Posts com a Tag ‘calor’

Meu casaco de general

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Acordei mais tarde, não ri das graças da macacada, mandei a tropa ao trabalho e fui fazer as minhas tarefas.
Dia produtivo, sem muita conversa ou poesia.
Segunda-feira.

Penso que as liberdades que damos e que de nós são tomadas configuram-se grande mistério.
… limites.
… respeito.
Na prática, a vida é luta.

Todo tempo e toda hora, com sol escaldade lá fora e chuva aqui dentro.
O dia, apesar da minha rebeldia que insiste em acreditar na doçura do caos, foi bom.
E cá estou sozinha às 17h31 fugindo para blogar e sonhando com goiabada cascão.

E que se cumpram as novas ordens.

assim, assim

Sal, sol, chuva

terça-feira, 12 de julho de 2011

Sal com chuva, esqueci minha sombrinha.
Ar condicionado desligado, o gato derrubou água no computador, no celular, no iPad.
Acordar muito cedo pode resultar em horas demais.
Prometo todos os dias ganhar massagem, rir do que vier e não esquecer o telefone no carro.
Chuva com calor?
Casamento do Alaor? Ou Babilônia de Nabucodonosor?
Quando menos se procura, mais se acha e no final se perde tudo de novo?

Mistérios da caixinha de jóias – você não precisa responder nada.
Mas que essa sopa de letrinha diz muito… Diz.

Um mercado com pedido de cerveja gelada

Andanças arqueológicas

domingo, 10 de julho de 2011

Centro da cidade, serra, praia. O fim de semana foi de muita exploração interna e externa.
No centro, pontos históricos e pontos folclóricos.
A rua do comércio local, rua das Calçadas…
Um mundaréu de gente e a invasão chinesa.
Angariei um mosquiteiro de 12 reais no camelô.
Fico louca para me misturar e, quando chego, sou transformada em um ser estranho à multidão. Não sei se é o branco da pele o preto do cabelo, mas ou é gringa… Daqui não é.
Talvez a roupa, o pensamento…
Suei feito tronco de seringueira.
Depois, Ilha do Leite.
Mercado com muita cerveja e charque.
Padaria sensacional.
Almoço em Gravatá – uma coisa quero ser Campos do Jordão.
E, para rebater, Porto de Galinhas com maré alta.
E aí, vida, para onde mais iremos?

Lights on

quarta-feira, 6 de julho de 2011

ciesta na rede ou "aclimatação relâmpago"

Enquanto São Paulo trinca no frio, o inverno de chuva e calor deu brecha para um dia com sol, passeio na praia e um olá ao comércio local com direito a picolé de banana.
Desde segunda estou matriculada na top academia local.
É uma delícia mergulhar numa cultura diferente da usual. E numa piscina poderosa!
Mulheres com muitos filhos, elite endinheirada, professores que admiram as novas técnicas de São Paulo (e não sabem que são melhores do que muita gente de lá)…
Gente que não te pergunta onde você trabalha.
(…)
Mocinhas lindas e loiras de farmácia, café da manhã na padoca?
Nada disso, na lanchonete dos chiques e famosos.
E os carros?
Parece um clip de rap americano.
Gigantes, pretos ou brancos, seguranças…
Ao sermos ofuscados pelas estrelas, ré e POW!
Um taxi ganhou um reparo no parachoque.
E ficou intrigado com o pedido de três orçamentos.
Passada a raiva e o momento arretado, já enviou dois. O mais barato de 120 pratas.
Conclusão: a academia é mais cara, a batida, não.

E a vida do lado deste trópico tem um tempo diferente.
Acho que começo a entender que a tal da pressa…
Bem, deixa para lá.

Café com bolo?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Um pedacinho?

Saído diretamente do maravilhoso mundo do bolo de caixinha, um dia e tanto.

Acordei tarde – dormi mais tarde ainda.
O calor escaldante fazia com que o banho gelado fosse obrigatório e repetido três vezes ao dia.
Um momento salão incluído no cardápio.
Flores e uma batida chatinha na minha roda – que bom é não ser homem e só falar: “ooops“.
No estacionamento, 20 minutos de explicação para a turma.
– Não, não estou mais na Berrini, trabalho em casa.
Desconforto básico ao ver que os dois ouviam uma explicação diferente:
– Virei madame, agora só faço bolo de coco e bato a roda liga leve do meu carrão no meio fio da Dr.Arnaldo.
Seu Creisson, não traduz, please!

No almoço, comida de sexta-feira. Macarrão com macarrão.
Nada de saladinha, frutinha, saudezinha e vitamininha.
Flores do campo.
Girassóis.
Minha Mafaldinha chega na latinha.
Roupa de cama florida para dar um ar caipira a São Paulo.
Banho na Alice.

Mais uma rodada de mil conversas com fornecedores.
– Pois é, cara, o cliente ainda não deu retorno e, se você não puder segurar o orçamento, paciência.

Bolo de caixinha.
Coco gelado.
Vai ficar perfeito com meu sorvete que veio por engano.
Crocante da La Basque.
Facebook.
Mais um momento de superexposição narcisística.
Flores, gatos, bolo e outros quitutes.

Calor.
Calor.
Calor.

Banho gelado.

Sexta-feira abre alas e me traz uma chuvinha de verão. Vontade de sair para a rua.

Chá com pão árabe, coalhada seca e azeitona preta.
Penso no bolo e digo: “até amanhã”.
Vejo a série francesa no GNT e falo francês, com biquinho, sozinha em casa.
O roteiro é sempre o mesmo:
– Je ne parle pas très bien le français, mais je comprends ce que vous dites. Si vous ne parlez pas trop vite …
Ah … J’ai étudié deux ans et j’ai passé près de trois mois à Paris. J’écris mal et ma grammaire est mauvaise.

Calor.
Mais um banho.
Bolo na geladeira.
Bolo de coco.
Sexta-feira balzaca.
Sem álcool e sem censura.

Dramin®

domingo, 19 de dezembro de 2010

Esse blog trocou um biquíni por picolé.
Esse blog ficou em dúvida entre verde, onça ou preto.
Esse blog comeu uma salada de fruta.
Esse blog tomou banho gelado porque não tem ar-condicionado.
Esse blog anda cansado.
Esse blog tem altos e baixos de humor.
Esse blog ouve a gata no cio lá embaixo.
Esse blog quando não escreve fica desanimado.
Esse blog.


Ah, ele é muito enjoado.

Casa!

domingo, 14 de junho de 2009

photo-1911

 

Volta para casa.

Contei 51 picadas de mosquito. Pernas e costas.

Busquei Alice em São Roque.

Cheguei em casa, banho na cachorra. Banho em mim.

Desfazendo mala.

Fazendo compra de supermercado via web.

Gatos carentes.

Preguiça de tudo.

Frio para caramba.

Deixei todas as fotos incríveis em Salvador.

Só semana que vem posso mostrar minha redescoberta da cidade (que não mudou nada desde que morei por lá em 1998) A cidade está mais feia e tudo parece congelado no tempo. 

 

Fui!