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Cannolis

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

 

doce açúcar café

doce açúcar café

Siciliano, puro açúcar.
Doce com ricota, limão, chocolate ou baunilha…
A Itália tem sotaque bem mais doce no Bixiga.

Tomo café turco a seco.
Muitos projetos interessantes para quebrar paredes e derrubar muros.
Direto, sem rodeios.
O cacife é sempre alto e restritivo.
Como eu gosto do perigo.

Dias de pouco sono, muitas idéias e um turbilhão de coisas.
De Converse verde, salto ou tênis para praticar esportes.
Meias, malhas, vestidos justos ou de pernas nuas.
O calor deixa o frio em São Paulo.

E eu sinto a primavera chegando.
Com todas as flores num ramalhete único.
Uma delas deve durar mais que as outras.

Chá com política

domingo, 15 de maio de 2011

 

amarelinho

Dia de jogo de futebol, almoço com amigas e meu bolo foi geral.
Frio e chuva, chá de hibiscus com chumbinho na cama. Gato e cachorro virando a casa do avesso e eu curtindo uma cama como há tempos não fazia.
Relendo livros de Rachel de Queiroz, zapeando sites de internet. Lendo jornais…
O dia inteiro curtindo não fazer nada.

Como pode um Palocci comprar um apartamento de 6,6 milhões de reais?
Como pode um senador maranhense pegar um avião da FAB para vir se sentir “mais confortável” em hospital paulistano?
Pelo menos o churrascão do metrô de Higienópolis foi um sucesso.
Nosso manifesto é por vias tortas, irônicas, não tem panelaço. E faz barulho também.
Eu gostaria muito de requisitar um avião da FAB para relaxar num Ashram na Índia.
Que papelada tenho que preencher para marcar a data?
Ou será que tenho que usurpar o trono?

Chá de hibiscus.
Em Cuba, colhíamos as flores, deixávamos as pétalas secando na janela e fazíamos um belo chá da tarde vendo o sol vermelho e grande como a água do chá.
Na Inglaterra, Lady Grey – tão suave, tão laranja.
Na França, thé du Hammam – com cheiro de sauna, de Egito, de Turquia.
No Brasil? Erva doce natural, camomila… Infusões que deixam a pele e a mente felizes.

Viajar dentro de casa num domingo.
Bom demais.

Café com bolo?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Um pedacinho?

Saído diretamente do maravilhoso mundo do bolo de caixinha, um dia e tanto.

Acordei tarde – dormi mais tarde ainda.
O calor escaldante fazia com que o banho gelado fosse obrigatório e repetido três vezes ao dia.
Um momento salão incluído no cardápio.
Flores e uma batida chatinha na minha roda – que bom é não ser homem e só falar: “ooops“.
No estacionamento, 20 minutos de explicação para a turma.
– Não, não estou mais na Berrini, trabalho em casa.
Desconforto básico ao ver que os dois ouviam uma explicação diferente:
– Virei madame, agora só faço bolo de coco e bato a roda liga leve do meu carrão no meio fio da Dr.Arnaldo.
Seu Creisson, não traduz, please!

No almoço, comida de sexta-feira. Macarrão com macarrão.
Nada de saladinha, frutinha, saudezinha e vitamininha.
Flores do campo.
Girassóis.
Minha Mafaldinha chega na latinha.
Roupa de cama florida para dar um ar caipira a São Paulo.
Banho na Alice.

Mais uma rodada de mil conversas com fornecedores.
– Pois é, cara, o cliente ainda não deu retorno e, se você não puder segurar o orçamento, paciência.

Bolo de caixinha.
Coco gelado.
Vai ficar perfeito com meu sorvete que veio por engano.
Crocante da La Basque.
Facebook.
Mais um momento de superexposição narcisística.
Flores, gatos, bolo e outros quitutes.

Calor.
Calor.
Calor.

Banho gelado.

Sexta-feira abre alas e me traz uma chuvinha de verão. Vontade de sair para a rua.

