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A conta

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Ele saiu com seu velho casaco.
O prazer em sentir o vento que corta tudo o que tenta enfrentá-lo.
Pelas ruas, procurava os poucos minutos de luz do sol.
Louco, chutava o ar, como que mandando o calor embora.
Era o frio de faca que buscava.
Num café que estava na moda, pediu algo frio.
A garçonete sugeriu sorvete.
Ele topou.
Ao lado, um grupo de mulheres cacarejava.
Como grãos de milho, ciscavam histórias de colegas de trabalho, Caras e outras conversas de salão.
Ele segurava o copo de sorvete entre as mãos como que para fazer baixar a temperatura.
As pontas dos dedos ficavam cada vez mais vermelhas enquanto o sorvete derretia.
Pediu a conta.
Pagou.
E saiu correndo a derrubar cadeiras, mesas, empurrar quem atravessasse seu caminho.

O casaco ficou para trás.

Sociedade das mulheres

quarta-feira, 1 de junho de 2011

C de casa da mamãe

Um caso novo e que me deixou com a cuca fundida hoje.
Uma amiga bem sucedida, solteira, com mais de 40 vai ser mãe.
O pai? Não existe.
Mesmo.

Sim, na sociedade ainda machista, em que homens ganham mais do que mulheres para exercerem cargos de mesma hierarquia, na sociedade em que não existem pílulas contraceptivas para eles… Surge uma ameaça.
Além da piada pronta – a proliferação indiscriminada de sogras -, um questionamento tomou conta de mim: o que será dessa nova classe de mães solteiras sem pai “biológico” conhecido? O que será dos frutos dessas novas mães que recorreram a bancos de esperma?
Não quero falar de minha amiga. Estou com ela e não abro. Essas crianças terão uma senhora mãe.
Penso em mercado de serviços, em bens de consumo, em relações de trabalho.
Mães que não terão maridos ou pensão dos ex e que com isso não contam, disso não precisam.
Filhos de uma nova família.
Uma sociedade em que os homens têm menos importância. Terão algum papel?
Uma sociedade em que os homens possíveis são os filhos dos homens invisíveis.

É o começo de uma revolução.
Sexual, comportamental, profissional.
Seria uma terra de amazonas?
Com um dos seios cortados – o seio que as liga à concepção dita original?
Seriam os homens dessa nova sociedade apenas objetos para determinados fins?

Homens, tremei. O fim está próximo.

Gratidão e nonsense

domingo, 1 de maio de 2011

Almocinho  hoje com amigas.
Fomos a um lugar que tem espaço para receber crianças.
É que uma tem filho de quase 7 anos.
A outra não quer ter filhos. E ponto.
Aquela está barriguda.
E essa trabalha a sério numa produção independente avançada. Filho de laboratório com pai desconhecido e mãe linda e apaixonada.

Todas com mais de 30, quase 40.
Achei tão bacana. O mundo e suas possibilidades.
Que bom é não ter que ser parte do gado.
E poder fazer tudo errado.
Só para admitir que é humano.
E que vai fazer errado de novo.
(Embora vez ou outra tente acertar)

Caretice essa coisa de ser perfeito.
Magro, rico, com cartão de visita.

Hoje também notei que o “amigo” que recebi em casa, ofereci quarto e comida, paguei almoço, levei para passear…
O amigo me cortou de sua rede social.
Tão divertida a pequenês.
Juro que não é tipo: a vida é muito curtinha para criar tempestade em copo d’água.

Engraçado este domingo.
Acordei e passei o dia achando que tudo anda muito gostoso.
Sorvete de gianduia com direito a repeteco.

Quando não evoluímos

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Eu tenho visto essa série de propagandas e, cada vez que essas humoristas aparecem em minha telinha, xingo um palavrão sem depilação.
Para mim, publicitário é tudo, menos bobo.
Afinal, tem que ter um certo talento para fazer o cliente pagar e aprovar pelos devaneios da criação.

