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Oh wow, oh wow, oh wow

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Em tempos de mortes de Jobs e outros famosos do Vale do Silício, vai a dica:

Quando eu morrer, não mande mensagens no meu blog, no Facebook.
Não aperte o botão de “like”.
Não me mande recado relembrando a nossa amizade.
Não publique aqueles momentos íntimos na internet.
Não coloque no youtube minhas matérias da TV.
Não escreva um post, não “twitte” uma frase.
Não publique uma foto.
Não releia aquele texto.

Sabe o que é?
No além, dizem, não tem rede wi-fi.
Os mortos não costumam ler nem responder nada que não pinte numa mesa branca.
E também, tive notícia, não curtem muito essa coisa de tag na foto.
Eles não estão mais aqui, sabemos, mas não precisa avacalhar com o defunto.

Se puder, toque aquela canção.
Cante.
Jogue papel picado da janela.
Chute 3 ou 4 baldes.
E, claro, tome uma por aquela que não deixará nada para a posteridade.
Ela, definitivamente, não foi santa.
E disso muito se orgulhou.

(em tempo: fica proibido todo e qualquer minuto de silêncio em jogo de futebol, show de rock e correlatos)

Café com bolo?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Um pedacinho?

Saído diretamente do maravilhoso mundo do bolo de caixinha, um dia e tanto.

Acordei tarde – dormi mais tarde ainda.
O calor escaldante fazia com que o banho gelado fosse obrigatório e repetido três vezes ao dia.
Um momento salão incluído no cardápio.
Flores e uma batida chatinha na minha roda – que bom é não ser homem e só falar: “ooops“.
No estacionamento, 20 minutos de explicação para a turma.
– Não, não estou mais na Berrini, trabalho em casa.
Desconforto básico ao ver que os dois ouviam uma explicação diferente:
– Virei madame, agora só faço bolo de coco e bato a roda liga leve do meu carrão no meio fio da Dr.Arnaldo.
Seu Creisson, não traduz, please!

No almoço, comida de sexta-feira. Macarrão com macarrão.
Nada de saladinha, frutinha, saudezinha e vitamininha.
Flores do campo.
Girassóis.
Minha Mafaldinha chega na latinha.
Roupa de cama florida para dar um ar caipira a São Paulo.
Banho na Alice.

Mais uma rodada de mil conversas com fornecedores.
– Pois é, cara, o cliente ainda não deu retorno e, se você não puder segurar o orçamento, paciência.

Bolo de caixinha.
Coco gelado.
Vai ficar perfeito com meu sorvete que veio por engano.
Crocante da La Basque.
Facebook.
Mais um momento de superexposição narcisística.
Flores, gatos, bolo e outros quitutes.

Calor.
Calor.
Calor.

Banho gelado.

Sexta-feira abre alas e me traz uma chuvinha de verão. Vontade de sair para a rua.

Chá com pão árabe, coalhada seca e azeitona preta.
Penso no bolo e digo: “até amanhã”.
Vejo a série francesa no GNT e falo francês, com biquinho, sozinha em casa.
O roteiro é sempre o mesmo:
– Je ne parle pas très bien le français, mais je comprends ce que vous dites. Si vous ne parlez pas trop vite …
Ah … J’ai étudié deux ans et j’ai passé près de trois mois à Paris. J’écris mal et ma grammaire est mauvaise.

Calor.
Mais um banho.
Bolo na geladeira.
Bolo de coco.
Sexta-feira balzaca.
Sem álcool e sem censura.

Tacones lejanos

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Foi com esses que fui...

Um almoço grátis e um papo com um amigo espanhol que veio se aventurar por aqui e ficou.
Uma parada estratégica na Sak’s e dois novos pisantes de sola vermelha.
Uma corrida até Times Square e o filme sobre o Facebook.

“The Social Network” segue a história contada em revistas…
O menino Mark Zuckerberg (26 anos), que conheci pessoalmente no ano passado, parece o autista que pensei que fosse. Até a metade do filme, não faz uma triste figura como pintam as críticas. Ele dá o cano nos gostosões de Harvard e desconfio que 90% da população acha isso ótimo…
É quando ele engana o amigo e financiador do que viria a ser o Facebook que a imagem de nerd-daltônico dá lugar à imagem de mau caráter, manipulador e bandido sem moral.
Sendo o amigo traído um brasileiro, imagino que a coisa vá ficar quente na estréia em Sampa.

O filme é bom, a história não é nova.
O que me bateu é que saí com a sensação de “Vale a pena ver de novo”.
Acho que já conheci e já trabalhei com gente que tem essa mesma mentalidade e, certamente, menos sorte e talento.
Não é algo para se gabar.

