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Ouverture d’une âme meurtrie

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Je pense toujours que le verbe aimer en français est plus dense.
Je pense trop.
Viens avec moi à jouer dans mon abîme.
Profonde, sans fin, dangereux.
Venez rouler dans l’herbe.
Venez lâcher son âme. Votre pulsation cardiaque.
Permettez-moi de vous emmener.
Vous me faites glisser fermement.
Vous me attirent.
Et je suis impuissant.

Où avez-vous été tout ce temps?
Je ne sais toujours pas où je suis.

———–

Cheiro.
Olho.
Tudo dando certo e errado.
Fico me segurando.
E provoco sempre que posso.
Geladinho na barriga.
Nenhuma, nenhuma briga.
(Ainda?)
Tudo para dar errado.
Idade, filho, medo.
Posse.
Posso?
Cansaço.
História.
Memória.
Dúvida.
Certeza.
Fome.
Sede.
Telefone.
Ai, tecnologia, que saco.
Se fosse anos atrás iria ser mais ao vivo e menos na tela de cristal.
Seu número?
Tem certeza…
Eu sei que vai ser dureza.
Moleza.
Pela primeira vez na história, domada.
Saudade.

É muita coisa boa ao mesmo tempo.
Fico guardando os minutos na bolsa para durar mais.

Je ne sais toujours

Je ne sais toujours

Les paradis

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

coisas mínimas e essenciais

A desgraçada da tecnologia.
Ao voltar de Paris, meu micro morreu.
Meu celular caiu e se quebrou.
E perdi tudo o que registrei discretamente dessa vida em suspenso e suspense.
Agora, exatamente 364 dias depois…
Arrumei a tela do celular (o mais moderninho foi roubado) avariado.
E, escondidas num arquivo que só pode ser transferido por email (cinco em cinco fotos), toda a viagem.
E venho, toda noite, enviando para mim mesma essas fotos.

Hoje entardeci em Paris. Vendo os telhados.
Comendo frios.
E fui para a cozinha, sentir cheiros d’além mar.
Como é bom poder viajar.

simples e certo