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Stay cute and shut up

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

(mundo, vasto mundo)

(mundo, vasto mundo)

A Síria se acabando, os tetos desabando e Gisele, nossa modelo-modelo, abalando Bangu gringa.
Tudo porque resolveu defender o marido atacando os colegas dele.
Já pensou se a moda da über model pega?
A empresa foi mal, ações despencam e a patroa do C.E.O. dá entrevista:
“- A culpa é das marmotas que trabalham para ele”.
O PIB despencando e a Dilma:
“- Mas com esse time de ministros o que vocês esperavam?”.
O Brasil perdendo mais uma Copa e o técnico da ocasião:
“- O Ricardo Teixeira escala esses pernas de pau e vocês olham para mim?”

Ah… O mundo em cores.
Não é assim o pensamento do Assad?
Ele é presidente e a culpa é dos civis por estarem morrendo…
Ok, comparação exagerada, mas hoje em dia está cada vez mais difícil de achar gente que:
1 – Pede desculpas,
2 – Assume erros.

Nossas escolas não preparam cidadãos.
Preparam competidores.
E, para chegar ao pódio, vale tudo.
Quando entramos na selva do mundo corporativo, fico pensando no professor de ética…
Herói da resistência – como os cidadãos sírios.

Ando lendo sobre antroposofia – ainda não tenho uma opinião formada – mas fui profundamente impactada por uma frase:
“A nossa mais elevada tarefa deve ser a de formar seres humanos livres que sejam capazes de, por si mesmos, encontrar propósito e direção para suas vidas.” (Rudolf Steiner)

Se eu tivesse lido isso antes, talvez não tivesse rodado como enceradeira por aí…

Aqui no Brasil…

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A presidente bate em gays e simpatizantes para manter debaixo dos panos o enriquecimento espetacular (20 milhões de reais em dois meses) do ministro que é quase um Primeiro Ministro.
Hoje, caminhando apressada, passo na porta de uma agência de modelos e…
Pausa.
Sempre que passo por ali, fico com pena das frangotas de pernas longas que vão fantasiadas de moças poderosas mendigar um qualquer para fazer uma foto.
Hoje, enquanto uma se sentava na calçada para tirar o sapato altíssimo de verniz coral com lacinho infantil, outra correu logo para entrar no carro de político com chapa oficial e se mandar (com a nossa grana de impostos) para local não identificado.
O mundo gira…
E os homens não mudam tanto assim.
No almoço de aniversário da amiga, que surpresa: revi uma velha companheira de trabalho que é doente profissional.
Sempre a mesma história: a doença, a força no futuro, a alimentação, a filosofia oriental. Uma lutadora, uma mulher forte.
Num outro almoço, encontrei outra velha conhecida que me contou ter vencido o câncer de seio.
Ela estava ótima, cheia de trabalho, idéias, novidades.
E me contou: há três tipos de doente.
O que enfrenta, o que desiste e o que transforma a vida em doença.
Minha ex-colega não me cumprimentou.
Imagino que meu Estado não seja motivo de comemoração para quem carrega a cruz e a “glória”.

Ayruveda.
A massagem com óleo quente que te deixa tão diferente.
Estudar algo que não tem literatura, não tem explicação, não tem poesia.
Difícil.

Onde me meto eu sei.
Por que é que é problema.