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Dia 2 – Sobre insetos e falsas esperanças

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Tudo o que havia em um (!) armário

Reforma é aquele lugar comum e uma unanimidade: algo chato e caro.
Hoje foi dia de esvaziar armário.
Amanhã, mais esvaziamentos e o surgimento de uma porta.
Sairei do meu quarto para dormir no de hóspedes.
Minha cama poderosa será aprisionada em um gigante plástico-bolha.

E a vida lá fora continua, com manhãs nascendo frias e tardes com sol gostoso.
Na janela do escritório, a visita da sorte.
Joaninha. Um nome tão delicado que surgiu na idade Média quando pragas assolavam as plantações.
Rezaram à Virgem Maria e “Ladybug” apareceu. Logo foram chamadas de “The Beetles of Our Lady”. Lady Beetles, ladybirds, ladybugs.
Há várias lendas em torno do inseto.
Que traz sorte, que leva embora o mau agouro.
Se pousar no lado direito do peito, é casamento.
Se tiver mais de 7 pintinhas, é filho.
No meu caso, pousou na janela é obra que termina rápido.
(acabei de criar).
Quer saber como é em outras línguas/países? (Grifei minhas prediletas)

Aceleradora de reformas

“Glückskäfer” – Austria
“Slunécko” – República Checa
“Mariehøne” – Dinamarca
“LadyBird” – Inglaterra
“Leppäkerttu” – Finlândia
“Coccinelle” – França
“Marienkafer” – Alemanha
“Paskalitsa” – Grécia
“Lieveheersbeestje” -Holanda
“Katicabogár” -Hungria
“Coccinella” – Italia
“Tentou Mushi” – Japão
“Da’asouqah” -Jordânia
“Mudangbule” – Coréia
“Kumbang” – Malasia
“Mariehøne” – Noruega
“Biedronka” – Polônia
“Buburuzã” – Romênia
“Bosya Kopovka” – Rússia
“Pikapolonica” – Eslovênia
“Mariquita” – Espanha
“Nykelpiga” – Suécia
“Ugurböcegi” – Turquia
“Ilsikazana Esincane” -Zulu