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Paladar

sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Mineira em São Paulo

Mineira em São Paulo (=queijo francês)

Desde segunda-feira meu computador resolveu parar de trabalhar.
Eu o entendo perfeitamente…
A Apple é que poderia ter um serviço de assistência remota mais eficiente.
O fato é que, em Paris, meu telefone tinha acesso limitadíssimo a internet.
Aqui, a hora e a vez do computador.

Adoro como a semana voa em São Paulo.
E nunca tive a real noção de como o trânsito consome nossas horas preciosas.
Ele é como um gadget em sua estréia: rápido, intrigante… e com bateria que dura pouco.
No primeiro dia útil da semana, reuniao às 10h.
Meu carro estava no rodízio e me esqueci. Pedi para chegar meia hora mais tarde.

Sao Paulo em qualquer lugar

Reunião remarcada para o dia seguinte…
Coisas de São Paulo.
No dia seguinte, saí com folga de casa. E cheguei à reunião uma hora mais cedo.
A sorte (paulista e de principiante) é que a reunião teve que ser adiantada.
E teve que ser interrompida também.
Parti para um café com um amigo que trabalha ali perto.
E praticamente fechei um novo trabalho.

Depois tomei chá com a amiga querida.
E não consegui encontrar com a nova amiga.
Trânsito.
Sampa.
Eu resisto.
Eu gosto mesmo assim.

Ai ai ai.
Em dois meses uma pessoa sai de esquadro?

Fados e fatos

domingo, 31 de janeiro de 2010
Acessórios para Débora Rodrigues

Acessórios para Dulce Pontes

Eu sei, vão me criticar.
Mas o retrato que fizeram da Renata na Serafina… que belo romance.
Dos horários à construção da persona… Renata é mesmo linda e um pouco melancólica. O resto é marketing porque a gente tem que sobreviver, não?

Inspirada pelo belo retrato noir, fui ouvir a Dulce Pontes a “cantaire” Lágrima. Que chatice sem fim. Acho que Roberto Leal acabou com qualquer chance de eu gostar de fado. Maldito louro com jeito de chacrete.

“Cheia de penas
Cheia de penas me deito
E com mais penas
E com mais penas me levanto”

Minha amiga Sarah Ezequiel não fique com raiva. Mas a Dulce dorme num galinheiro? Tem uma criação de avestruzes?

Mas se o fado perde, os queijos vencem. O “Monte da Vinha” então… U-la-lá!
Olha, acho que Lisboa é a pedida da Semana Santa. Também, confesso a choraire recostada em meu travesseiro de pêêêêêêênax de ganso: NYC é uma Miami mais sujinha e apaulistanada. E a terrinha eu não conheço! Como pode? Até lá terei mais caixa porque as costuras para fora já começaram.

E para não perder o bonde, vamos analisar a construção das manchetes e tílulos da F”a”lha de S.Paulo:

A advogada portuguesa que largou a Justiça para fazer queijos com as próprias mãos

por ELIANE TRINDADE, de Vimieiro (Portugal)

O MELHOR QUEIJO DO MUNDO


queijo_entradaEssa é para guardar e contar numa mesa com muito vinho. Se a advogada largou a justiça, certamente é uma fora-da-lei… Deve sonegar impostos ou, no mínimo, cospe no prato em que comeu. E isso a Vigilância Sanitária não permite. E fazer queijo com as próprias mãos? Ora, ora…
Mesmo que o processo seja industrial, em algum momento tem uma mãozinha (adoro cacófatos) na receita. Eu mesma já fiz muita trança (de mussarela) na fazenda do meu avô e sem garantia de condições mínimas de higiene. Mas ficaram uma delícia cremosa!

Ora, o moderno jornalismo quando quer fazer graça acaba virando piada…Tsc, tsc…

Ai, essa conversa me deu fome e tenho um queijo curado me esperando na cozinha… Depois das dez já pode tomar vinho?

Sexta-feira, minha querida

sexta-feira, 20 de março de 2009

friday_night_feverc

Hoje é post-semanário.
Na segunda, tudo certo.
Minha chefe não pode vir.
Na terça, almoço com a chefe.
Reunião de tarde.
A chefe foi demitida.
Choveu canivete em SP.
O presidente me ligou de tarde.
Eu já estava no meu segundo emprego.
Na quarta, reunião com o presidente.
Entrevista de emprego com o vereador desmarcada.
Voltei para o marketing.
Continuo tendo que mudar de lugar.
Ainda fazendo serão no segundo emprego – fechamento da revista.
Revista ficou linda. Iguatemi tem foco no que faz.
Quinta. Completei 34 verões. A primavera é em setembro.
Reuniões a manhã toda.
Almoço com amigas queridas: Mariana, Maria, Fabiana. Nem tinha notado: nossos nomes se misturam. Que coisa incrível.
Não contei que era meu aniversário.
Não gosto de comemorar aniversário.
Liguei para meu querido Tio Drago na Argentina.
Ele também faz anos e não gosta de comemorar.
Por isso comemoramos juntos. Eu em SP, ele em Buenos Aires. Entre nós, muita fibra ótica.
De noite, ainda serão na revista.
Fui para casa.
Queijo holandês, queijo da Serra da Estrela.
Uma garrafa de champagne.
Desmaiei.

Sexta.
Minha vista dói.
Meu look tá um arraso.
Vou almoçar com uma super querida.
Tenho francês à noite.

Mas é sexta.
Dia lindo.
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