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Capítulo 25 – Táxi

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Cada mergulho, um flash

Uma americana a serviço de empresas da Nova Zelândia.
Um encontro informal – marcado.
E um passado – quem diria? – em comum.
Enfrentaram a mesma empresa.
A garotada nervosa e sem talento.
Aquele CEO alemão conhecido pela grosseria.

As duas se olharam – disseram pouca coisa sobre o assunto.
Estava tudo muito claro.
Uma experiência e tanto.
Uma nos EUA, outra no Brasil.

Elas se cansaram de tanta gritaria.
Hoje ganham mais e vivem melhor.
Ainda viajam pelo mundo.
A americana recruta profissionais de ponta e que sejam preocupados com a sustentabilidade corporativa.
Gente do bem para crescer sem puxadas de tapete e ataques de ego.

Pegou o táxi pensando…
Mundo pequeno.

O blog da Bethânia, Liz Taylor e o misto da padoca

quinta-feira, 24 de março de 2011

O mundo é mesmo animado.
Atire a primeira pedra o motorista que, num sinal (farol se fores paulista) vermelho, olha para o lado e vê o vizinho limpando o salão na maior naturalidade.
E a naturista americana que, para facilitar, saiu logo pelada e esqueceu o GPS?
Ficou presa a 150 metros de altura numa montanha e o bombeiro ainda teve que levar uns panos para carregar a moça pendurada no helicóptero… Não, claro, sem antes tirar uma foto do mico que rodou os sites internacionais.
De americanos em americanos, vamos para a vovó com mais de 90 que mandou bala no vizinho porque exigiu e não levou um beijo na boca.
E o troglodita austríaco ex-governador da Califórnia que chamou os brasileiros de mexicanos?
Somos todos xicanos mesmo, pode esculhambar.
Sem se cansar, defendeu a energia nuclear.
Eu, sinceramente, penso que devem instalar usinas lá para os lados de Hollywood – iria dar mais dinheiro do que filme.
E, com certeza, seria um estouro de bilheteria!
Hoje sofri forte preconceito em minha aula de hidroginástica geriátrica.
A colega, incomodada por ficar para trás na corrida, falou que aquela turma era para a terceira idade e quem fosse rápido que procurasse uma pista de F1…
Fui rir da vovó e engoli água!
Ai, o povo fala de Elizabeth que será enterrada perto de Michael.
Feliz da doida que viveu metade do que a inglesa de olhos cor de violeta.
E as maravilhas da desigualdade de renda?
Em São Paulo, você come fora, recebe a conta de 300 reais e paga só 50.
É só esperar a quadrilha que anda fazendo a limpa nos restaurantes.
Pague 50 para o bandido e dê banana para o restaurante.
Afinal, já dizia o ditado: “ladrão que rouba de ladrão…”
Se você não tem 50, o misto da padoca é muito econômico.
Peço um para mim e vem tanto queijo e presunto que alimento a cachorra e o gato.
Se é saudável eu não sei…

E eu apoio totalmente o blog da Bethânia. Se entrar na lei Rouanet, vou doar meu IR todinho para ela fazer rimas ricas…

Atenção

terça-feira, 4 de maio de 2010
voto consciente

voto consciente

Dizem que, quando queremos comprar um modelo específico de carro, passamos a ver mais e mais desse modelo nas ruas.
Quando gostamos de uma música, ela toca nas rádios com mais frequência…
O psicólogo William James (1909/1981) afirmava que a experiência de um indivíduo não é constituída por todos os acontecimentos do meio, mas, sim, por aqueles em que há interesse do indivíduo. Presta-se atenção àquilo que se escolhe dar atenção. Dessa forma, existe uma espécie de filtro que seleciona aspectos do meio e torna o sujeito ativo no controle de suas experiências.
Não fora assim, não seríamos humanos vivendo em sociedade…

E, para os brasileiros e latinos atentos, hoje no G1, o assunto (para variar) era discurso do Lula.

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (3) que as eleições de outubro serão uma oportunidade para preparar a transição do Brasil da condição de economia emergente para a de potência global.”

E essa transição para além do discurso?

