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Quando sou Joan e Debbie ao mesmo tempo

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Autorretrato em branco e preto

Digamos que passei uns 6 anos adormecida numa cápsula de Propofol.
Nego, o soninho era bom demais.
Eu era uma dona de casa meio gordinha, que fazia o café nespresso, a torrada integral e o queijo da Canastra.
Bolo de carne, bobó de camarão, muffins recheados e pão de banana com amêndoas.
Mas Michael exagerou na dose e achei melhor dar um tempo no agente anestésico intravenoso de curta ação.

Quando acordei, eu era eu de novo.
Que loucura!

Com os cabelos pintados, mais curtos.
Com a mesma piração randômica na cabeça.
O mesmo peso dos 23 anos.
A fada da dor me deixou assim.
Mas com 17 anos de experiência nas costas.
Eu era praticamente a mulher maravilha de patins.

O toque do meu celular ainda é “I Love Rock ‘n Roll”
E “I’m a natural ma’am
Doin’ all I can”
Você sabe.

Mas você não sabe que Debbie tem Ana no nome, gato.
Eu e ela temos uma história em comum.
“Once I had a love and it was gas
Soon turned out, it was a pain in the ass
Seemed like the real thing, only to find
Mucho mistrust, love’s gone behind”

Em meio a passeatas e muito cartão de visita, eu continuo tocando minha batera.
E tingindo o cabelo de branco, cada vez mais branco.
Com meu batom vermelho.
E minha cara de pau infernal.
Fingindo que eu não sei o problema que eu vou te causar.

Eu ainda falo: “cuidado comigo”.
Ah, mas vocês são mesmo todos iguais.
E eu acordei.
Fazer o que?

Propofol nunca mais.

Sal, sol, chuva

terça-feira, 12 de julho de 2011

Sal com chuva, esqueci minha sombrinha.
Ar condicionado desligado, o gato derrubou água no computador, no celular, no iPad.
Acordar muito cedo pode resultar em horas demais.
Prometo todos os dias ganhar massagem, rir do que vier e não esquecer o telefone no carro.
Chuva com calor?
Casamento do Alaor? Ou Babilônia de Nabucodonosor?
Quando menos se procura, mais se acha e no final se perde tudo de novo?

Mistérios da caixinha de jóias – você não precisa responder nada.
Mas que essa sopa de letrinha diz muito… Diz.

Um mercado com pedido de cerveja gelada

Twitter, yes, we love!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Excelente dica e eu estou publicando sem saber se pode…

http://cdnqa.hubteam.com/State_of_the_Twittersphere_by_HubSpot_Q4-2008.pdf

Eu adoro o Twitter. É como uma festa.
Vc se joga numa rede de gente nova.
Uns ficam, outros vão…
A gente discute sobre café.
Descobre um cara falando mal da empresa para a qual você trabalha.
Pega dicas de um novo aparelho celular.
Um conta o que comeu.
Eu conto que bebo e corro 7km depois.
E surgem históricas típicas de realismo fantástico.
Como essa abaixo:

http://tinyurl.com/cpfha3
calico

A moça comprou um sofá usado.
E ouviu por dias um ruído esquisitíssimo na casa.
Terça passada, o namorado sentiu algo andando dentro do sofá…
E adivinhem quem estava morando dentro do sofá? Uma gata de nove anos! Morta de fome e de sede.
Mas a história não termina aí.
A moça procurou a loja que vendeu o sofá.
A loja não tinha o contato da pessoa que vendeu o móvel.
Ela então levou a gata para um abrigo que botou a história na mídia.
O dono da gata ficou sabendo…
E foi procurar a bichana que – vejam só – havia desaparecido na mesma época em que o cara vendeu o sofá…
Callie, a gata do sofá, virou conto moderno… Via twitter.

Ah, e a gata tem uma combinação de cores que, em inglês, é chamada de “calico”. É essa do desenho… Preto, amarelo e branco.
Twittando e aumentando o vocabulário…

Em tempo, o G1 descobriu a história e postou. Twitter saiu na frente…

Abaixo, foto da gata Callie e o link para a matéria do G1.
019205755-ex00
http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1041996-6091,00-AMERICANA+COMPRA+SOFA+E+DESCOBRE+GATA+MORANDO+NO+INTERIOR+DA+PECA.html