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putzgrila!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Eu sempre andei sobre a tal linha tênue.
Mas era mais voyeur do que participante do lado de lá.
Eu sempre fui segura.
E a favor da verdade.

Hoje acordei feliz e
fui me jogar no pão com ovo da Padoca.
Voltei muito animada
e simplesmente não fiz nada.

Agora, com 35,
a vida cobra algumas posições e decisões.
Pensar com a cabeça ou com o coração?
Na etapa 1,
isso significa cortar histórias e até pessoas.
E seguir em frente com cicatrizes.
Na etapa 2,
significa enfrentar o desconhecido.
E lidar com o rastro das coisas.
E com pessoas que ficarão.
(mesmo que eu não queira).

Comprei a minha passagem
para minha próxima viagem.
Ganha um doce quem acertar o destino.
Delícia é feriado no meio de um furação.

Sinceramente, a decisão (mais uma vez) caiu sobre minha cabeça.
E hoje entendo o medo dos gauleses.

Mas ando com uma força sobrenatural para decidir.
E, tenho certeza, vai ser uma grande história nova.

(Não rezem por mim – eu não acredito)

PS: não, não estou falando de meninos, please!

Um dia depois do outro

segunda-feira, 8 de junho de 2009

artnouveau Quando a gente tem dúvida, não corre atrás das coisas com aquela garra.
E deixa rolar.
E deixar o tempo seguir seu curso pode até ser bom, mas não é da minha natureza.

Eu tenho umas caracteríscas bem estranhas, assumo.
Durante anos, fechei o jornal da manhã, o Bom Dia Brasil.
Eu saía de casa às 3h30 a.m. E nunca usei despertador.
Hoje, saio de casa às 6h e continuo não usando despertador.

Isso para explicar que tenho memória de elefante para horários, para coisas – mas não para nome de pessoas (por uma total desfaçatez, nunca recordo nome de gentes).
E, justo hoje, esqueci meus sapatos em casa.

Organizei uma operação resgate e cheguei atrasada, mas com sapatos calçados – e não os tênis suados.
Imagem é (quase) tudo, não?
Mas o fato de ter esquecido os sapatos me alertou.
Algo não anda bem.
Quando eu fazia yoga, logo descobria. Nas posturas de cabeça, quando não estava em equilíbrio com a vida, eu caía ou ficava com a coluna completamente torta.
Em Cuba, numas sessões ótimas com o médico e bruxo, Dr.Máximo, ao final do relaxamento, eu não conseguia tocar o dedo indicador no polegar. Segundo Dr. Máximo, até a mente se harmonizar, nosso corpo dá o alerta.

Pois foi dado o alerta…
E penso que a chegada – no ano que vem – dos 35 anos pode ter influência.
Afinal, será o quinto ciclo de 7 anos. E sete é um ciclo danado.
Que sempre me deixa com a pulga atrás da orelha.
Com 28 anos, portanto já sete anos, casei.
Com 21, mudei definitivamente de cidade, de vida.
Com 35, minha alma cigana já começa e me cutucar.
Tá na hora de achar o equilíbrio da alma.
E meu equilíbrio costuma ser precedido de mudanças – inclusive físicas.

E algumas impressões sobre a história do avião.
O ministro das Relações Exteriores da França Bernard Kouchner é um francês “desde a raiz do cabelo”.
Bonito, elegante, e com um quê de arrogante.
Mas entre os franceses e sua arrogância atávica e os brasileiros e sua nouvelle arrogance
Arrogante de casa não faz milagre.