Posts com a Tag ‘Nova Zelândia’

Capítulo 25 – Táxi

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Cada mergulho, um flash

Uma americana a serviço de empresas da Nova Zelândia.
Um encontro informal – marcado.
E um passado – quem diria? – em comum.
Enfrentaram a mesma empresa.
A garotada nervosa e sem talento.
Aquele CEO alemão conhecido pela grosseria.

As duas se olharam – disseram pouca coisa sobre o assunto.
Estava tudo muito claro.
Uma experiência e tanto.
Uma nos EUA, outra no Brasil.

Elas se cansaram de tanta gritaria.
Hoje ganham mais e vivem melhor.
Ainda viajam pelo mundo.
A americana recruta profissionais de ponta e que sejam preocupados com a sustentabilidade corporativa.
Gente do bem para crescer sem puxadas de tapete e ataques de ego.

Pegou o táxi pensando…
Mundo pequeno.

Roda mundo…

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Virei a minha ampulheta hoje. Essa história de dar a volta ao mundo mexe com a gente.
São tantas informações e um sentimento de ser pequeno que é preciso descarregar a bateria toda para voltar.
E, como de costume, a volta foi violenta. Trabalho no feriado, fechamento de mais uma revista, redação cansada e um ou outro nervosinho – para deixar o time eclético.
Hoje dormi sete horas. Penso que não faço isso há mais de dez dias.
Não estou descansada. Mas satisfeita com o resultado. O olho ainda arde, mas lutei contra minha rotina.

...

Eu fico bem chateada quando não tenho tempo de escrever.

É que as idéias vem e vão embora. É preciso agarrá-las enquanto é possível.
Não me pergunte muito sobre a Austrália. Na “cidade mais distante do mundo”, você não vai ao restaurante, vai ao posto de gasolina trocar óleo pois tudo é frito, gordo, insosso. Vale pela cerveja – tomada na hora imprópria e bem gelada.
Para chegar a Sidney, cinco horas de avião. O Brasil fica pequenino.
O que me deixou louca foi a Nova Zelândia. Só pisei no aeroporto mas, do alto, vi verde claro, verde escuro, verde musgo.

A tal da energia faz o mundo girar.
Trouxe um queijo de lá. Mineiro é assim.

Nesses dias de cão, fico pensando nos egos.

Quando a gente perde o senso, o que acontece? Querer mais sem estar pronto para compartilhar. Poder é um negócio complicado. A briga é grande, mas poucos são os escolhidos.

Nesse blog que hoje nasceu enferrujado, lugar comum, penso, penso mas não coloco as idéias no lugar fora de casa.
Ultimamente ando rebelde.
Abandonei as vitaminas.
Segunda volto a minha ginástica. Ando procurando sem pressa uma yoga para voltar.
Fico pensando como Alice: “será que perdi o caminho?”

Em Pinnacles desert