Como mulher com um toque declarado de misandria, detestei essa propaganda.
Que coisa sexista, atrasada, estúpida.
Mulher evoluída é aquela que ataca o sexo oposto?
Mulher evoluída acha que homem tem que fazer faxina?

Em tempos de grana curta e empregada doméstica virando profissão em extinção, pensei que um produto de limpeza viesse para facilitar a vida de homens e mulheres que não têm tempo nem paciência para uma faxinão da dona Maria…
Ledo engano: produto de limpeza serve é para esculhambar as questões de gênero.

Para mim, as mulheres confundiram tudo quando tentaram ser… Homens!
Quiseram trabalhar mais e melhor, colocaram a prótese peniana na mesa e excluíram os homens do jogo.
Os homens, por sua vez, ficaram fazendo aquele papel de PSDB: depois de curtirem o poder, perderam a mão.
Não se posicionaram e viram uma parte do eleitorado debandar…

Estes novos comerciais mostram que queimar soutiens foi uma tremenda besteira.
O lance é botar uns contra os outros.
E, se você for gay ou simpatizante, tem tudo para fazer a turma hétero comer poeira enquanto se engalfinha na rinha do nosso quintal.

Apertem os cintos, a guerra dos sexos vai aparecer em versão reloaded em tamanho P, M, G, XG.

Buscando um papel

segunda-feira, 28 de março de 2011

Ultimamente tenho me ligado em questões de gênero.
Talvez seja a idade.
Mas não posso deixar de defender um ponto: homens e mulheres andam perdidos, perdidos.

As mulheres, com soutiens em chamas e peitos despencando, decidiram dar uma banana para os homens.
E nenhuma, nenhuma mesmo, liga muito para o fato de não ter ganhos equiparados aos deles.
A questão é poder fazer tudo o que eles fazem e mais: ainda serem mães deles e dos filhos. Tudo?
Eles, encolhidos na perda do papel de provedores alfa, ficam na defesa.
E reclamam, pois não conseguem adivinhar o que mais elas querem.
Antes, era só um puxão de cabelo e uma penca de filhos.
Depois, houve a fase Liz Taylor: jóias, viagens, uma casa no campo.
Hoje ela puxa o cabelo, dá carro e ainda manda que ele lave a louça. Pode?
No fundo, creia em mim, elas querem ser mulherzinhas.
E eles, machinhos dominantes.

É um círculo vicioso.
Elas mudam o mundo, comem a vida pelas bordas, eles se encolhem, ficam perdidos, gritam, e ninguém se entende muito bem.

Hoje, numa daquelas conversas que pintam de quando em vez, o moço contou que está trabalhando loucamente e que a mulher, com filhos de 3 e 1 ano, deixou a profissão para virar mãe em período integral.
Não conheço o moço e nem tive interesse em me aprofundar em assunto tão íntimo, mas ficou no ar aquela sensação de que eles sabem que perderam o equilíbrio e que andam arriscando muitas coisas numa corda bamba.
Eu, particularmente, não quero falar da minha vida pessoal.
Só devo dizer que é muto difícil ser mulher moderna. Homem então…

Essa sensação falsa de autosuficiência não cola.
A gente é bicho. Vive em comunidade. Temos hábitos sociais. Precisamos do outro.

Eu ando com uma pulga atrás da orelha.
E ela, doutoranda em Lewis Caroll, vive gritando:
“-É tarde, é tarde… É tarde, é tarde, é tarde.”

Mulheres depois do ataque de nervos

segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Adivinha quem vem para o Brasil!?

