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O Plágio…

terça-feira, 19 de maio de 2009

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Finalmente a onda que eu esperava começou!

Apple this summer is recruiting about 450 “At Home” technical support staff in at least six cities across the U.S., according to a document seen by Cultofmac.com.
Instead of locating these workers in a centralized call center, they will work out of their own homes.
“As a company who’s motto is ‘think different,’ our ‘work different’ philosophy offers you the opportunity to work independently in your home office,” the job ads said. “You will receive all the wonderful benefits of working for an amazing company without ever leaving your home.”

http://tinyurl.com/p23k3j

 Acho o máximo. Trabalhar em casa. Defendo super.

Principalmente se o cidadão é da minha área – jornalismo, marketing. É muito mais produtivo. É muito melhor. Para quê vir para o escritório todos os dias? Vamos fazer nossas reuniões essenciais e tocar o barco.

É assim que eu fecho revista e, embora ainda haja um nariz ou outro torcido por aí (até dentro da editora), funciona.

Falando de filmes, o novo do Ken Loach, Looking for Eric deve ser incrível. Ken Loach sempre surpreende com seus filmes bem amarrados, suas preocupações com questões sociais… Eu simplesmente amo Costa Gravas. E acho que Loach é da mesma escola…

Já o Anticristo de Lars Von Trier… Sinceramente!  Dos caras do movimento Dogma, ele foi sempre o diretor que menos me encantou. Mas… Não sirvo como referência de crítica. Não mesmo. Ainda mais se a crítica é do cult. Risos.

E leiam isso (no Blue Bus saiu uma nota em português):

Dowd wrote: “More and more the timeline is raising the question of why, if the torture was to prevent terrorist attacks, it seemed to happen mainly during the period when the Bush crowd was looking for what was essentially political information to justify the invasion of Iraq.”

Marshall wrote: “More and more the timeline is raising the question of why, if the torture was to prevent terrorist attacks, it seemed to happen mainly during the period when we were looking for what was essentially political information to justify the invasion of Iraq. “

 Alguma diferença? Trocando o “we were” para “the Bush crowd was”, nenhuma diferença… A crítica do New York Times simplesmente copiou o texto de um blogueiro e jura que foi mera coincidência, que ela nem leu o blog. E pior, a culpa é de um amigo dela!

“I didn’t read his blog last week, and didn’t have any idea he had made that point until you informed me just now. I was talking to a friend of mine Friday about what I was writing who suggested I make this point, expressing it in a cogent — and I assumed spontaneous — way and I wanted to weave the idea into my column. But, clearly, my friend must have read josh Marshall without mentioning that to me.
We’re fixing it on the web, to give Josh credit, and will include a note, as well as a formal correction tomorrow.”

 Maureen Dowd, minha filha, assume que você copiou o blog do moço. Ou então fica calada. Porque mentir assim é feio demais…

 E falando em confusões via blog, matéria da Gazetaonline dá uma dica aos candidatos a emprego: “Dizer em páginas de relacionamento que odeia o chefe ou odeia trabalhar na segunda-feira, pode colocar tudo o perder. “

Gente, hello! Todo mundo odeia chefe e odeia segunda-feira! Ou quase todo mundo. Eu nunca li num blog alguém escrevendo que AMA o chefe que que mal vê a hora de chegar a segunda-feira. Recrutadores, hello! Procurem pessoas de verdade. E “odiar” o chefe pode ser pesado. Mas querer ser o chefe pode ser positivo… Vou usar uma frase do diretor-geral do Google Brasil, Alex Dias, 37 anos, que foi publicada numa entrevista hoje: “A transparência é que faz a diferença. É falar para o usuário, deixar claro para que ele não se sinta traído.”

Hello!

Ai, tanta coisa para falar… Hoje estou super com a macaca. Mas esse post já deu.

Como última, antecipo novidades da próxima revista. Tudo caminhando para nosso próximo editorial ser feito em Paris. Que delícia.

Mas eu não vou… Tenho meu segundo emprego para tocar.  :-(

 

Um dia fora da oficina

quinta-feira, 5 de março de 2009

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Esse negócio de ter que falar outras línguas para pagar o pão quentinho da padaria Rodésia está me deixando bem lelé.
Office, oficina, escritório, bureau.
E no twitter eu faço a maior salada.
E escrevo inglês errado… Na maior cara de pau. A frase sai uma coisa meio tupiniquim-gringa…
E aproveito para treinar o francês, língua que deixei no primeiro ano de faculdade, quando eu fazia, letras, jornalismo, saía todos os dias, trabalhava de garçonete e ainda tinha uma banda de rock niilista: ninguém sabia tocar e só usávamos letras de John Fante, Reich e outros beeeeem cult para a nossa faixa etária.
Enfim, bons tempos são realmente aqueles em que você dá tiro para todos os lados e não tem que pagar carro, condomínio, cartão de crédito, estacionamento…
Bom, toda essa introdução é para falar que hoje trabalhei em casa.
Tinha que preparar laudos de uma concorrência e preferi concentrar esforços sem as distrações do escritório.
Resultado: acordei a uma da manhã com o olho vermelho, alergia do tempo seco+calor da pequena maçã, São Paulo. E não consegui dormir. Fui para o quarto de hóspedes e levei comigo a bigrafia de Warren Buffett – página 531.
E nada do sono chegar.
Óbvio: a emoção de poder ficar em casa me deixou ligada!
E acordei (?) seis da manhã com a cara toda inchada.
Fiz meu caminho normal – peguei o carro e fui para a academia pagar meus pecados.
Entre um abdominal e uma ponte, lembrei que tinha deixado umas coisas no trabalho.
E saí da academia com uma roupa bem bagunçada e passei no escritório.
Foi engraçado. Chegar sem pressa, ir para a minha mesa e não ligar o computador.
Pegar minhas coisas e, às 10h da manhã, enfrentar engarrafamento… para ir para casa.
Chegando em casa, uau… Jura que tenho que trabalhar?
Confesso, comecei depois do almoço.
E resolvi tudo tão rápido que fiquei surpresa.
Como é bom trabalhar em casa.
E como o que eu faço praticamente não implica que eu tenha que ficar no escritório.
Deu tempo para passear com a cachorra doida.
Deu tempo de fazer tudo e mais um pouco.
E o dia foi ótimo. Solitário, calmo.
Mesmo com o calorão.
Mesmo com a vida lá fora.
Só o fato de estar em casa, sem estresse, sem pressão…
É, hoje foi DIRETO DA GAIOLA com a portinha aberta.
Agora só falta deixar o trabalho chato, ganhar na loteria e ficar de papo para o ar…