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Ohmmmmmmm

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Detalhe da minha saída do Fleury...

Detalhe da minha saída do Fleury...

Realmente, o mundo nasceu virado. E eu fiz a cambalhota de entrada na hora errada.
Recomendo o meu post “Existencialista” de 19/11 para quem quer maiores explicações.

São Paulo virou mar. É chuva, chuva, chuva, chuva, chuva. Ontem eu decidi: NYC no carnaval. 7 dias, frio, alguns lugares para tomar café, para não fazer nada… Hotel do De Niro em Tribeca. Mas… a 500 dólares a diária – tinha que ter De Niro com shape do Cabo do Medo ou Táxi Driver e atendendo de concièrge… Resultado: mudei para um modernete (leia-se: bem localizado, barato e metido a besta) no SoHo. Procurei passagem e bang! O Brasil está rico – todo mundo vai para NYC. Não tem mais passagem – só se for antes e voltar depois e pagando mais caro… Como não me chamo Lula, não tenho esse “poder”!

Aí, superconformada, topei voltar a Visconde de Mauá – cachoeira, comidinha natural, livro, cachorro, galinha, chuva, mato, bicicleta, lama, sauna…
Hoje, fiz as contas e confirmei o que já desconfiava: não tenho grana nem para um eskibon na Padoca.
Rárárárárá.
É, caro amigo, se você é como eu: trabalha de doméstica e ainda costura para fora… Janeiro não entrou dindim. Só depois do carnaval é que dá para ser chique por conta própria ou com milhagem…
E tome chuva em São Paulo com a fantasia de carnavais passados. Já tirei tudo da caixa: tutu preto, meia arrastão, plumas, paetês, meu new wave de 1985 e… controle o remoto universal.
Carnaval paulista é na frente da TV. Risos e mais risos.

Mudando de assunto, hoje foi dia de check up. De noite, tive insônia e achei até interessante fazer meu teste ergométrico nessas condições… O problema foi que erraram nas orientações para os meus exames de sangue (pediram 3 horas de jejum e eu tinha que ter ficado 12 horas em jejum). Negocia daqui, negocia dali, consegui autorização para fazer o teste de esforço em jejum para dar as horas necessárias para o exame de sangue. Mas exame de glicemia não pode ser feito depois de praticar exercícios…
Então começa mais uma novela de Manoel Carlos.
Esqueça o Leblon, esqueça o José Mayer travestido de garanhão, mas lembre-se de… Helena! A enfermeira do barulho.
Sem a menor cerimônia ela enfiou uma agulha calibre 4 (dedos) no meu braço esquerdo.
Com o braçoilo dolorido e sem poder dobrar, nossa heroína de novela me enviou para a enfermeira do teste ergométrico. A fofa deu bom dia, mandou tirar a blusa e pegou uma lixa. Sabe lixa de madeira? Essa mesmo! Sem perguntar, já raspou minha barriga! Segundo ela, os eletrodos do teste ergométrico têm melhor fixação depois que você é ralado feito um queijo parmesão. Como não tomo sol, tenho a pele fina e branca, imagina a cor de parmesão com salmão que eu fiquei.
E que imagem glamurosa: sem comer, com um braços sugado por um Nosferatu de laboratório, semi-nua, lixada, com 20 eletrodos na pança e no peito e subindo uma ladeira de Lisboa (toda de pedrinha) a 10 km/h. O cardiologista, muito engraçadinho, não parava de contar os casos dos pacientes que saíram dessa mesma esteira direto para uma mesa de operação. Todos enfartados – alguns mais novos que eu. Pensando na minha aposentadoria precoce da yoga, eu fixei um ponto na parede branca e me concentrei. Meu mantra era matemático: depois de calcular a velocidade do vento (de ar-condicionado), chutei a distância e o esforço necessário para cuspir no nariz do cardiologista.
20 minutos depois, com o braço furado em pandarecos, a pele raspada na cor de carmim, descabeladérrima e bufando, recebi os cumprimentos e fui enviada para o ultrassom.
Foram quatro horas e meia sem café da manhã, dois furos (um em cada braço), banho de álcool e lixada a seco, várias apertadas no gogó (para avaliar minha tiróide) – mas o esforço valeu a pena.
No final, ganhei um pacote com dois biscoitos de polvilho e queijo (que esquentaram no microondas) e uma banana.
Helena, a enfermeira bizarra, estava numa alegria só.

E eu rezei por Jane Fonda.
Que saco é ser mulher com mais de trinta.

Pega na mentira

segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Eu era assim nos anos 80...

Eu era assim nos anos 80...

Hoje comecei a escrever um post super cabeça sobre uma derrapada feia de um CEO de uma mega-blaster-gigante de PR, mas resolvi voltar a boa e velha forma. Vamos largar a maldade contra as mais de lado e vamos falar mal das celebs!

Gente, pelas fotos fica muito claro: Demi Moore fez lobotomia.

Aos 46 disse que nunca fez uma plástica na vida. Na-na-na-na-ni-na!

Ela fez lobotomia. Por isso se casou e teve filhos com a coisa mais inteligente do mercado: Bruce Willis.
O segundo casamento com o garotão do That 70’s show já é efeito colateral da plástica que ela não fez. Esse a gente aprova!
Não faça plástica e leve o Ashton Kutcher para casa. 15 anos mais novo e com o mesmo efeito da sua lobotomia! Dã…
Que sucesso!!!

Eu sempre tive o seio assim!

Eu sempre tive o seio assim!

