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Peace

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O Nobel foi para um chinês preso por defender os direitos humanos.
A China proibiu o acesso ao moço e cercou a casa da mulher dele.
Ela pôde se comunicar com o mundo via internet.
Não contente, a China chamou o embaixador da Noruega em Pequim para reclamar da história e teve autoridade dizendo que essa escolha foi uma “obscenidade”.
Inacreditável é que o cara ainda não sabe que recebeu o Nobel da Paz.

oOoOoOo

Usando a rede, Yoko Ono convocou o mundo a mandar mensagens para celebrar o que seria o aniversário de 70 anos de John Lennon.
O Google que não é bobo nem nada tascou um doodle com a cara do ex-Beatle no buscador britânico. Tem clipe e tudo.
Enfim, o John que morreu em 1980 virou marca, foi usado com os mais diferentes fins…

Hoje, uma coincidência: o aniversário do autor das músicas Imagine, Give Peace a Chance e o Nobel para um chinês.
E precisa falar algo mais?

How in the world you gonna see?
Laughing at fools like me
Who on Earth d’you think you are?
A superstar?
Well, right you are

http://www.youtube.com/johnlennon#p/c/D257381FFD47202E/4/QmrEgcFXLbI

Yarang

domingo, 29 de novembro de 2009
baloes

Domingo em algum lugar do planeta

Yarang quer dizer formiga em língua camaiurá, uma das 19 etnias do Xingu.

Depois de quase 5 horas de apagão na Vila Madalena, esse post começou um e foi virando outro… Você já parou para pensar para onde vai o bom e velho livro?
Eu não sou conservadora.
Acho o máximo a tal novidade do livro eletrônico – seja ele kindle, nook ou o que mais inventarem.
Do mesmo jeito que compro meus discos a hora que quero e em que país quero – pagando em dólar e para a turma do Steve Jobs -, penso que deve ser muito bom fazer o mesmo com os livros.
Escolher o livro que quero na língua que quero. Carregar minha biblioteca para cima e para baixo. E ter tudo numa caixinha compacta, movida a eletricidade.
(Coloco a eletricidade aqui para provocar)

Mas há duas questões. Uma é a do livro eletrônico e a outra é a da digitalização dos livros.
Quando leio sobre a turma do Google, sempre fico com minhas pulgas alinhadas atrás da orelha esquerda.
Larry Page e Sergey Brin não vieram ao mundo para fazer caridade… Muito menos para educar e difundir o conhecimento.
E ninguém pensou que um mecanismo de busca fosse se transformar num império digital. Se alguém pensou, não fui eu…

“Hoje” o professor Roger Chartier discute o assunto na Folha. A reportagem original saiu em outubro no Le Monde. Em ambos os jornais, o texto é para assinantes – mas acho que não será problema encontrar o texto no google sem respeito aos direitos autorais e (com meu apoio) aos meios que publicaram o texto.

Às idéias do professor, somo minhas dúvidas:

1) Quem detém a plataforma deterá o conteúdo?
2) O Google está preparado para catalogar os livros (até agora, só deram mancada – aparentemente, os gênios de TI não se ligaram na importância da biblioteconomia);
3) Se tudo for digitalizado, como farão os que vivem no mundo analógico? Serão guerrilheiros do papel?
5) Com o livro digital, é o fim da relação objetos-gêneros-usos. Viveremos num mundo de fragmentos sem contexto?
6) Ainda, como vamos construir o discurso, como vamos ver o que está a nossa volta?
7) Nesse mundo “novo” quem assegurará o direito autoral?

Sete perguntas que não têm resposta única.
E desconfio que, mais uma vez, estaremos à margem e, muito provavelmente, seremos os últimos a saber.

batman

Agora entra o blog que teria sido publicado se não fosse a Eletropaulo (esqueci de pagar a conta de setembro e, na sexta-feira, recebi uma carta do Serasa. Vou mandar uma reclamação de ter ficado sem luz para quem? E cobro de quem?)

Em que dia fizeram a luz?

