Posts com a Tag ‘William Shakespeare’

Casa

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

All the world’s a stage,

And all the men and women merely players;
They have their exits and their entrances,
And one man in his time plays many parts,
His acts being seven ages. At first, the infant,
Mewling and puking in the nurse’s arms.
Then the whining schoolboy, with his satchel
And shining morning face, creeping like snail
Unwillingly to school. And then the lover,
Sighing like furnace, with a woeful ballad
Made to his mistress’ eyebrow. Then a soldier,
Full of strange oaths and bearded like the pard,
Jealous in honor, sudden and quick in quarrel,
Seeking the bubble reputation
Even in the cannon’s mouth. And then the justice,
In fair round belly with good capon lined,
With eyes severe and beard of formal cut,
Full of wise saws and modern instances;
And so he plays his part. The sixth age shifts
Into the lean and slippered pantaloon,
With spectacles on nose and pouch on side;
His youthful hose, well saved, a world too wide
For his shrunk shank, and his big manly voice,
Turning again toward childish treble, pipes
And whistles in his sound. Last scene of all,
That ends this strange eventful history,
Is second childishness and mere oblivion,
Sans teeth, sans eyes, sans taste, sans everything.

William Shakespeare

37 famílias formalizaram reclamação e alegaram perdas e danos durante a operação no Alemão.
O exército não quer permancer na favela por medo de “contaminação” de seus homens.
Um homem sozinho, supostamente acusado de abuso sexual, enfrenta os governos do mundo com um site.
A Amazon tirou o corpo fora.
Em São Paulo, 13 policiais foram presos suspeitos de participar de roubo a bancos.
Em Pindorama, bobos fazem fila, pagam mico e compram iPads (provavelmente os mais caros do mundo).

A minha personagem, em pleno “plot point”, segue claudicante.
Três dias insone.
Brincando com fogo e água.

Arrastando a sandália com veneno entre os dentes

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

I feel sorry for people who don’t drink. When they wake up in the morning, that’s as good as they’re going to feel all day. (Frank Sinatra)

Bananada em liquidação

Ter que conviver com as indefinições dos outros é um aprendizado e tanto.
Eu enchi minha semana com pequenas reuniões só para mudar de ares.
Estou esperando pelo próximo lance do jogo de xadrez.
Há quem diga que é ótimo.
Ótimo até chegar a primeira conta. Só para fazer back up de 1/3 do meu Mac morto, 900 reais.
(…)

Enquanto sossego, fico lendo o que se passa por aí…
* O bad-bobo-boy Neymar derrubou o técnico.
Ele deve estar comemorando sem saber que é o próximo da lista.
* O vexame na Stock Car.
E a carona que uns pegam nas decisões de outros para justificarem um investimento ruim.
* O governo argentino apresentou nesta terça-feira denúncia contra o Clarín e o La Nación por homicídio e cumplicidade em crimes de sequestro e tortura cometidos durante o governo militar (1976-83).
A ditadura é uma caixa de respostas para a corrupção que herdamos, não é?
* Barraram a Paris em Toquio. Ela ficou “desapontada”.
* A “jornalista” que estréia coluna para falar do Copom e nao conta que o importante mesmo foi quando ela garfou o sócio do Armínio Fraga e se aposentou…
* O brasileiro que foi o primeiro investidor no então desconhecido Facebook e que tomou um tombo do CEO Mark Zuckerberg.

Interessante a sociedade em que vivemos.
A das aparências em detrimento da coerência.

É um exercício interessante andar na contramão.
Sem perder a ternura.

Temo a tua natureza; ela está demasiado cheia do leite da ternura humana para que seja capaz de seguir o caminho mais curto. (William Shakespeare)