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Um drink e Caras ao vivo

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

egos e rock’n roll

Sabe aquela “famosa” atriz da extinta Malhação que está grávida do namorado que conheceu há seis meses?
Pois é…
Deu a dica de que não queria ser fotografada no hotel.
A recepcionista, baianíssima, olhou de cima a baixo e disse:
– Não se apoquente, aqui só fotografam atrizes da novela das oito…

oxoxoxoxo

Enquanto a italiana desfilava as celulites por aí, sem medo de ser muito feliz, a papisa da modinha nacional soltou entre dentes:
– Deveria comprar um novo biquíni e processar o cirurgião plástico.

(Eu queria entender por que a papisa só anda de batona, cobrindo tudo como se fosse uma rainha da era vitoriana)

oxoxoxoxo

E o casal intercontinental?
A brasileira denuncia aos ingleses descolados:
– A imprensa nacional esconde os horrores das favelas paulistas e só apresenta os problemas cariocas…
Eu pensei com meu roupão de algodão egípcio:
– Bom deve ser sair de noite e desacompanhada na África do Sul…

oxoxoxoxo

Viu como, com sol ou com chuva, eu me divirto?
Acabei de ler a biografia de Keith Richards e ando insPIRADA.
Cada mergulho, um flash!
Um drink.
Uma história.
Algo de rock’n roll.

E adotei a máxima local:
“- Em nome de Jesus!”

Sauna com vodka ou drink de laranja?!

Calor e chuva

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Morrendo de rir

Depois de um dia quente e chuvoso, só mesmo Keith Richards para me fazer rir.
Comprei a autobiografia dele e estou dando risadas desde a primeira página. Para quem tem filho adolescente, não recomendo ter um exemplar em casa…
Keith é uma bula de remédio tarja preta às avessas.
A vida dele é um grande efeito adverso…
E parece ter dado certo.

Por aqui, uma manhã no Metropolitan cheio de crianças, turistas, lotado de gente.
Eu só queria mesmo ver a bateria do Ringo Starr e umas jóias bizantinas.
Passei um bom tempo acompanhando o entra-e-sai de gente.
Mc Donald’s das artes.

Tribeca é sempre aquele bairro estranho.
Só o Robert De Niro salva.

E o Brooklyn.
Para ver amigos, as crianças recém-chegadas, comer comida thai e voltar no último trem para o mundo onde não existem tão grandes parques e não habitam tantas crianças.

Para esse post não terminar com tanto senso… Eu repito as sábias palavras de Raimundo Fagner.

“Eu queria ser um peixe…” (dentro d’água)

Para ler depois: “Mel e Girassóis” de Caio Fernando de Abreu.
E ouvir aquela de Nara Leão.