, arrumo, peco mais cabides, mando roupa para a lavanderia, espalho Ana Pessoa.
O quarto de Miami, tenho certeza, eh maior do que minha casa – incluindo a garagem. Sala, cozinha modernete (o maximo que usei foi a geladeira que prepara sorbet e faz cheese cake sozinha – coloquei a garrafa d’agua para gelar), banheiro gigante, closet… Exagero totalmente a la Miami.
O de Manhattan eh aquele aperto tipico. Eh do tamanho do closet do de Miami – mas cheio de macetes para guardar as coisas. E tudo se acomoda bem. Fica fofo, charmoso. A minha amiga Mari veio aqui tomar uns free drinks comigo e logo falou: seu quarto tem astral de casa. Culpa de um mini-Mickey que comprei para a irma pequena.
Enfim, essa reflexao pula a primeira: como nos adaptamos em ambientes tao diferentes. Eu, pelo menos, tenho essa caracteristica… Faco da minha caverna uma Casa Vogue para ninguem botar defeito.
A segunda reflexao, sobre as coisas dificeis, diz respeito a tudo. Eu primeiro faco o que nao me da prazer (compras de eletronicos para os irmaos, creme para a vovo, etc, etc, etc) e, depois, relaxo.
A semana hoje comecou bem mais light depois que cumpri essas obrigacoes todas (jah a conta bancaria conta com a solida ajuda do bonus anual).

E a terceira coisa que ficou martelando em minha cabeca foi a vontade de escrever + timing ou time to market (esses estrangeirismos sao otimos algumas vezes). Escrever eh mesmo um touro indomavel.

Hitchcock
Hitchcock

Eu passo o dia pensando em “pautas” para o blog. Nao raras vezes eu vou construindo a historia na cabeca. Mas se nao escrevo logo, a ideia perde a forca. Quem me acompanha sabe que tudo eh sempre uma bobagem danada com molho de piada, mas sao bobagens necessarias para mim. Terapia de graca. E um narcisismo estranho – afinal eh uma leitura publica.
Escrevo e olho para a janela. Meu vizinho esta de frente para o vidro, consultando revistas, papeis, falando ao telefone. Provavelmente eh hospede (o predio do outro lado da rua eh um misto de hotel com residencial). Eu aqui, de camisola, postura ereta, sem a menor cerimonia. Ele la, brigando com alguem, rodando de um lado para outro – de camisa e gravata.

Duas coisas intrigantes.

Por que americano chama rico de “saudavel”. Saude e riqueza, miseria e doenca?  Geralmente o rico nao tem muito de saudavel… E o pobre tambem nao… Acho muito feio esse sinonimo inventado – alem de preconceituoso.

Por que americano compra tanto? Sera que falta alma? Ontem foi o ultimo dia de liquidacao na Saks e na Bloomingdales. Eu so vi sacolinha preto e branca e sacolao de papel pardo rodando pela cidade. Coisa de louco.

kit de sobrevivencia

kit de sobrevivencia na selva

Ah! E para fechar com uma ideia que esqueci de desenvolver. O cha! Adoro os chas que tomo aqui. Todos naturais, saborosos, alimentos para o corpo e a alma. Vc coloca agua quente e a vida muda completamente. Estou achando o cha do hotel tao gostoso e tao lindo que deixei de tomar os da tarde para guardar os saquinhos e levar para casa (eu sei, eu poderia comprar uma caixinha, mas a graca e outra). 

Guardo os saquinhos para tomar quando o furacao tiver passado e Manhattan ficar distante demais das minhas posses. Como a cena que vi ontem: um mendigo com dois sacos de plastico repletos de quinquilharias, sentado com modos muito finos em frente de um predio muito moderno comendo com muita elegancia um saquinho de M&Ms. (O cha da foto ao lado eh de menta com laranja)

Em tempo: como eh otimo acordar as 5 da matina!

Ninguém escapa

domingo, 15 de novembro de 2009

bowie

Eu estou numa fase retrô.
Bowie, Baudelaire, Iggy, óculos de abelha (se bem que esses são de 2005 – já estão ficando retrô de fato).
No visual, algo no meio do caminho.
Não gosto dessa onda calça skinny+allstar da turma que tem menos de 30.
Eu acho que roupa tem que ser confortável. E não dá para ficar confortável embalado à vácuo.
Daí cair de amores por Leger.
A redescoberta do mago em pleno século XXI resvalou um pouco na cafonice.
Dá para ser menos perigosa perua e mais elegante com HL.

Mudando de moda para leituras, ando muuuuuuuito retrô.
Baudelaire está na minha cabeceira.
Vou lendo sem pressa.
Mas tenho voltado aos gregos.
E amando Shakespeare cada vez mais.
Não dá para segurar a onda de “Os 50 pirulitos que você tem que provar antes de morrer” ou “O código de não sei o quê”.
O último de Saramago… Confesso… Gosto da figura, mas não gosto da literatura.
E antes que você me chame de retrô(grada), eu gosto sim dos programetes de Anthony Bourdain.
O do Laos foi sensacional. Eu editaria a parte boba da visita à caverna.
E acho que o gringo foi mal assessorado quando esteve no Brasil.
Ir em escola de samba paulista (!).
Fora de senso.
É como pegar onda em Belo Horizonte e passar o dia no shopping no Rio.

