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Tacones lejanos

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Foi com esses que fui...

Um almoço grátis e um papo com um amigo espanhol que veio se aventurar por aqui e ficou.
Uma parada estratégica na Sak’s e dois novos pisantes de sola vermelha.
Uma corrida até Times Square e o filme sobre o Facebook.

“The Social Network” segue a história contada em revistas…
O menino Mark Zuckerberg (26 anos), que conheci pessoalmente no ano passado, parece o autista que pensei que fosse. Até a metade do filme, não faz uma triste figura como pintam as críticas. Ele dá o cano nos gostosões de Harvard e desconfio que 90% da população acha isso ótimo…
É quando ele engana o amigo e financiador do que viria a ser o Facebook que a imagem de nerd-daltônico dá lugar à imagem de mau caráter, manipulador e bandido sem moral.
Sendo o amigo traído um brasileiro, imagino que a coisa vá ficar quente na estréia em Sampa.

O filme é bom, a história não é nova.
O que me bateu é que saí com a sensação de “Vale a pena ver de novo”.
Acho que já conheci e já trabalhei com gente que tem essa mesma mentalidade e, certamente, menos sorte e talento.
Não é algo para se gabar.

Filme visto, fiquei com vontade de comprar o livro The Accidental Billionaires do Ben Mezrich…

Bastidores da criação de empresas de tecnologia turbinados com ficção bem ao estilo americano.

o salão do Daniel

Engraçado é notar que os tradicionais excluídos, quando incluídos, costumam virar monstrengões.
De perto, quase ninguém é do bem?
Recordo-me de um coordenador que tive em minha equipe.
Um baixote com calvície no estágio 2 (quando não dá mais para disfarçar)…
Ele daria a mãe para ser CEO de qualquer coisa, até da cooperativa de engraxates do rio Guaíba. Sorte do mundo que o menino só tem ambição e nenhum talento.

Depois de ficar com o filme sobre os nerds do mundo digital rodando em minha cabeça, uma aventura gastronômica daquelas.
Daniel Bouloud com “D” maiúsculo!
6 pratos harmonizados com vinho.
Comida que não acaba mais.
Blazer é obrigatório para homens e, como bons franceses em NYC, o moço que não for a caráter pode pegar um emprestado na chapelaria e fazer bonito no salão principal.
Além de comer bem, abusei do meu francês!

Foi um dia de extravagâncias.
Louboutins, filmes, 3 estrelas do Guia Michelin…
E a sexta-feira só começa hoje.

O próximo filme da semana será “Inside Job“.
Badaladíssimo por aqui, ele conta os bastidores de 2008.
O trailler tem entrevistas hilárias com essa turma nerd (aussi!) do mercado financeiro que quebrou a banca nos Estados Unidos.
Para esse, preciso de algo além de sapatos de 3 dígitos.

Quem disse que bebida, viagem, compras e outras bobagens não funcionam?

Montanhas

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Eu já corri de vento em popa, mas agora com que roupa?

Eu não sei como é para quem não vem das montanhas.
Subir.
Aos poucos, sem pressa, pois o caminho é árduo.
E, de cima, ver como se é pequeno.
Depois, descer e se misturar a todo o resto.

Dia delicioso.

Por aí.
Primeiro, Pigalle.
Puteiros, casas de massagem, saunas, sexshops.
Eu acho tudo ótimo.
Não tenho vergonha de ver os porta”coisas” bleu blanc rouge.
As moças fazendo o trottoir.
Os caras com cara de malandro.

Aí subir Montmartre.
Passar pelo café que já era famoso antes de Amelie Poulain.
É impossível não pensar em Santa Tereza.

Piuííí


poeira de estrela


mar

mar


Zenus, o pretendente

Bonde ou trenzinho?
Talvez
o Pão de Açúcar.

Tem um quê de Urca.
Calma.
Suspensa no ar.

Ver as casas,
passear com Zenus.
Alice tem que conhecer.

Tomar Cosmopolitan.
Sair altinha pelas ruelas.
Acabar em vinho branco num japonês da moda.
E comemorar minha alforria de uma ex-vida chata e de gente que não quer ser feliz.