E a paternidade dos filhos de Michael?
Tirando os anos-luz de terapia que a garotada vai ter que fazer, já virou novela mexicana com direito a remake pelo Walcyr Carrasco. Que Michael era esquisitíssimo, até os melhores amigos dele admitiam. Liz Taylor, Jane Fonda – todo mundo diz que Michael era fora do normal.
Gostava de se vestir de mulher, não era conectado com a realidade. Então discutir a “paternidade” dos filhos dele não deve estar o incomodando muito (lá na Terra do Nunca). Mas Macaulay Culkin? Michael era mesmo uma caixinha de surpresas… Cada dia uma nova reviravolta!
Se eu não perdi todos os capítulos, os primeiros são filhos do médico dermatologista e da enfermeira. O último é filho do Culkin.
Mas especulava-se que o padrinho dos três filhos de Michael Jackson, Mark Lester, seria pai de Paris, a filha única do cantor.

E o Uri Geller? Basta dizer que o fofo, de origem austro-hungara, nascido em Israel (judeu na veia) e que vive na Inglaterra, era melhor amigo de Michael e já fez um documentário contando sobre sua profunda amizade com o astro. O que não se faz para levar algum do defunto.

Ooops, meu umbigo deu uma subida!

Ooops, meu umbigo deu uma subida!

Só falta colocar um banner da Cyrela nos reclames.

E, se bobear, Michael conseguiu doações até para o dr. Roger Abdelmassih. Porque são muitos pais para poucas crianças. Sobrou doador.
Essa foi infame. Foi péssima. Podem atira pedras.

E não, não vamos falar de Belchior nesse post.
Eu particularmente não acho legal o que fizeram com ele. Em nenhum sentido. E essa é séria.

Fui porque estou mais atacada que o Louro José hoje.

Manual de sobrevivência na academia

segunda-feira, 25 de maio de 2009

peixeAcademia é aquela coisa: cumpra sua obrigação e se mande. Para quem tem menos de 20 anos… É para fazer tudo – inclusive malhar.

Para aqueles que, como eu, têm uns quilinhos a mais e aquele pneu do Tim Maia, depois de cumprida sua obrigação, você estará – com toda certeza – suado, pingando, com os cabelos dessarrumados e a roupa pronta para ir para a máquina de lavar (ou para o lixo).

Se você é homem, em meia hora já estará de banho tomado e no carro.

Se vc é mulher… Leia o meu manual – totalmente baseado em tentativa e erro. É um estudo antropológico de comportamento no vestiário da academia. Risos.

1) ARMÁRIO – Escolha um locker/armário em lugar com saída estratégica. Nada de ficar no fundão, ou no locker de frente para o espelho. Escolha um com fácil acesso para a saída, de preferência o da ponta.

Se vc não quer ficar presa entre a moça de 130 kg e a chata que acabou de chegar da natação (aquela que molhou o chão todo além de ter deixado um chumaço de cabelos pelo caminho), siga meu conselho. A fuga do espelho, é porque ele atrai as narcisistas. E você vai ficar no meio delas, sem conseguir se mexer… Elas precisam de mais espaço para fazer sua performance de pavão misterioso.

2) LINGERIE – Querida, abuse das monocromáticas. Preto com preto ou preto com preto. Preto também é muito bom. Porque as fofas olham tudo. Se vc quiser colocar aquela La Perla especial, ou um fio dental, prepare-se para ser medida dos pés à cabeça, e para ser criticada pelas costas, claro. Mesmo que vc tenha o corpinho da Gisele. E nem a Gisele tem corpinho de Gisele.

Até para pisar na grama, ela é útil.

Até para pisar na grama, ela é útil.

3) HAVAIANAS no pé, sempre – até para tomar banho.

Nem pense em colocar os pés naquele chão cheio de cabelos e água da piscina. Semana passada uma aluna mirim da Fórmula contava que estava com micose na unha, mas que estava usando um remédio “super legal” que a mãe mandou. Eu quase tive um troço! Passei álcool no pé e tudo. Imagina o caldo de micose que virou a piscina… Ainda bem que meu negócio é esteira, pilates, abdominal.

4) CHUVEIRO. Ao escolher o chuveiro, vale a tática do locker. Escolha o que tem só um vizinho – assim você evita ficar ao lado ou – pior – no meio de duas gralhas que batem papo enquanto tomam banho. E também leva menos água alheia… Porque tem gente que nasceu para pato.

5) CHUVEIRINHO – o salva-vidas. Ele serve para você dar uma geral no ambiente antes de entrar. Porque as fofas lavam o cabelo e deixam meia-peruca para trás. Nem tente entrar sem dar uma chuveiradinha aqui ou acolá.

6) TAMPÃO DE OUVIDO – Gente eu não sou obrigada a saber que a “Aninha está namorando um fulano que saía com outra fulana que tem um motorista manco…” O tampão de ouvido é a coisa mais prática do mundo. O dia que inventarem um iPod à prova d´água vai ser melhor ainda.

7) SECADOR – objeto útil para secar o pé e se livrar da cabelada pelo chão. Use-o sem moderação. Mas um só. Porque tem gente que precisa de dois, um para cada neurônio. Se alguma companheira jogar um jato quente em você, revide. A liberdade de uma  termina onde começa o jato quente na sua cara.

8) TOALHA – a toalha é fornecida gratuitamente para que você enxugue o corpo e não para jogá-la no chão cabeludo, certo?  E se alguém jogar a toalha perto de você, jogue-a dentro de um locker. A fofa vai demorar uma hora para achar a toalha e pegar de volta a carteirinha dela.

9) EQUIPAMENTOS – a centrífuga serve para vc fazer barulho e sair com a roupa ainda bem molhada. A balança serve para todo mundo espiar e espalhar o seu peso para todos os funcionários da academia.

E força na panturrilha!

jane