Adivinha quem vem para o Brasil!?

http://tinyurl.com/ktjvsx

http://www.nytimes.com/2009/09/20/opinion/20dowd.html?_r=1

Mulheres, onde vocês estavam com a cabeça quando largaram tudo para serem mães em tempo integral ou para curtirem um amor?
Certos passos que a humanidade dá não têm volta.
E a dona-de-casa não é mais uma profissão. Não é mais opção.
Até aqui chegamos e daqui partiremos…

O Muro de Berlim caiu em 1989 e você ainda acredita em viver em comunidade? Você cuida da casa, ele sai para trabalhar? Sem $ na conta, veja como é a economia mundial, você tem menos poder e, portanto, menos chances de escolher, menos autonomia, menos tudo. Mas o amor preenche todos os espaços (?). Como viver de amor se temos conta de luz, telefone, condomínio e impostos no fim do mês? Amor paga tudo?

O sonho da vida hippie ainda existe em algumas de nós. Que coisa!
E faço deste blog meu confessionário: em 2006 larguei tudo. Tudo. Eu ganhava bem mais que meu marido. Mas fomos viver a utopia da vida em uma cidade menor, com menos gastos, mais tempo, menos preocupações.
Durante uns 30 dias coloquei tudo o que eu queria de “ócio” em dia: vi todos os episódios de todas as minhas séries preferidas. E.R. e outras. Passeei pela cidade sem destino. Acordei às 8h da manhã, corri (afinal não havia dinheiro para academia) até 11h. Economizei na gasolina. Li dezenas de livros.
Depois de um mês, comecei a me trancar no quarto: imagina se a faxineira me pega vendo TV no meio da tarde? Imagina, se ela vê que sou desempregada?
A grana… Não ter dinheiro para fazer as unhas, não ter dinheiro para um reparo da casa, não ter dinheiro para tomar um capuccino de tarde. “Ótima” experiência. Ainda mais quando seu blaser predileto começa a amarelar no armário e você não tem dinheiro para a lavanderia.
Para não ficar completamente no ócio, fui estudar Direito. Nenhuma faculdade me aceitava (os prazos de transferência já haviam passado) e consegui no gogó entrar numa faculdade particular. O diretor havia feito doutorado no Porto, em Portugal, e passou por uma história parecida. Aceitou minha matrícula.
Com isso, consegui um estágio que pagava menos do que pagávamos para a diarista. O simples fato de receber a grana do estágio e pagar a diarista me fazia um bem. Eu me sentia útil de alguma forma.
E haja persistência para trocar um salário por um estágio “de salário de faxineira”. Nada contra os pagamentos do estágio: mas a decisão de “viver a vida no campo” tinha um preço bem mais alto do que “não ter tempo na cidade”.
E as “amigas” dos tempos de infância deitaram e rolaram: circulava um boato de que eu tinha me dado mal na vida e agora estava morando com minha mãe. (eu +marido+3 gatos)
É que voltei para minha cidade natal: Belo Horizonte, uma cidade fofa, cheia de gente fofa, que adora falar da vida dos outros e alimentar boatos sem fonte confiável. FOFÉRRIMOS!
Confesso que isso nunca me incomodou e não seria naquele momento… Mas vocês vejam o conceito de sucesso e fracasso que os outros fazem da (nossa) vida…
De tempos em tempos, pintavam jobs. Trabalhos que em São Paulo demandariam uma equipe especializada e um budget razoável. E eu muitas vezes fazia sozinha e não cobrava. Melhor não receber do que ganhar um troco…
Depois de quase um ano, mudanças. Agora iríamos para uma cidade mais bacana em vários aspectos – eu também já havia morado lá: Curitiba – e eu ainda na paralela. Cansada de não ganhar nada e ainda pagar faculdade, fiz meu dever de casa. Concorri a uma vaga na melhor faculdade da cidade, a UFPR, e passei. Eram três vagas e por um décimo fiquei em terceiro lugar. Bacana? Não, né? Nessa altura do campeonato, mudar a vida toda para começar do zero não faz nenhum sentido.
Aí fui rever a cidade. E pensar em que confusão estava me metendo.