Ai, Noel, vem me buscar…
“Agora vou mudar minha conduta.
Eu vou para a luta pois eu quero me aprumar.
(…)
Pois essa vida não está sopa.
E eu pergunto: com que roupa
eu vou
para o samba que você me convidou?
(…)
Eu hoje estou pulando como sapo
para ver se escapo dessa praga de urubu!”

Uma para o santo!

Ninguém escapa

domingo, 15 de novembro de 2009

bowie

Eu estou numa fase retrô.
Bowie, Baudelaire, Iggy, óculos de abelha (se bem que esses são de 2005 – já estão ficando retrô de fato).
No visual, algo no meio do caminho.
Não gosto dessa onda calça skinny+allstar da turma que tem menos de 30.
Eu acho que roupa tem que ser confortável. E não dá para ficar confortável embalado à vácuo.
Daí cair de amores por Leger.
A redescoberta do mago em pleno século XXI resvalou um pouco na cafonice.
Dá para ser menos perigosa perua e mais elegante com HL.

Mudando de moda para leituras, ando muuuuuuuito retrô.
Baudelaire está na minha cabeceira.
Vou lendo sem pressa.
Mas tenho voltado aos gregos.
E amando Shakespeare cada vez mais.
Não dá para segurar a onda de “Os 50 pirulitos que você tem que provar antes de morrer” ou “O código de não sei o quê”.
O último de Saramago… Confesso… Gosto da figura, mas não gosto da literatura.
E antes que você me chame de retrô(grada), eu gosto sim dos programetes de Anthony Bourdain.
O do Laos foi sensacional. Eu editaria a parte boba da visita à caverna.
E acho que o gringo foi mal assessorado quando esteve no Brasil.
Ir em escola de samba paulista (!).
Fora de senso.
É como pegar onda em Belo Horizonte e passar o dia no shopping no Rio.

Tudo isso para dizer que férias é tempo de comprar livros novos.
E como eles são baratos fora do Brasil.
Quero ler o famoso “Kitchen Confidential: Adventures in the Culinary Underbelly”
Quero comprar mais alguns de Cortázar. (Tenho e li feliz 2 comprados por um punhadinho de pesos em Buenos Aires).
Não quero ler o “novo” de Nabokov.
Quero dicas. Do Líbano a Niterói.

E, claro, tudo quando der vontade.
Entre uma vodka e um café forte.
Porque para onde vou, meu passado me condena (e muito)!
Eu tenho certeza de que vim ao mundo mineira para não cair de vez na boemia.
Mineiro é assim: 8 ou 80 – com forte tendência para o 8 e uma renitência nos “80”.

E dá-lhe 80!
Com ruga, malandragem e um certo voyeurismo.
Porque o álcool e o escracho são permitidos.

Foto criada em 2009-11-15 às 18.09

O nome dela é Caster Semenya

quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Responda rápido: qual das moçoilas parece homem?

Responda rápido: qual das moçoilas parece homem?

A sul-africana arrebentou nos 800m. Chegou 2s45 à frente da segunda colocada nesta corrida.
E tem só 18 anos.
Diferente, foi acusada de ser… Homem.
Nenhuma adversária foi cumprimentá-la depois da prova. Recebeu um único abraço: o da bandeira sul-africana.

A polêmica já começou nas eliminatórias. A queniana Jepkosgei liderava uma bateria quando foi tocada por Caster Semenya na última curva. A queniana sofreu uma queda e foi eliminada. Conseguiu no tapetão participar da final. Para perder – sem tombo.

Ser diferente.
Não ser mignon. Não ter o nariz da fada sininho. Não ter a pele alva.
Não fazer biquinho para falar.
Não ter os cabelos lisos e sedosos e louros e brilhantes.
Não comer pouco.
Falar palavrão.
E, além de tudo, ser a melhor do mundo.
Aí ferrou.
Ser diferente, negra e boa para caramba?
Só sendo homem.

No meu caso. Não consegui ser a melhor do mundo. Em nada. Risos.

Voltamos a minha última obsessão
(gosto da tradução do Houaiss – ■ substantivo feminino
1 Diacronismo: antigo. suposta apresentação repetida do demônio ao espírito)

Madonna.

