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Produção em andamento

terça-feira, 26 de outubro de 2010
Voltando com a fantasia

Roupas de Patricia Field e um momento Lego

Caminhando por aí…

Café Mogador – eu e Woody Allen gostamos.

NoHo, SoHo, Bowery, St.Mark, Chelsea, Meatpacking…

Montei minha produção de Halloween!
Adoro um carnaval…
Dessa vez, a cabeleira nova inspirou a fantasia.

Um dia batendo perna, comendo quando dá fome, revendo lugares de que gosto.
Sacando gente nova fantasiada para virar grande.
Sacando gente velha que vive em outro ritmo.

As idéias não estão no lugar, mas a cabeça está ótima.

Hoje quero ir ao MoMA.
Aquela Hello Kitty gigante já me chamou outra vez e eu não dei bola…
Agora é a hora.

(Desconfio que, lá no fundo, ela seja uma Hello Kitsch)

Preguiça e cansaço = mico

terça-feira, 5 de maio de 2009

Flagrante de Ana Pessoa correndo para o trabalho

Acima, flagrante de Ana Pessoa correndo para o trabalho nesta terça-feira.

Toda noite é a mesma história: eu chego morta em casa.

Não levo a Alice para passear. Coitada. Faz cara de “por favor” e eu ignoro. E distraio a cachorra com brinquedinhos.

Antes de dormir,  vou arrumar minha malinha da academia. Tenho que colocar a roupa que vou usar no dia seguinte + necessaire para o banho. É uma chatice.
Ontem, fiquei arrumando um texto do trabalho e ajeitei a malinha com pressa.

Hoje eu tinha uma reunião na Telefonica e, quando saio do banho, procuro na malinha e não acho minha calça. Resultado: estou de legging preta furada e suada com camiseta preta, lencinho, blaser, salto alto… Que horror. Entrei correndo e não saí da minha mesa para nada. Nem para buscar um copo d´água…

E já estou louca para ir para casa. Alguém tem vodka?

Mudando de assunto…
Mais um pau na propaganda nacional. O redator e o “artista” merecem bacalhau com banana verde!

Explico, o pop (tão doce que dá hipoglicemia) Vik Muniz fala que foi um menino pobre e que, como não tinha tintas, brincava com a comida, com o purê de batata, com o não sei quê. E, assim, usando materiais inusitados, o menino Vik ganhou o mundo das artes, ficou famoso – e rico. Na propaganda, ele se pergunta: o que teria sido de sua grandeza se os pais tivessem dado tudo o que ele queria? Será que ele teria feito sucesso? Sei que ele não se deu bem em português… Olha o sujeito separado do predicado por vírgula.

O texto:

Purê de batata pra mim, era massa de modelar, um prato, era uma tela, o molho era a tinta.
Aí, a brincadeira virou arte, que hoje é vista no MoMA, no Metropolitan, na Tate, na Reina Sofia, no Pompidou.
E seu meus pais tivessem me enchido de brinquedos, onde eu estaria?

Que beleza de texto. Que iluminação! Do purê ao MoMA! E nada de dar brinquedo para a criançada! Feio, feio, feio.

E nada de fazer contato com os marchands que inflam preços, de ser marqueteiro, de fazer arte datada e já inventada. Feio, feio, feio.

Purê é a solução do Brasil Varonil!

Segue abaixo a obra de arte da propaganda nacional e sua explicação segundo os meios…

“Tendo marcado sua estreia no último domingo, 22 de março, a comunicação pretende mostrar o crescimento de 41% na base de clientes da Nextel em 2008 através de personagens de atitude que, a partir do esforço pessoal e profissional, alcançaram o sucesso.
O destaque da campanha fica para os filmes protagonizados pela atriz e apresentadora Fernanda Young, o pintor e fotógrafo Vik Muniz e o estilista Oskar Metsavaht, que em cenários inusitados, retratam as histórias de suas vidas, apontando características corporativas como pessoais”

Gente, olhem o time escalado. Só picareta. E Nextel? Quem teve um sabe que beleza que é, como pega em tooooodos os lugares (menos na sua casa e no seu trabalho) e como é barato. A propaganda realmente é a cara do produto…

Para quem gosta…

O artista é o redator!