Filme visto, fiquei com vontade de comprar o livro The Accidental Billionaires do Ben Mezrich…

Bastidores da criação de empresas de tecnologia turbinados com ficção bem ao estilo americano.

o salão do Daniel

Engraçado é notar que os tradicionais excluídos, quando incluídos, costumam virar monstrengões.
De perto, quase ninguém é do bem?
Recordo-me de um coordenador que tive em minha equipe.
Um baixote com calvície no estágio 2 (quando não dá mais para disfarçar)…
Ele daria a mãe para ser CEO de qualquer coisa, até da cooperativa de engraxates do rio Guaíba. Sorte do mundo que o menino só tem ambição e nenhum talento.

Depois de ficar com o filme sobre os nerds do mundo digital rodando em minha cabeça, uma aventura gastronômica daquelas.
Daniel Bouloud com “D” maiúsculo!
6 pratos harmonizados com vinho.
Comida que não acaba mais.
Blazer é obrigatório para homens e, como bons franceses em NYC, o moço que não for a caráter pode pegar um emprestado na chapelaria e fazer bonito no salão principal.
Além de comer bem, abusei do meu francês!

Foi um dia de extravagâncias.
Louboutins, filmes, 3 estrelas do Guia Michelin…
E a sexta-feira só começa hoje.

O próximo filme da semana será “Inside Job“.
Badaladíssimo por aqui, ele conta os bastidores de 2008.
O trailler tem entrevistas hilárias com essa turma nerd (aussi!) do mercado financeiro que quebrou a banca nos Estados Unidos.
Para esse, preciso de algo além de sapatos de 3 dígitos.

Quem disse que bebida, viagem, compras e outras bobagens não funcionam?

Come away with me…

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Slow Motion total. Dia 15 e todo mundo concentrado no 24, no 31.
Segunda-feira.
Terça-feira.
Começa tudo de novo.

Minha vida rodando – like always.
Mais um “não” para um trabalho bacana. Mais um head hunter me ligando na sequência.
Dizem que, quando a gente procura, o emprego não aparece…
Eu não acredito em superstição, mas acredito em bruxas… Vai saber se me enfeitiçaram.
Aliás, um feitiço bom seria não ter aquele marido bobão, mas ter a grana da Gisele Bündchen.
O corpo… Ah! A gente compra – junto com a roupa invisível do rei.

Tavinho

tavinhpPara os amantes dos bichos, minha dica: a UIPA.
O último caso publicado pelo grupo foi o de Tavinho, um gato bebê que foi cruelmente torturado e, depois, jogado numa lata de lixo.
O gatinho, com olhos azuis, muito meigo e com estimados 45 dias de vida, estava esfolado e quebrado.
Tratado por uma equipe de veterinários, já está caminhando (embora os ferimentos sejam profundos) e tem apetite de leão.

Hoje, conheci Pitchula.
A poodle de dez anos ficou paraplégica e, por três anos, viveu presa numa caixa de papelão deixada ao relento – sob vento, chuva, sol.
Resgatada, está (re)conhecendo o mundo e vai ganhar um carrinho adaptado para que possa voltar a se locomover.
A UIPA está recebendo doações em dinheiro e também recebe brinquedos, bifinhos e guloseimas (que ajudam a desestressar a cadelinha).
Eu vou lá levar uns brinquedinhos para Pitchula.
http://uipasp.fotoblog.uol.com.br/photo20091215122914.html

O gago

Sobre nosso amigo italiano que mandou a catedral no nariz do Berlusconi…
Enquanto os médicos particulares do capo falam que o cara está com dores de cabeça e teve a saúde agravada de ontem para hoje (a cara de pau manteve-se intacta),  Massimo Tartaglia, nosso herói, está preso e pode ser transferido para um hospício.
Pois vejam só: Tartaglia (gago em italiano) é pseudônimo de Niccolò Fontana, o matemático italiano responsável pela solução da equação do terceiro grau.
Nada é por acaso. Nada.

E a Itália, que chique, não tem “doido de jogar pedra”, tem “doido de jogar estátua”.

Três assuntos inacreditáveis do dia:

1) Uma loja japonesa está liquidando robôs humanóides. Por R$395 mil, você leva para casa o robô (que pode ser personalizado) capaz de movimentar a parte superior do corpo e de pronunciar um número limitado de palavras. Tem gente que vai perder o emprego… Nosso Ministro do Trabalho, disseram, está preocupadíssimo (com o próprio pescoço). Alguns senadores também levaram o caso para apreciação.

2) Por falar em Japão, a Toyota aprontou.
A montadora teve que tirar do ar um anúncio. No filme, um jovem chega para buscar a namorada e, numa conversa com o pai dela, faz várias referências sexuais. Quando o jovem mostra o carro, o pai, antes raivoso, vira uma simpatia e também fala frases com referências sexuais. No fim do anúncio, a menina se despede dizendo “I’m ready to blow”.
O anúncio foi uma tentativa da Toyota de usar mídias sociais para promover um carro que é vendido principalmente para jovens mulheres na Austrália.
O filme foi produzido depois que a Toyota abriu uma competição no Facebook em parceria com a agência publicitária Saatchi & Saatchi. A competição rolou em novembro e teve votação de internautas.
A propaganda “Clean Getaway” (“Escapada limpa”), foi a vencedora.
Sem comentários.