Onde Sean, Carlos e Guy erraram? Onde Jesus acertou?

E voltamos às diferenças. Se uma diferença pesa muito, ela separa? Ou o momento atenua?
E, de fato, existem semelhanças?
Eu não tenho a menor vergonha de dizer: tenho pavor de encontrar meu clone.
Imagine alguém como eu. Seria um horror, um inferno.
Mas meu oposto também é um pesadelo.

Em 2002, voltei ao Brasil com uma sensação muito nova no peito.
Queria fugir. Para algum lugar. Para fora do planeta.
É sério.
Depois de uma longa temporada na ilha de Fidel, vendo gente pobre e instruída sofrer de falta de liberdade, os Estados Unidos se preparavam para invadir o Iraque. E invadiram no dia do meu aniversário: 19/03/2003.
As Torres ainda ardiam nos olhos de Bush. E o petróleo corria em suas veias.
Hoje, abro o jornal: 95 mortos no Iraque. Medo de votar no Afeganistão – moradores temem ataques dos Talebans. No Rio, duas inglesas condenadas por dar o golpe da mala roubada (para receber o seguro). Na política, ex-presidente escapa de acusações pesadíssimas. No barato, o cara usou (muito) dinheiro público em benefício próprio. No esporte, campeã da corrida é suspeita de ser homem.

Quando é que os caras começam a vender passagem para Marte? Eles aceitam vale-transporte? O carro como entrada?

Momento viagem

terça-feira, 12 de maio de 2009
Foco nas sardas

Foco nas sardas

Dia corrido.
De manhã, pilates, abdominal.
Depois, reunião na Telefonica.
Fizemos uma concorrência – o que era 500 caiu para 177. Fiquei pasma.
A mesa de compras amou. Disse que virou case.
Vamos ver se, com o preço tão baixo, o serviço continua de qualidade.
Depois, Terra – correndo.
Depois almoço-benchmark com o G1.
Depois, chá de aeroporto.
A turma do TTT gostou dos meus comentários sobre o mundo da internet.
Eles foram sinceros.
Contei como é o mundo arcaico da Construção Civil.
E a loucura que é o mundo da internet.
No meio da confusão, liga uma head hunter.
Agora é…
Comigo é sempre tudo ao mesmo tempo agora.
Se eu engordo – são logo 6 kg.
Se eu corto cabelo, 20 cm.
Se eu recebo uma boa proposta, logo recebo outra.

Isso é bom. Isso é complicado.
Porque também tem a época de maré baixa.
E é aí que os 6kg aparecem. Risos.

Enfim, a maré baixa começou a dar sinais de que vai embora.
Tô ralando para perder 2 kg.

Pandemônio

quinta-feira, 30 de abril de 2009

fragmentos (Fragmentos de uma capa)

Ontem peguei um táxi e o motorista era hilário!

Entre várias ótimas, contou que estava imunizado contra a gripe do suíno. Tinha tomado a vacina há dois dias. “Afinal, gripe é gripe!” Depois, alongando o assunto, disse que tinha ouvido no rádio que a doença havia atingido o status de pandemônio. Eu me diverti! E olha que o moço não estava tão errado…

Segundo o Pasquale hoje, na Folha:

A “endemia” é definida pelo “Aurélio” como “doença que existe constantemente em determinado lugar e ataca número maior ou menor de indivíduos”. O “Houaiss” diz que a malária, por exemplo, é uma endemia em determinadas regiões do planeta. O mesmo dicionário “Houaiss” define “epidemia” como “doença geralmente infecciosa, de caráter transitório, que ataca simultaneamente grande número de indivíduos em uma determinada localidade”. Da epidemia para a pandemia…
Pois bem. Em “pandemia” encontra-se o elemento grego “pan-“, que significa “todos”, “tudo”, “cada um”, “a totalidade”. No caso da gripe suína, que já se alastra por algumas regiões, não é difícil entender por que a OMS já fala em “pandemia”. A esta altura, alguém talvez já esteja pensando se há relação entre “pandemia” e “pandemônio”. Será que há?
Não há, ou melhor, há, se pararmos no “pan-“, que é o mesmo que se vê em “pan-americano”, “panteão”, “panfobia” etc. Em “pan-americano”, por exemplo, temos a ideia de união das Américas (não é por acaso que os Jogos Pan-Americanos têm o nome que têm). Em “panfobia” (ou “pantofobia”), temos a ideia de “medo de tudo” (como se sabe, o elemento grego “-fobia” significa “medo”, “horror”).
E “pandemônio”? Temos aí mais um termo criado por um escritor inglês. Assim como fez Thomas Morus (1480-1535), que deu o nome “Utopia” a um país imaginário (que tinha um sistema sociopolítico ideal), o poeta inglês Milton criou a palavra “Pandemonium”, resultante de “pan-” e “daimon” (“demônio”). Em sua obra “Paraíso Perdido”, Milton deu ao Palácio de Satã o nome de “Pandemonium”, também definido como capital imaginária do inferno.

Talvez o pandemônio seja aqui. Risos.

E o vexame que passei: fui chamada para as entrevista de seleção para o curso 10000 women do Goldman Sachs.  (www.10000women.org) Lá fui eu, linda para uma entrevista de… EMPREGO! Overdressed!
Pensei (errado), sou uma das 100 finalistas entre 800, tenho que ir bacaninha.
Ao chegar, achei meus pares – duas ou três perigosas peruas. E um grupo de moças mais simples, vindas de cidades do interior, com um sapatinho gasto, uma bolsa velhinha do nosso lado.
Eu, com minhas pérolas, fui ficando extremamente constrangida.
É que o programa do curso não é claro: não fala se existe a opção de ser pago pelo aluno… E na realidade ele é totalmente free, bancado pelo banco americano.
Ainda, não explica que o target é apenas gente que não tem ou teve acesso a boas escolas. Ele deixa em aberto.
Resumo: entrei na sala de entrevista. Pedi perdão pelo vexame. Afinal, não vou tirar lugar de alguém que não tem nada. Tenho uma certa vergonha na cara.
O professor entendeu, riu, sugeriu outros cursos da FGV para mim e pediu para eu fazer uma matéria para ajudar na divulgação.
Toma distraída.
Risos e mais risos.

Adorei essa foto do editorial

Adorei essa foto do editorial

E, em tempos de fechamento, tenho visto pouco minha cama.
Aliás, esse negócio de dois empregos poderia ter sido um bom argumento na entrevista.
Hoje (!) voltei para casa às 5h30 da manhã.
Meu porteiro deve achar que eu sou uma party monster.
Todo dia o tiro o sono de beleza dele – quem disse que porteiro fica acordado de madrugada? – para me receber com o sol raiando.
Descabelada, maquiagem borrada, com mau humor…

Fechamos a revista do Iguatemi ontem e hoje (!) terminamos a Vogue Noiva.
A madrugada foi de texto atrás de texto. No final, eu já não tinha mais gramática…
Esta edição tem quase duzentas páginas.

Eu pensei que vida de editora-chefe de Vogue fosse mais Anne Wintour e menos plantão médico.
Ontem minha alimentação foi: pizza, carolina, pão de queijo e biscoito de povilho.
Hoje não aguentei tomar café da manhã. Foi tanta porcaria que acho que posso ficar sem me alimentar por uns três dias.
Isso me faz querer fazer piada com o Chiquinho Scarpa…
Mas é maldade. Deixa para lá.

Enfim, a Vogue Noiva está incrível nessa edição!
Piramos na batatinha completamente: fizemos uma festa num circo.
Está lindo: a noiva de bailarina, com tiara de brilhantes de 30 mil reais. Tem palhaço, malabarista, etc
Este é um casamento que eu gostaria de ir…
Ainda, para os que gostam de alta moda, temos um editorial feito na Espanha com noiva maquiada de vermelho e milhares de flores, vestidos incríveis – uma coisa chic!