Por que os Estados Unidos  e a British Petroleum não conseguem controlar o vazamento de petróleo no Golfo do México? São 700 mil litros por dia… Porque nenhum país sabe, mesmo ricos, poderosos ou que quer que pensem que são ou serão um dia.

O que um desastre como esse nos ensina: a falar menos e planejar mais…
Na CBN, um comentário muito bom do Sérgio Abranches. Aperte o play.

Nos últimos dias, além de maratona, compras e churrasco (sou vegetariana!), o assunto – como o de todo mundo que tem uma conta para pagar foi trabalho.
O trabalho é o maior paradoxo da criação dos homens.
Amamos, odiamos, fugimos, afogamos – seja qual for o verbo, trabalhamos e muito.

E quem vive em São Paulo e não ouviu falar do Alfredo Assumpção da Fesa, precisa já fazer audometria.
Alfredo envia um texto e minha atenção vai lá com seu dardo certeiro.

O comando do mundo dos negócios pertencerá a quem tiver maior competência de gestão de capital humano.
“Pessoas não são commodities”. Precisam ser tratadas como seres humanos completos, incluindo seus sentimentos, suas crenças, valores e atitudes.

Nas próximas eleições, escolha bem seu candidato.

YES, WE GET ARREST

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

 

Tá na internet: o artista Shepard Fairey, criador do poster Hope para a campanha presidencial de Barack Obama, foi preso na última sexta-feira (6), acusado de fazer pichações em propriedades públicas de Chicago (como a  linha de trem que passa pelo rio Charles, perto da Universidade de Boston). O artista foi liberado horas depois da prisão, após pagar fiança. Fairey já foi detido várias vezes sob a mesma acusação…obama

Se fosse no Brasil, o fofo ia ficar uns quarenta dias preso e iria ser solto com piolho e outras cositas…

blagojevichHoje, enquanto corria meus sete quilômetros protocolares, assisti ao David Letterman que, no dia 03 de fevereiro, entrevistou o Rod Blagojevich, ex-governandor de Ilinois que tentou vender a vaga deixada por Barak Obama no senado americano. Como vocês já sabem, depois de afirmar que não iria renunciar nem ao menos pedir desculpas pela falcatrua, o cara sofreu impeachment – e nunca mais poderá se candidatar pelo Estado de Ilinois – e responde a processo criminal.

Pois bem: há semanas David vem pichando o cara. Mas pegando super, híper pesado. E quase parei de correr para acompanhar com calma o grande encontro. Do começo do programa até a entrevista, David Letterman tripudiou do cara sem o menor pudor – foram dois blocos só de piadas em cima dele.  Finalmente, ele vai ao palco e David dispara: “O que vc está fazendo aqui?”. A resposta: “Eu sempre quis vir ao seu show, pelo menos o Impeachment me permitiu isso” e por aí foi. David fez perguntas diretas, duras e não deixou o cara relaxar. O ex-governador pagou o maior mico. Não soube responder… Enfim, foi realmente um Late Show.

Não curto a cultura americana, demorei 3 décadas para pisar em solo dos gringos –  fui para ver o declínio de Bush in loco – mas tenho o maior respeito pela imprensa deles.  Infelizmente não consigo imaginar um Jô, uma Marília Gabriela, uma Ana Maria Braga (hahaha) fazendo isso. Aqui, a memória é curta e, certo ou errado, quem tem grana, manda… Nossos jornalistas gostam é de sair na Caras.

Para assistir na íntegra:
http://lateshow.cbs.com/latenight/lateshow/dave_tv/highlights/index/php/bigshowhighlight.phtml

E vamos ao terceiro assunto do dia: “ene”. Isso mesmo. “Ene”.

Quem é o pai ou a mãe que tem coragem de botar o “ene” no nome dos filhos? Flaviene, Luciene… Isso é muito brega. É jeca tatu demais.  Se vc se chama “ene”, pode deixar recado indignado. Parece que tem um N mal colocado… Acho que “ene” e pior que “ely” – Franciely, Lucyely… Melhor chamar Flávia, Luciana. Que N ridículo…

Enfim, cada um com suas idiossincrasias…