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Astronauta libertária

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Sensacional a nova propaganda da Louis Vuitton. Uma empresa antenada e que sabe que “consumo de luxo” significa campanha à altura. E que altura. No espaço!

Na onda dos viajantes espaciais, Mahmoud Ahmadinejad é o Bush do Irã. Também frauda eleição e parte para o abraço. Hoje na CBN o melhor comentário foi de Reginaldo Nasser, coordenador do curso de Relações Internacionais da PUC-SP. Segundo ele, o Irã chega a ser mais “democrático” do que muitos países árabes (como Egito país que deu um chocolate na seleção brasileira hoje). Segundo ele, as mulheres têm importante participação na vida política do país, a internet e celulares estão espalhados pelo país, tem grande comunidade judaica, e o presidente acaba tendo menos poder. É um ponto de vista um tanto ousado que revela que – a despeito da inimizade EUA-Irã – há mais trevas nos países árabes do que imagina nossa vã filosofia.

Ainda para colocar fogo na burca, Netanyahu aceitou pela primeira vez a possibilidade de pátria palestina – mas desde que sem exército.
Alguém aí estudou catecismo? Você se lembra da Palestina, menino?
A Palestina é uma estreita área situada entre a África e a Ásia, funcionando como uma espécie de ponte – especialmente de comércio – entre estas regiões. Na época do menino Jesus, tinha cerca de 650 mil habitantes, e encontrava-se dividida em áreas menores: Judéia, Samaria e Galiléia, à oeste; Ituréia, ao norte; Gualanítade, Batanéia, Traconítide, Auranítide, Decápole e Peréia, à leste e Iduméia ao sul.
palestinaA Palestina, durante as vidas de Jesus e de Paulo, foi governada, principalmente, pela Dinastia Herodiana. Em 63 a.C. Roma conquistou a Palestina. Hircano, um dos descendentes de Simão Macabeu, foi recolocado ao trono por Júlio César, que institui a Antípatro, ou Antípater, natural da Induméia, como seu procurador. Foi um dos filhos de Antípatro, Herodes, que acabou por fundar a nova dinastia judaica, a dos herodianos, e manter a região independente por mais algum tempo.
As questões internas da comunidade judaica, mesmo sob a administração romana, eram resolvidas pelo Sinédrio, tribunal presidido pelo sumo-sacerdote e formado por 71 membros.
Ainda que Roma tenha procurado manter as estruturas locais anteriores à conquista e tenha respeitado a idiossincrasia judaica no tocante à diversos aspectos, a dominação romana implicou na progressiva romanização e helenização e na cobrança de inúmeros impostos diretos e indiretos. Por isso, surgiram movimentos de resistência armados, como os zelotas.
Pouco a pouco grandes parcelas da população foram mobilizadas contra o controle romano, o que resultou no embate militar que durou de 66 a 70 dC e é conhecido como Guerra Judaica.
Estes acontecimentos foram fator decisivo no rompimento definitivo entre judeus e cristãos. Com a destruição do Templo, cessaram os sacrifícios. O culto nas sinagogas ganharam importância, sendo dirigidos pelos Rabis fariseus. A Judéia tornou-se província romana, na qual se encontravam duas legiões estacionadas. Contudo, as revoltas não cessaram.
Bem, tudo isso para dizer: a turma comprou as terras com a aprovação da ONU e dos Americanos e agora quer jogar cal na história… Eu já li essa história antes… E deu no que deu com os romanos…

No campo da política da terra das bananas, só uma pergunta: o que estão esperando para mandar o Sarney passear? Nomeou duas sobrinhas, patrocinou os “atos secretos”… Ele bem que poderia ser garoto-propaganda da Louis Vuitton. Com a verba que tem para si e seus familiares, poderia patrocinar sozinho nosso programa aeroespacial brasileiro.