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Devagar e arredondando

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Fiquei.
Sabendo que a poeira não baixou, querendo fugir da realidade, adiando a vida real.
E fui mais longe ainda, sob chuva – duas ações muito minhas.
Hoje, pela primeira vez em 3 semanas, pisei na areia em frente de casa.
Desta fuga, chega.
Não entrei.
Tubarão sou eu.
Caminhei.
A sensação de ter um corpo que não é seu é algo que torna as mulheres peculiares.
Um peso grande que traria problemas e dores para os homens mortais.
E um jeito engraçado de desapegar – para as quase imortais.
Caminhei e comi Pernambuco com gosto.

Andanças arqueológicas

domingo, 10 de julho de 2011

Centro da cidade, serra, praia. O fim de semana foi de muita exploração interna e externa.
No centro, pontos históricos e pontos folclóricos.
A rua do comércio local, rua das Calçadas…
Um mundaréu de gente e a invasão chinesa.
Angariei um mosquiteiro de 12 reais no camelô.
Fico louca para me misturar e, quando chego, sou transformada em um ser estranho à multidão. Não sei se é o branco da pele o preto do cabelo, mas ou é gringa… Daqui não é.
Talvez a roupa, o pensamento…
Suei feito tronco de seringueira.
Depois, Ilha do Leite.
Mercado com muita cerveja e charque.
Padaria sensacional.
Almoço em Gravatá – uma coisa quero ser Campos do Jordão.
E, para rebater, Porto de Galinhas com maré alta.
E aí, vida, para onde mais iremos?