Chá com pão árabe, coalhada seca e azeitona preta.
Penso no bolo e digo: “até amanhã”.
Vejo a série francesa no GNT e falo francês, com biquinho, sozinha em casa.
O roteiro é sempre o mesmo:
– Je ne parle pas très bien le français, mais je comprends ce que vous dites. Si vous ne parlez pas trop vite …
Ah … J’ai étudié deux ans et j’ai passé près de trois mois à Paris. J’écris mal et ma grammaire est mauvaise.

Calor.
Mais um banho.
Bolo na geladeira.
Bolo de coco.
Sexta-feira balzaca.
Sem álcool e sem censura.

Benefícios

sábado, 15 de janeiro de 2011


Ano novo, check up em dia, casa se arrumando automaticamente e um sábado.Sábado para acordar sem obrigação, sem rapidez ou idéia que vá mudar seu mundo.
Sábado para sair por aí com cachorro.
Para comprar flores para a vida nova.
Para ver antiguidades e ter idéias.
Para novos eletrodomésticos.
Para um elogio de pedreiro.
Para um pedaço de livro eletrônico com café.
Para ver imagens do Rio, do moço que perdeu irmã, filhos, sobrinhos, cunhado e pensar que hoje, agora, um raio de sol e mais nada.
Sábado com sorvete novo.
Sábado de brisa sem motivo.
Sábado de folhas.
Sábado.

Bom para você e para mim.

Por aí

domingo, 7 de março de 2010
Triângulo

Triângulo

O dia que começa com chuva parece dia que não é inteiro.
Com minhas botas de borracha, consigo enfrentar a natureza.
Não a minha cabeça.

Alice, toda emperiquitada, com terceiro olho e gola vitoriana e creme rinse na pelaria.
Tomou chuva feliz. Sem bônus, sem ônus.

humores

humores

Revista, fechamento e uma garrafa de vinho.
Muito bom atravessar os limites do politicamente correto.

Acordar de péssimo humor.
Lavar as paredes.
Fotografar flores para espantar o cinza.

Tédio

Tédio

Misturar bichos.
Pedir arrego na internet.
Como sempre.
Não ler o jornal.
Trabalhar.
Lentamente.
Não encontrar o amigo.

Domingo de março.

Flores

domingo, 1 de novembro de 2009

dandelionranch5

Houve um tempo em que eu acordava e, algumas vezes, havia flores na minha janela. Camélias.
Não estou fazendo pose – mas são surpresas muito lindas as flores.
Houve um tempo também em que eu chegava em casa, no Jardim Botânico, e havia flores na minha porta.
Flores do mal. De um doido que me perseguiu durante alguns meses e minha antiga empresa teve que entrar no circuito.
Era estranho: ver a entrada de casa cheia de flores e não saber o que fazer com elas. Era um altar freak.
Outro “doido” uma vez me levou flores no aeroporto. E eu fiquei para cima e para baixo, reuniões, trabalho, o dia inteiro carregando as flores.
E explicando por que (flores).

O fato é que gosto de flores. Do mal ou do bem.

O esmalte laranja ficou vermelho na foto… Minha lâmpada é incandescente e esquenta as cores. Pena.
E esse laranja que vocês vêem vermelho me levantou.
Mudei umas coisas de lugar na casa. Comprei flores. Ultimamente, tenho deixado a casa com flores.

Foto criada em 2009-10-31 às 20.54 #4

Para não deixar passar, republico dois comentários que têm tudo a ver:

“As mãos de longos dedos eram pintadas de escarlate. Cor que lhe dava coragem para rasgar os caminhos da vida.” JAS
“(tu es) Une fleur qui ressemble à mon rouge idéal. (Baudelaire)”

Um dia quente

sábado, 28 de fevereiro de 2009

img00047

Um dia quente demais.
O vôo foi mais tranquilo do que esperava.
Flores.
Comida.
Descanso.