No domingo, no lugar de ver a final do Flamengo no Maracanã (detalhe: ingresso comprado e na mão), tenho que voltar a São Paulo mais cedo.
Tenho um coquetel na casa de Vera Simão para lançamento da revista.
Gente, quero ir ao Leblon, quero minhas havaianas, açaí do Bibi.
Cabelo sem escova, areia por todo o corpo. Mate da lata.
Esse negócio de glamour girl é só fachada!
E a Vera que me perdoe… Mas ir a festa bacana em casa nos Jardins… Eu não sou target!
Goldman Sachs me salve! Eu sou classe média, mas também sou carente…

Pré-carnaval

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

carmelitas
Para mim, carnaval é ir no sábado cedo (quando é possível, ir na sexta de tarde) no Saara (RJ) e rodar pelos camelôs para ver os hits do ano. Os óculos, as máscaras, as músicas que vão bombar.
Depois, passar na casa Turuna e comprar plumas, paetês. Já comprei tatuagem de estrass, coroa de princesa, penas, cílios postiços, meia arrastão, peruca black power…
E pacotes de confete de papel! Todo mundo adora. As crianças, os velhos, todo mundo. Afinal, é divertido e não incomoda como aqueles sprays chatos que te deixam molhado e manchado.
Aí, com a produção feita, tirar do armário minha velha saia de tule e caprichar na maquiagem.
Tem que ser à prova d´água.
Nos pés, uma bota velha, de salto, claro. Daquelas que enfrentam calçadas de pedra portuguesa e chão molhado de líquidos estranhos.
O cabelo, que começa lindo e liso, termina bagunçado num coque.
Sair nos blocos de rua.
É de graça, é non sense.
A gente vê quem não via.
Ri das fantasias.
Antes eu gostava de ir nas Carmelitas, mas ficou cheio demais, perdeu o estilo. E a polícia também mudou de lugar e a graça do bloco acabar o giro em frente à delegacia acabou…
Hoje dizem que os melhores saem de manhã.
Mas de manhã cedo é a hora mais bacana da praia.
Os velhos, as crianças, os bêbados.
O sol quentinho, sem ferver.
Adoro o Rio no carnaval.
Adoro carnaval.

Programação de amanhã no Rio

Alice pronta para o samba com colar de havaiana

Alice pronta para o samba com colar de havaiana


5h Embaixadores da Folia Av. Rio Branco com Rua São Bento, altura da Praça Mauá
9h Cordão da Bola Preta Cinelância, Teatro Municipal (Centro) – RECOMENDO
9h Céu na Terra Largo do Curvelo (Santa Teresa) – TALVEZ EU VÁ
11h Pega Pra Sambar Gomes Freire, esquina com Rua do Senado (lAPA)
12h Bloco da Viúva Rua Gomes Freire (Lapa)
12h Bloco dos Cachaças No Trailler em frente ao n. 3602 da Av. Sernambetiba
13h Beco do Rato Rua Joaquim Silva
14h Bloco dos Cachaças Barraca dos Cachaças (Rua Dias Cruz, 335)
14h Bloco do Caveira Final Marques de Olinda (Botafogo)
14h Turma do Gato Bar do Gato, Rua Djalma Dutra (Pilares)
14h Dois prá lá, dois prá cá Rua Álvaro Ramos 11 (Botafogo)
14h Aconteceu Bar do Gomes (Rua Áurea com Monte Alegre) FICA MUITO CHEIO – VÁ A PÉ
14h O Remédio é o Samba Av. Atlântica
15h Banda de Ipanema Praça Gal. Osório com R. Teixeira de Melo – SUPER GAY
15h Barbas R. Arnaldo Quintela com Assis Bueno (Botafogo)
16h Devassos da Cardeal Bar do Galo, Rua Cardeal Dom Sebastião Leme
16h Cordão do Prata Preta Rua Sacadura Cabral
16h Se Não Quer Me Dar…Me Empresta Rua do Lavradio, 90
16h Carioca da Gema Rua do Lavradio
17h Carioca da Gema Casa da Matriz, Rua Henrique Novaes (Botafogo)
17h Laranjada Samba Clube Praça do Chorinho, R. General Glicério
17h Empurra que Pega Praça Cazuza (Leblon)
19h Zumbi de Pilares Largo de Pilares (Pilares)