Tudo isso para dizer que férias é tempo de comprar livros novos.
E como eles são baratos fora do Brasil.
Quero ler o famoso “Kitchen Confidential: Adventures in the Culinary Underbelly”
Quero comprar mais alguns de Cortázar. (Tenho e li feliz 2 comprados por um punhadinho de pesos em Buenos Aires).
Não quero ler o “novo” de Nabokov.
Quero dicas. Do Líbano a Niterói.

E, claro, tudo quando der vontade.
Entre uma vodka e um café forte.
Porque para onde vou, meu passado me condena (e muito)!
Eu tenho certeza de que vim ao mundo mineira para não cair de vez na boemia.
Mineiro é assim: 8 ou 80 – com forte tendência para o 8 e uma renitência nos “80”.

E dá-lhe 80!
Com ruga, malandragem e um certo voyeurismo.
Porque o álcool e o escracho são permitidos.

Foto criada em 2009-11-15 às 18.09

Recebido de uma amiga / e não há por que traduzir

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

friends

L’histoire d’un pot de mayonnaise et de café…

Quand 24 heures ne te semblent pas suffisantes… quand tu as trop de choses à faire, pense à cette histoire! Il était une fois un professeur de philosophie, qui, devant sa classe, prit un grand pot de mayonnaise vide, et sans dire un mot, commença à le remplir avec des balles de golf. Ensuite, il demanda à ses élèves si le pot était plein. Unanimement, ils furent d’accord pour dire que OUI. Puis le professeur prit une boîte de billes, et la versa dans le pot de mayonnaise. Les billes comblèrent les espaces vides entre les balles de golf. Le prof redemanda aux étudiants si le pot était plein. A nouveau, ils dirent OUI. Le professeur pris un sachet rempli de sable, et le versa dans le pot de mayonnaise. Le sable remplit tous les espaces vides. Et de nouveau le prof demanda si le pot était plein.

De nouveau les étudiants répondirent OUI. Ensuite le prof ajouta deux tasses de café dans le contenu du pot de mayonnaise. Et le café combla les espaces entre les grains de sable. Et les étudiants se mirent à rire… « Je veux que vous réalisiez que ce pot de mayonnaise représente la vie.” dit le prof. « Les balles de golf sont les choses importantes, comme la famille, les enfants, la santé, tout ce qui passionne. Notre vie serait quand même pleine, même si on perdait tout le reste et qu’il ne nous restait qu’elles. Les billes sont les autres choses qui comptent, comme le travail, la maison, la voiture, etc. …. Le sable représente tout le reste, les petites choses de la vie… Si on avait versé le sable en premier, il n’y aurait plus eu de place pour rien d’autre, ni pour les billes ni pour les balles de golf. C’est la même chose dans la vie. Si on dépense toute notre énergie et tout notre temps pour les petites choses, nous n’aurons jamais de place pour les choses vraiment importantes comme jouer avec ses enfants, aller chez le médecin, dîner avec son conjoint, faire du sport ou pratiquer ses loisirs favoris… Il restera toujours du temps pour faire le ménage, réparer le robinet de la cuisine… Etablissez des priorités, occupez-vous des balles de golf en premier, des choses qui importent vraiment, le reste n’est que du sable. » Un des étudiants leva alors la main et demanda ce que représentait le café.   Le professeur sourit et dit : «C’était juste pour vous démontrer que même si vos vies peuvent paraître bien remplies, il y aura toujours de la place pour une tasse de café avec un ami. »

Em tempo: o livro de que falo no post abaixo é de tradução de um ilustre visitante do site. Hugo Langone. Très chic!

Twitter, yes, we love!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Excelente dica e eu estou publicando sem saber se pode…

http://cdnqa.hubteam.com/State_of_the_Twittersphere_by_HubSpot_Q4-2008.pdf

Eu adoro o Twitter. É como uma festa.
Vc se joga numa rede de gente nova.
Uns ficam, outros vão…
A gente discute sobre café.
Descobre um cara falando mal da empresa para a qual você trabalha.
Pega dicas de um novo aparelho celular.
Um conta o que comeu.
Eu conto que bebo e corro 7km depois.
E surgem históricas típicas de realismo fantástico.
Como essa abaixo:

http://tinyurl.com/cpfha3
calico

A moça comprou um sofá usado.
E ouviu por dias um ruído esquisitíssimo na casa.
Terça passada, o namorado sentiu algo andando dentro do sofá…
E adivinhem quem estava morando dentro do sofá? Uma gata de nove anos! Morta de fome e de sede.
Mas a história não termina aí.
A moça procurou a loja que vendeu o sofá.
A loja não tinha o contato da pessoa que vendeu o móvel.
Ela então levou a gata para um abrigo que botou a história na mídia.
O dono da gata ficou sabendo…
E foi procurar a bichana que – vejam só – havia desaparecido na mesma época em que o cara vendeu o sofá…
Callie, a gata do sofá, virou conto moderno… Via twitter.

Ah, e a gata tem uma combinação de cores que, em inglês, é chamada de “calico”. É essa do desenho… Preto, amarelo e branco.
Twittando e aumentando o vocabulário…

Em tempo, o G1 descobriu a história e postou. Twitter saiu na frente…

Abaixo, foto da gata Callie e o link para a matéria do G1.
019205755-ex00
http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1041996-6091,00-AMERICANA+COMPRA+SOFA+E+DESCOBRE+GATA+MORANDO+NO+INTERIOR+DA+PECA.html