Posts com a Tag ‘sexta-feira’

A cesta

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Na minha sexta, tudo cabe na cesta.
Meditação, yoga, trabalho, pagamento de conta, você.
Eu preciso fazer mil coisas ao mesmo tempo – e isto me completa.
Mas quando eu penso, eu sou objetiva, penso em um alvo.
E isto me revela.
Eu tenho muito energia, não, não sou hiperativa, deprimida, bipolar, nada.
Sou assim, mesmo, em voltagem acelerada.
Eu amo.
Abraço, afago, carinho.
Não erotize o texto.
Eu penso nos doentes.
Nos tristes.
Nos confusos.
E vou até eles.
E dou colo.
Ainda não inventaram trabalho bem remunerado para quem só faz o que eu faço – por isto faço tudo ao mesmo tempo.
Preciso de uns bicos para pagar a conta.
E de uma sexta-feira para lembrar que eu não sou santa.

Quando faz frio

Quando faz frio

Sobre ser você mesmo

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

 

O dia mais triste de nossas vidas

Hoje é sexta-feira.

Dia internacional de um monte de coisas.
Entre elas de começar uma vida nova
E de ser você novamente.

Sexta-feira é dia em que os fracos saem por aí se achando fortes.
E dia em que os fortes se recolhem para enfrentar a segunda-feira sem máscara e sem armas.

I’m a real rebel with a cause.
Nina Simone

Pressões e descompressões

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Sexta-feira sempre tem um quê de alegria, de fim de dia, de chopp gelado – mesmo que tudo dê errado.
Sexta-feira, prato feito e frio porque estou sempre atrasada.
Ainda não vi a cor do álcool nem senti o vapor subir.
Mas é sexta e tudo pode – mesmo que não dê em nada.
Sexta, dia em que tudo é palusível, aceitável, razoável, dia mais distante da segunda do que a própria terça-feira.
Sexta.
Porque tudo pode acabar amanhã.

coelho branco

Chuva de arroz

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Uma volta para reencontrar o eixo.
Duas voltas para perder a conta.
Três voltas e você está fora do jogo.

Nada é pessoal.
Nada mesmo?

Dirigindo sem poder.
Perdida com GPS na mão.
Arroz com feijão e brócolis.

E começa sexta-feira.

Case, compre bicicleta, bolo de chocolate e fettuccine

segunda-feira, 13 de junho de 2011

 

Que seja eterno

Santo Antônio.
De pequena, freqüentei a casa dele em Minas.
Pe.Hélio comandava a patotinha que fazia catecismo aos sábados.
A festa, celebrada nesta data, era uma delícia.
Tinha procissão pelas ruas da Savassi ao anoitecer.
Eu tirava o copinho que protegia a vela e ficava queimando as mãos até elas virarem uma pasta endurecida de cera.
Arroz doce.
Coco caramelado.
Pipoca fria.
Pescaria com brindes simplórios.
Lírios brancos.
E pega-pega do lado de fora enquanto a missa não acabava.
As politicagens para levar oferendas. Para ler os salmos.
Minha avó frequentou por décadas (e ainda insiste) a turma “da costura”, que faz roupas e bordados para os mais pobres.
E olha que bordado até para rico hoje é luxo.
Antônio, dizem, atende prontamente pedidos relacionados à prosperidade e riqueza, além de recuperar objetos perdidos.
Para os místicos, é santo guerreiro, senhor da magia, da força e da coragem.
E foi numa sexta-feira, 13, dia dele, que me casei.
Nem Zagallo faria melhor.
No Estadão, a coisa vai longe:

“Isto porque se completam 780 anos de sua morte (ocorrida em 1231) e este é um número muito positivo, ligado às questões do coração”, explica Daniel Atalla, proprietário da Escola Esotérica Luz da Lua e um dos maiores especialistas no assunto. “De acordo com a numerologia, se somarmos 7 + 8 + 0, teremos um 15, e o 15 é justamente o número da paixão. E se formos além, a soma de 1 + 5 resulta em 6, o número da família, que traz a vibração do amor”, complementa.
(…)
Uma outra faceta não tão conhecida de Santo Antônio está relacionada à área de ensino. De acordo com Atalla, uma grande ocupação que Antônio teve em vida – e um de seus maiores dons – foi lecionar, atividade que iniciou por indicação pessoal de São Francisco de Assis. “Esse dom de ensinar rendeu-lhe o título de Doutor da Igreja, honra rara concedida apenas àqueles que contribuíram
notoriamente com a doutrina Cristã”, conta.

(Leia na íntegra: http://www.dgabc.com.br/News/5892560/antonio-um-santo-milagreiro-de-muitas-utilidades.aspx)

Hoje, sem quadrilha nem procissão, comecei pela sobremesa (Jean et Marie, um primor!) e pretendo seguir até um ilegítimo Fettuccine Alfredo
feito em casa.

E você? Pensa em casar ou montar uma quadrilha?

 

Mude tudo em 45 minutos

sexta-feira, 4 de março de 2011

Em resposta aos comentários. 😉

É tarde, é tarde… Disse o coelho.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

12cc9c3d4d0165f445f3cbcaf406e1adcb4a5706_mEu sempre acordo cedo na sexta-feira. Mesmo quando fui dormir tarde na quinta prometendo acordar quando o corpo mandar no dia seguinte.

