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Calvície tem cura

terça-feira, 15 de junho de 2010

Esse blog é realmente um fenômeno. Conta com um grupo bacana de leitores mais ou menos fiéis. Risos. Dois d’além mar: uma de Portugal, outro da Irlanda (recém-chegado que usa google translate para entender a confusão). Eu fico impressionada!

Refletindo sobre o novo mundo, esse eletrônico, que encurta fronteiras, abre janelas novas de percepção… Tudo o que escancara entradas, facilita a vida dos gaiatos.

E eis que surge um novo pássaro na natureza com o intuito de fazer fama e acabar com um dos caras mais abjetos da humanidade: o locutor Galvão Bueno.
Em dez anos de Globo, estive com esse moço apenas uma vez. Chato na telinha, arrogante e bobo ao vivo.
Recentemente tive conhecimento de um gaúcho calvo que é fã do dito profissional. Fiquei horrorizada – mas ao passar mais tempo observando o careca, entendi melhor… São gêmeos de espírito, unidos pela falta de tato e pela deselegância.

Para brasileiros, Galvão é velho conhecido. Locutor arrogante, chato, que torce contra, que fala as maiores bobagens – certa vez trocou os times e passou um tempo de jogo (45 minutos) falando que o time A era B. Além disso, trocou o nome de todos os jogadores.
Sensacional é que é pago para “pagar mico” – dizem por aí que ganha cerca de 250 mil dólares por mês.
Para os estrangeiros, apresento um fenômeno da piada pronta. 

Desde ontem, a frase “Cala boca, Galvão” é campeã de audiência no twitter.
O engraçado não é que escrevam no microblog um libelo contra um cara singular; o ótimo é que um gaiato mais experiente criou um vídeo sensacional.
E agora tem muito estrangeiro achando que “Galvão” é um pássaro que corre risco de extinção.
Só dando gargalhadas!

Leiam a matéria sobre o assunto no New York Times, um jornal de olho nas modas que surgem e somem em cinco minutos.
Quando penso em New York Times, penso na ira de Murdoch, aquele cuja nação tomou de 4 a zero da Alemanha. Alemanha, aquela que deu corda para um austríaco e quase acabou com o mundo.
Cala boca, Galvão!

O vídeo sensacional:

Esse blog gostaria de agradecer a TV Globo, que insiste em manter esse cara como locutor oficial, e também aos gaúchos calvos – que fazem a alegria de nosso CV.

Feliz Copa do Mundo!

O Plágio…

terça-feira, 19 de maio de 2009

photo-170

Finalmente a onda que eu esperava começou!

Apple this summer is recruiting about 450 “At Home” technical support staff in at least six cities across the U.S., according to a document seen by Cultofmac.com.
Instead of locating these workers in a centralized call center, they will work out of their own homes.
“As a company who’s motto is ‘think different,’ our ‘work different’ philosophy offers you the opportunity to work independently in your home office,” the job ads said. “You will receive all the wonderful benefits of working for an amazing company without ever leaving your home.”

http://tinyurl.com/p23k3j

 Acho o máximo. Trabalhar em casa. Defendo super.

Principalmente se o cidadão é da minha área – jornalismo, marketing. É muito mais produtivo. É muito melhor. Para quê vir para o escritório todos os dias? Vamos fazer nossas reuniões essenciais e tocar o barco.

É assim que eu fecho revista e, embora ainda haja um nariz ou outro torcido por aí (até dentro da editora), funciona.

Falando de filmes, o novo do Ken Loach, Looking for Eric deve ser incrível. Ken Loach sempre surpreende com seus filmes bem amarrados, suas preocupações com questões sociais… Eu simplesmente amo Costa Gravas. E acho que Loach é da mesma escola…

Já o Anticristo de Lars Von Trier… Sinceramente!  Dos caras do movimento Dogma, ele foi sempre o diretor que menos me encantou. Mas… Não sirvo como referência de crítica. Não mesmo. Ainda mais se a crítica é do cult. Risos.

E leiam isso (no Blue Bus saiu uma nota em português):

Dowd wrote: “More and more the timeline is raising the question of why, if the torture was to prevent terrorist attacks, it seemed to happen mainly during the period when the Bush crowd was looking for what was essentially political information to justify the invasion of Iraq.”

Marshall wrote: “More and more the timeline is raising the question of why, if the torture was to prevent terrorist attacks, it seemed to happen mainly during the period when we were looking for what was essentially political information to justify the invasion of Iraq. “

 Alguma diferença? Trocando o “we were” para “the Bush crowd was”, nenhuma diferença… A crítica do New York Times simplesmente copiou o texto de um blogueiro e jura que foi mera coincidência, que ela nem leu o blog. E pior, a culpa é de um amigo dela!

“I didn’t read his blog last week, and didn’t have any idea he had made that point until you informed me just now. I was talking to a friend of mine Friday about what I was writing who suggested I make this point, expressing it in a cogent — and I assumed spontaneous — way and I wanted to weave the idea into my column. But, clearly, my friend must have read josh Marshall without mentioning that to me.
We’re fixing it on the web, to give Josh credit, and will include a note, as well as a formal correction tomorrow.”

 Maureen Dowd, minha filha, assume que você copiou o blog do moço. Ou então fica calada. Porque mentir assim é feio demais…

 E falando em confusões via blog, matéria da Gazetaonline dá uma dica aos candidatos a emprego: “Dizer em páginas de relacionamento que odeia o chefe ou odeia trabalhar na segunda-feira, pode colocar tudo o perder. “

Gente, hello! Todo mundo odeia chefe e odeia segunda-feira! Ou quase todo mundo. Eu nunca li num blog alguém escrevendo que AMA o chefe que que mal vê a hora de chegar a segunda-feira. Recrutadores, hello! Procurem pessoas de verdade. E “odiar” o chefe pode ser pesado. Mas querer ser o chefe pode ser positivo… Vou usar uma frase do diretor-geral do Google Brasil, Alex Dias, 37 anos, que foi publicada numa entrevista hoje: “A transparência é que faz a diferença. É falar para o usuário, deixar claro para que ele não se sinta traído.”

Hello!

Ai, tanta coisa para falar… Hoje estou super com a macaca. Mas esse post já deu.

Como última, antecipo novidades da próxima revista. Tudo caminhando para nosso próximo editorial ser feito em Paris. Que delícia.

Mas eu não vou… Tenho meu segundo emprego para tocar.  :-(