Juntei minha malinha, fizemos as contas (eu, Fred e os 3 gatos), planejamos e voltamos para SP.
É preciso equilíbrio.
O ano “sabático” teve muito valor. Foquei na carreira, tomei as decisões que julgo acertadas, deixei a carreira “fechada” na Globo e fui para o mercado aplicar meus anos de Globo. E estou feliz com a mudança.
Hoje tenho 3 empregos para ganhar pouco menos do que ganhava antes. Mas as possibilidades aumentaram. Não estou mais dentro de uma casca de ovo.
E chega de brincar de casinha.

Porque casa e trabalho são ótimos. Quando há equilíbrio.
Nem tanto ao céu. Nem tanto à terra.
E ninguém dependendo de ninguém. Todo mundo caminhando junto.

Malu Magalhães é péssimo exemplo

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

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A barra pesou.

Não se trata de comparação.
Mas ganhamos menos.
Fazemos mais coisas ao mesmo tempo.
E carregamos os bagrinhos.
Não sabemos por que vamos nesse ritmo.
Já experimentou nadar contra a maré?
Não sei se é a conta furada.
Se é a falta de rumo generalizada.
E o fato de não podermos parar.

http://www.timesonline.co.uk/tol/comment/columnists/guest_contributors/article6732389.ece

Esse artigo (não) diz tudo. O título é: Ensine as jovens a ser advogadas, médicas – e mães

Nele a colunista expôe suas dúvidas, não soluções. Ela conta que a Comissão da Mulher e Trabalho da Inglaterra emitiu recentemente um relatório dizendo que a razão pela qual as mulheres são subvalorizadas no trabalho é porque não estão recebendo conselhos suficientes sobre aspirações e carreira.
A educação formal das escolas não está preparando as moças para este mundo.

Convidada para falar na formatura da escola onde havia se graduado há 30 anos, a colunista ficou espantada ao notar que as meninas que encontrou prontas para receber o diploma são extremamente perfeccionistas. E mães trabalhadoras não podem chegar à perfeição em todas as áreas de suas vidas.

“Eu sinto muito, meu amor, por você e as meninas. Mantenha-as por perto “, foram as últimas palavras da advogada Catherine Bailey para o seu marido, um médico. Ela se atirou no Tâmisa. O médico legista concluiu: “Ela era uma mulher muito capaz e profissional e mãe de três que descobriu que é difícil atender às exigências da maternidade e do elevado padrão que ela mesma se impôs.” Sócia de um escritório de advocacia, a moça vinha trabalhando enlouquecidamente. Ao voltar para casa, ela parou o carro na beira do rio. Ligou do celular para o marido. Tirou os sapatos e se atirou nas águas turvas.

Não é apenas a profissão. A colunista, que viaja pela Inglaterra, notou que as meninas têm mais consciência sobre o que querem fazer do que os meninos. Os meninos são mais relaxados sobre o próprio futuro.

As estatíscas mostram que quatro quintos das mulheres têm filhos. Isto não significa que as escolas deveriam estar ensinando meninas a cozinhar e costurar. Mas também não significa que as escolas devem preparar as meninas para querer o mesmo que os meninos.

Talvez tenhamos errado quando decidimos queimar os sutiãs. Eles são necessários.
Queimamos os sutiãs, trabalhamos feito mouras, acumulamos tarefas.
E eles não se preocupam muito.

Wrong Place

quarta-feira, 8 de abril de 2009

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Ouvido hoje na academia.
As personagens: duas peruas que chegam às 6h30 am para malhar.
Tomam banho às 10h na academia, secam cabelo e colocam outra malha para continuar a fazer ginástica.
Local: chuveiro
As fofas, aos berros, afinal, a academia é praticamente a casa delas.
– O fulano é péssimo.
(O fulano é o novo namorado de uma amiga)
– Fala para ela que esse não serve! Ele se separou, tem dois filhos e voltou a morar com os pais. Nem trabalha!