Estou em casa. Apagão na Vila Madalena.
Sinto-me a mulher das cavernas.

Excesso

Alice comeu galeto no almoço. Muito chique.
Dia de calor com chuva.
Um chopp. Um caju amigo. Cassoulet.
Guardei paios e outras carnes para Alice.
Por falta de energia, comeu tudo frio no café da manhã hoje.
Muito chique.

Estou me recolhendo em casa para voltar a trabalhar.
E engraçado é como o corpo dá notícia.
Comi enlouquecidamente. Um pote inteiro de sorvete de doce de leite da Häagen-Dazs. Meia pizza média da Camelo.
O que eu não boto para fora, como.

fubatmanTrabalho

Recusei a segunda proposta de emprego em 2 meses.
A anterior pagava mais. Mas a vaga era em Porto Alegre.
Essa paga 11% a mais do que ganho.
Por outro lado, minha sociedade não fechou nenhum dos trabalhos com que contávamos. E estamos aflitos pois só temos caixa até janeiro. (Eu não estou aflita)

A vida é assim.
Trabalho, excesso, medo.
No meu caso, tem sempre algo de piadista.
Tenho personalidade de cigarra, mas atuo como formiga. Fazer o quê?

Amélia

Tem um lado insano meu que só quem é muito íntimo conhece.
Acordo cedo no fim de semana.
Dou comida para a bicharada.
Limpo a caixa de areia.
Escovo o sofá de design.
Troco a água das plantas. Faço a poda dos caules das flores.
Varro a casa, passo aspirador (o meu é robô – ele vai sozinho).
Só depois vou ler.

Enfim, o vírus de Amélia é uma bela porcaria. Odeio.

flamengo

Mulheres

Vocês já viram a jornalista Nina Lemos? (Nos meios, há quem a apelide de “Nina, não lemos”)
Procurem no Google Image porque eu não vou dar susto em ninguém.
Ela escreve hoje sua opinião sobre uma novela.
Conta da modelo que ficou tetraplégica.
Fala que, no orkut, fizeram um fórum sobre a história: a moça rica e linda e mimada merece ou não merece ficar tetraplégica?
“Merecer” ficar deficiente é muita culpa católica para mim.
Ela termina o texto com as seguintes frases: “ ‘Não sou tão bonita nem tão rica. Mas pelo menos não estou morrendo no hospital.’ Ou se não sou bonita, ninguém também pode ser.”

Que discussão de bêbado.
Que papo bobo.
Dar atenção para repercussão de novela.

Nada mais me assombra.

E por falar em novela e jornalista, para mim, o Noblat, do Globo, perdeu toda a credibilidade depois que começou a escrever sobre novela no twitter.
O cara é um verdadeiro bocó!

E volto para os enigmas/desejos universais:

–       Beleza
–       Grana
–       Ócio

Atualmente tenho usado a seguinte tática para solucionar o mistério:

–       Álcool
–       Açúcar
–       Cheque especial

Melhor jogar  cubo mágico. Tenho mais chances de acertar.
Bom domingo.
Vou enfiar a cabeça no microondas.

future = glorious mess!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Foto criada em 2009-10-22 às 22.50 #2Foto criada em 2009-10-22 às 22.51 #4

Segundo o google, vai ser assim porque é cada vez mais barato criar.
Pois o meu presente já é uma zona gloriosa.
E tem a ver com o google também.
Mas tem mais a ver com ser balzaca em ascensão para loba boba.
Risos.

Foto criada em 2009-10-22 às 22.52 #4Foto criada em 2009-10-22 às 22.52 #6

E com meu espírito cigano germânico.
Eu não sou uma metamorfose.
Sou uma dicotomia ambulante.

Foto criada em 2009-10-22 às 22.53 #2Foto criada em 2009-10-22 às 22.53 #3

E meu maior parceiro nessas aventuras tem 16 anos.
Bibi, o gato manco mais cheio de opinião do pedaço.
Com essa, despeço-me.

Boa noite.

