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Sal, sol, chuva

terça-feira, 12 de julho de 2011

Sal com chuva, esqueci minha sombrinha.
Ar condicionado desligado, o gato derrubou água no computador, no celular, no iPad.
Acordar muito cedo pode resultar em horas demais.
Prometo todos os dias ganhar massagem, rir do que vier e não esquecer o telefone no carro.
Chuva com calor?
Casamento do Alaor? Ou Babilônia de Nabucodonosor?
Quando menos se procura, mais se acha e no final se perde tudo de novo?

Mistérios da caixinha de jóias – você não precisa responder nada.
Mas que essa sopa de letrinha diz muito… Diz.

Um mercado com pedido de cerveja gelada

Essas rainhas egípcias

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Cléo que se cuide

Cléo que se cuide

Olha, a chuva atrapalha as caminhadas, mas acelera a cidade. E como eu sou/ando em ritmo de maratona, fico muito confortável com esse  movimento. É uma coisa “corrida maluca” ao som de polca com um copão de café aguado na mão e o blackberry na outra. No meu caso, o copão de café perde lugar para o tchai-latte.
Sei que essa terça foi um tanto mística.
Depois de um imbroglio com Apple Store, Fedex, concierge… Um dizia que meu pacote estava na Florida, outro dizia que iria me ajudar, mas por email, outro dizia que o pacote estava comigo – roteiro ótimo para Os Três Patetas… saí correndo para o escritório. Nao era para trabalhar, era para fugir da bagunça. Da confusão.
Almocei – sem fome – mais para fazer uma gentileza para um colega. E dá-lhe a maravilhosa sopa francesa de cebola. Hey, conterrâneos, quando é que a moda da sopa vai parar no copinho aí no Brasil?

Escritório e voltinha pelo Rockefeller Center.
Essa cidade é da tríade SP-Bsas-NYC: velhas conhecidas e muito queridas.
Aqui ando com uma segurança de protagonista de novela das oito… 

E, como sempre, bati meu ponto na loja do Metropolitan Museum. Decidi ser sócia-contribuinte do museu. 50 dólares e desconto em tudo durante um ano. Ai, ai, petite bourgeois qui sait très bien que la célébration se terminera… Comprei lembrancinhas para as meninas do trabalho. Para os queridos.
Flanando pela ala de jóias (acho o máximo o fato de o museu reproduzir peças históricas e colocar a venda), experimentando pulseiras de design egípcio (uma de cobra que faria Cleópatra querer me envenenar), logo fiquei amicíssima do vendedor gay chic de meia idade. Com ele, viajei para mil mundos. Coloquei peças art-deco, braceletes do Afeganistão, brincos persas, pingentes russos, etc. E uma vendedora veio louca atrás do meu brinco indiano de dez reais. Tirei para que ela visse, ele caiu no chão e se partiu. Tudo certo, acontece. Aí outra vendedora pediu informações sobre as fitas que eu usava para prender o cabelo. Fitas com miçangas de madrepérola nas pontas (que uso para fazer yoga). Quer saber o que aconteceu… Cheguei no hotel e tinha perdido uma delas… Foi-se uma, ficou outra.

Cheguei no hotel com minhas sacolinhas cheias de objetos com reproduções de obras de Klimt, Matisse, Chagall… Ia sair na chuva e pensei… melhor ficar quietinha.

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Para nao parecer que sou uma louca alienada, dois comentários.

1) Cuba: o país onde preso político morre em greve de fome e fica preso sem motivo aparente.

2) Estados Unidos: o país onde patinação artística tem uma baiaca sem a menor delicadeza que roda como enceradeira da vovó.

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Mais um dia e ciao.