3) O volante Richarlyson, do São Paulo, adotou um visual que é bem engraçado. Ele colocou um aplique nos cabelos e virou uma mistura de Chitão com Ronaldinho Gaúcho. Pois a novidade gerou ameaças de morte por parte de torcedores. Dizem que o jogador é tipo Renato Russo.
Ser ele pode, não pode parecer…

O mundo gira e nada muda…

Sustentável

Mudando de assunto, mas não fugindo da confusão, fiquei sabendo que nossa futura presidenta arrasou em Copenhage. A fofa falou que o meio ambiente atrapalha o desenvolvimento sustentável.
Não acreditou: veja com os próprios olhos:

DILMÃO E SUA BOCARRA

Alô, Playboy, está aí a próxima capa que vocês tanto procuraravam. Famosa e estúpida – porque boazuda… Bem Fernanda, a Young, explica que beleza não é tudo. Importante é ler Proust.
A Dilma leva jeito, afinal, ela já teve um CV com mestrado e doutorado falsos…
Verãomen

Ah, que beleza é o verão.

Ele chega e tenho que me atualizar. Tenho que ficar por dentro das 10 dicas para usar biquínis, preciso perder 5 quilos em uma semana e ainda estou sem saber os segredos para proteger os cabelos do sal e do sol.

E nos Estados Unidos o povo faz escândalo porque repetiram uma capa e as chamadas de capa da Men´s Health…
Santa honestidade!

Uma dúvida que não quer calar: por que me seguem no twitter? Por que?

Nossos guias

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Foi-se o tempo em que o “Homem de 6 milhões de dólares” causava comoção.
Hoje o que balança corações é o “moleque de 6 bilhões e meio de dólares”.

leeExplico: Steve Austin sofreu um terrível acidente durante o teste de uma aeronave da Nasa. O Office of Scientific Intelligence dos Estados Unidos decidiu fazer implantes biônicos no corpo do astronauta. Em troca, Austin foi “obrigado” a enfrentar criminosos. A super série de TV foi exibida entre 1974 e 1978 e protagonizada pelo ator Lee Majors (ex-marido de Farrah Fawcett, o moço que colocou a loura no mapa das estrelas).
Segundo o Consumer Price Index, principal referência para se calcular a inflação norte-americana, hoje o homem de 6 milhões de dólares custaria U$21.967.545,64 , quase 22 milhões de dólares. Bem menos do que vale a empresa de Mark Zuckerberg, o chamado CEO do Facebook.

O Facebook foi lançado em 4 de fevereiro de 2004. Inicialmente, era restrito aos estudantes do Harvard College. Depois, foi expandido ao Massachusetts Institute of Technology, à Boston University, ao Boston College. E aí a rede foi aberto para o público e virou o que virou.
Três colegas de faculdade, fundadores do serviço ConnectU, há muito tempo alegam que Zuckerberg roubou a idéia deles e rola um processo na Corte Distrital Federal de Boston. Diz a imprensa que Zuckerberg pode ter simplesmente seguido a tradição de Harvard. mark-zuckerberg2Afinal, há trinta anos, dois jovens alunos – Bill Gates e Paul G. Allen, copiaram uma versão da linguagem de programação BASIC, desenvolvida por dois professores, para dar o pontapé inicial na empresa que viria a se tornar a mais poderosa do setor de softwares do mundo, a Microsoft. Foi-se o tempo do ditado “ladrão que rouba de ladrão”… O ditado hoje é nerd que rouba a idéia certa fica… bilionário.
O menino Zuckerberg entrou na lista dos bilionários da Forbes em 2008. Na época, sua fortuna era estimada em 1,5 bilhão. Este ano, ele ficou de fora. Mas não deve ter muito menos de um bilhão na conta…

O fato é que o menino esteve no Brasil. E foi uma comoção. Comentário geral. Toda a imprensa noticiando. Blogueiros em êxtase. Jornalistas… Bem, jornalistas – no evento que acompanhei ontem – não queriam saber nada além de “como ficar bilionário”. E uma babação geral.
Sabe o que vi? Um menino de 25 anos, cara de americano, e só. Não vi “o” cara. Não tive “a” iluminação.
Minha sensação é de ter conhecido aquele cara de quem todos falam, mas que poucos realmente conhecem.
O cara que ganhou na MEGA-SENA sozinho.

E só.

Facebook, hello!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Na semana que vem teremos Facebook (mr.CEO here & live).
E hoje, uma surpresa ainda maior. Olhe quem chegou de mala e cuia – e sem avisar.

Meu pai e meus 3 meio-irmãos. Que coisa mais engraçada!

pappy

Agora estou quebrando a cabeça para trabalhar, alimentar as crianças e ainda inventar programas educativos na chuva.