9c75e4a408c2e1d44928fdbdf3eeef902426154e_mcd6c33b93164def0d0da7f3a3e2a1f0a8b0281f4_m

3033797c1eba6a6a2c9284d0e84fb9834a227ba9_mÉ que fico elétrica.

É um dia de bruxas. É um dia de reposição de energia.
Tudo sempre dá certo numa sexta-feira.
Até o post que eu não queria escrever, acontece.

Correrias pela cidade de São Paulo.
Ligações, reuniões. Zum, zum, zum.

AAAAAH.
Temos pausas. Para manicure.
Almoço.
Conversa fiada.

E você?
Também fica assim?
Parece que entramos na fábrica de chocolate e que, além de doces, temos tempo para tudo, nada engorda.
E tudo vai dar certo no fim. Porque, diz um escritor mineiro, no fim tudo dá certo, ou não se chegou ao fim.

Sexta-feira, minha querida

sexta-feira, 20 de março de 2009

friday_night_feverc

Hoje é post-semanário.
Na segunda, tudo certo.
Minha chefe não pode vir.
Na terça, almoço com a chefe.
Reunião de tarde.
A chefe foi demitida.
Choveu canivete em SP.
O presidente me ligou de tarde.
Eu já estava no meu segundo emprego.
Na quarta, reunião com o presidente.
Entrevista de emprego com o vereador desmarcada.
Voltei para o marketing.
Continuo tendo que mudar de lugar.
Ainda fazendo serão no segundo emprego – fechamento da revista.
Revista ficou linda. Iguatemi tem foco no que faz.
Quinta. Completei 34 verões. A primavera é em setembro.
Reuniões a manhã toda.
Almoço com amigas queridas: Mariana, Maria, Fabiana. Nem tinha notado: nossos nomes se misturam. Que coisa incrível.
Não contei que era meu aniversário.
Não gosto de comemorar aniversário.
Liguei para meu querido Tio Drago na Argentina.
Ele também faz anos e não gosta de comemorar.
Por isso comemoramos juntos. Eu em SP, ele em Buenos Aires. Entre nós, muita fibra ótica.
De noite, ainda serão na revista.
Fui para casa.
Queijo holandês, queijo da Serra da Estrela.
Uma garrafa de champagne.
Desmaiei.

Sexta.
Minha vista dói.
Meu look tá um arraso.
Vou almoçar com uma super querida.
Tenho francês à noite.

Mas é sexta.
Dia lindo.
photo-127

Sexta, a esperada…

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

photo-116

Sexta-feira é aquele dia lindo.
Nasce já focado no fim do expediente.
E lembrando que ainda temos sábado e domingo pela frente.
Eu comecei agitada.
Saí cedo com a Alice.
Fiquei elucubrando como poderia ser um novo projeto – com um pé em cada canoa.
E aí a gente voa.
Pausa na hora do almoço para… Ir ao médico.
Que me disse que minha tiróide tá ok, que estou normal, não preciso de remédio, de nada.
Mas tenho que ficar de olho porque a bicha pode pirar a qualquer momento.
Ainda não almocei.
Mas o projeto está escrito.
Faltam orçamentos para reforçar.
Mas tudo pode acontecer.
Por aqui, naquela marolinha de sempre…
Devagar se caminha.
Até que o tubarão nos atropele…
Ontem dormi cedo. Faz duas semanas que não malho.
Carnaval e cerveja têm dessas coisas.
Colômbia no meio…
Amanhã pego mais um avião.
Tenho que arrumar meu mapa do blog.
Volto na segunda de noite.
Penso nos aviões que caem em rios, nos que se partem em três.
Acho que – depois dos vôos que já peguei – é mais fácil eu acertar na loteria.

Sexta-feira é como uma das mulheres de Jorge Amado.
Até que chegue, você não consegue pensar em outra coisa.
Sendo homem ou sendo mulher.

Brazucas fora de casa

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

cat_cartoon

Hoje estou bem no espírito do cachorrinho.

Comer e dormir para ver se o estress passa.

Sexta-feira treze deveria ser um dia incrível. Mas não dá para ver mágica quando seu banco é o Itaú (saudades do Unibanco) – aquele em que nada funciona e você é um número. O número zero. E quando sua empresa é a própria teoria do caos? Eu trabalho num faroeste caboclo. Todo mundo atira para todos os lados e não conta a munição…

Mas esse assunto tá velho e tenho outras histórias…

Para mim, a notícia da semana é da Brasileira machucada na Suíça. Segundo o perito, ela não estava grávida e pode ter se mutilado. Os guardas que primeiro a atenderam disseram várias vezes para ela que, se estivesse mentindo, poderia ser presa. Fico pensando como os caras teriam agido se isso acontecesse com uma suiça de pai e mãe… Os guardas a teriam tratado assim? O perito teria divulgado essa versão com tanto estardalhaço? Independentemente do que tenha acontecido, a moça foi maltrada desde o primeiro momento. E a polícia da Suíça não é diferente de muitas polícias por aí…

O negócio é não encontrar com o bandido para não precisar da polícia…

No mais, o lance é ser inglês e virar papai com 13 anos de idade. Ou ser americana e fazer o governo pagar para você parir oito de uma vez…

Viva o primeiro mundo…
nasa