Eu, correndo para vir para o trabalho, pensando na vida, no cartão de crédito: o roto falando do mal lavado…

E diz minha amiga Mariana, que trabalha das 5h da matina às 13h, que já ouviu a mesma turminha contando que está na moda – entre elas – tomar um medicamento na veia que seca o leite materno.
Tudo para o peito não cair.
Como diz Mariana: “-Quem se interessa pelos peitos duros de uma mãe megera?”

Realmente, meninos, não é fácil!

Por aqui, meu som ambiente é a música do filme Rocky, aquele, o Balboa!
Estou me achando! A vontade é de sair pelos corredores dando socos no ar.
Consegui lançar no SAP as cinco viagens que fiz.
O Alê até fotografou! Eu com as notas – que já foram despachadas para o Financeiro – com Jorge Clerc dando apoio moral…
reembolso
A cara amassada, ferrada mesmo é porque foi duro.
Foram horas de negociação para os chefes aprovarem a burocracia no SAP e outras horas para lançar as malditas notas num sistema que é em espanhol… Táxi entra em parquímetro – que, ao que me consta, é estacionamento.
Ninguém merece.
Mesmo!

E meu momento atual é totalmente suicidal tendencies at work.
Ontem bati boca com o comercial da revista – que não vende anúncio, mas critica a redação.
Hoje quis abandonar o presidente no meio de uma entrevista.
Se a moda pega…
Um dia desses eu viro celebridade.

Já vejo até minha estréia na mídia.

“Gerente LatAm sobe no palanque, faz discurso, diz o indizível. Metade da firma se demite, Metade recebe aumento. Gerente é demitida e vira consultora do Justus”
Sucesso (?).

Mulheres!

domingo, 1 de março de 2009

img00050 No século XXI, a diferença entre homens e mulheres ainda é tabu… E me pego, algumas vezes, sendo machista… Confesso.
Saindo de Cartagena para Colômbia, vi duas coisas interessantes. Uma: a janela do piloto aberta. Nunca soube que a janela do piloto poderia ser aberta. O avião da ida era um MD-83, grande, daqueles que a gente entra pela cauda. (Detalhe: quando fui procurar fotos do avião na internet, vi pelo menos 4 acidentes envolvendo o bicho). Enfim, na volta, pânico. O avião era um Fokker-100: com a janela aberta, num calorão tremendo, pude ver o piloto. E o piloto nada mais era do que uma moça novinha com cabelos grandes e encaracolados. Claro que gelei: um mulher e nova, pilotando… Socorro! Viajei grudada no assento, contando os minutos para chegar… E o vôo foi super tranquilo. A moça era fera no manche!avcr18120dl41
Ontem, outra cena incrível. Duas senhoras e dois senhores almoçando em um restaurante. Na hora de ir embora, eles se dirigem para…
Um super Jaguar azul, lindo, brilhante. E eu esperando ver o vovô rico dar carona para as vovós. Pois não é que a vovó mais velhinha, mais encurvadinha sacou as chaves da máquina e deu carona só para a amiga. Foi o máximo: a rapaziada mineira, louca por um automóvel, ficou sem fala… Vovó tem o maior carrão. E dirige bem!
Dois a zero para as mulheres. Zero para o meu preconceito!
Chega de ser mulherzinha, bonitinha, de rosa, fazendo ginastiquinha. O lance é ser Penélope Charmosa, de capacete e tudo!
Ah! A strelitzia aí em cima é da minha padaria preferida em Belo Horizonte, a Casa Bonomi. As flores são originais da África e, pelo visto, adoraram as montanhas de Minas. A padaria continua boa, mas o serviço é aquela coisa.photo-132 Mineiro, e isso eu posso falar pois sou da terra, é quase sempre leeeeeeeeeeento para servir e ruiiiiiiiiim de jogo para negócio. Pedi pão fatiado e foi um caos no balcão… Isso eles não fazem… SOS!
Ao lado, foto de mulherzinha, Só a tatuagem pode ser um aviso…