O Plágio…

terça-feira, 19 de maio de 2009

photo-170

Finalmente a onda que eu esperava começou!

Apple this summer is recruiting about 450 “At Home” technical support staff in at least six cities across the U.S., according to a document seen by Cultofmac.com.
Instead of locating these workers in a centralized call center, they will work out of their own homes.
“As a company who’s motto is ‘think different,’ our ‘work different’ philosophy offers you the opportunity to work independently in your home office,” the job ads said. “You will receive all the wonderful benefits of working for an amazing company without ever leaving your home.”

http://tinyurl.com/p23k3j

 Acho o máximo. Trabalhar em casa. Defendo super.

Principalmente se o cidadão é da minha área – jornalismo, marketing. É muito mais produtivo. É muito melhor. Para quê vir para o escritório todos os dias? Vamos fazer nossas reuniões essenciais e tocar o barco.

É assim que eu fecho revista e, embora ainda haja um nariz ou outro torcido por aí (até dentro da editora), funciona.

Falando de filmes, o novo do Ken Loach, Looking for Eric deve ser incrível. Ken Loach sempre surpreende com seus filmes bem amarrados, suas preocupações com questões sociais… Eu simplesmente amo Costa Gravas. E acho que Loach é da mesma escola…

Já o Anticristo de Lars Von Trier… Sinceramente!  Dos caras do movimento Dogma, ele foi sempre o diretor que menos me encantou. Mas… Não sirvo como referência de crítica. Não mesmo. Ainda mais se a crítica é do cult. Risos.

E leiam isso (no Blue Bus saiu uma nota em português):

Dowd wrote: “More and more the timeline is raising the question of why, if the torture was to prevent terrorist attacks, it seemed to happen mainly during the period when the Bush crowd was looking for what was essentially political information to justify the invasion of Iraq.”

Marshall wrote: “More and more the timeline is raising the question of why, if the torture was to prevent terrorist attacks, it seemed to happen mainly during the period when we were looking for what was essentially political information to justify the invasion of Iraq. “

 Alguma diferença? Trocando o “we were” para “the Bush crowd was”, nenhuma diferença… A crítica do New York Times simplesmente copiou o texto de um blogueiro e jura que foi mera coincidência, que ela nem leu o blog. E pior, a culpa é de um amigo dela!

“I didn’t read his blog last week, and didn’t have any idea he had made that point until you informed me just now. I was talking to a friend of mine Friday about what I was writing who suggested I make this point, expressing it in a cogent — and I assumed spontaneous — way and I wanted to weave the idea into my column. But, clearly, my friend must have read josh Marshall without mentioning that to me.
We’re fixing it on the web, to give Josh credit, and will include a note, as well as a formal correction tomorrow.”

 Maureen Dowd, minha filha, assume que você copiou o blog do moço. Ou então fica calada. Porque mentir assim é feio demais…

 E falando em confusões via blog, matéria da Gazetaonline dá uma dica aos candidatos a emprego: “Dizer em páginas de relacionamento que odeia o chefe ou odeia trabalhar na segunda-feira, pode colocar tudo o perder. “

Gente, hello! Todo mundo odeia chefe e odeia segunda-feira! Ou quase todo mundo. Eu nunca li num blog alguém escrevendo que AMA o chefe que que mal vê a hora de chegar a segunda-feira. Recrutadores, hello! Procurem pessoas de verdade. E “odiar” o chefe pode ser pesado. Mas querer ser o chefe pode ser positivo… Vou usar uma frase do diretor-geral do Google Brasil, Alex Dias, 37 anos, que foi publicada numa entrevista hoje: “A transparência é que faz a diferença. É falar para o usuário, deixar claro para que ele não se sinta traído.”

Hello!

Ai, tanta coisa para falar… Hoje estou super com a macaca. Mas esse post já deu.

Como última, antecipo novidades da próxima revista. Tudo caminhando para nosso próximo editorial ser feito em Paris. Que delícia.

Mas eu não vou… Tenho meu segundo emprego para tocar.  :-(