nove

Made direct amends to such people wherever possible, except when to do so would injure them or others.
(Fazer reparações diretas a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-lo signifique prejudicá-las ou a outrem.)

Eu acho esse passo realmente um ato de coragem. Voltar atrás e mudar o que é possível mudar.
Talvez o lado de lá não responda ao seu contato, ao seu ato.
Seria melhor ficar quieto?

Eu tenho pavor da covardia. O número um dos meus pesadelos é a mentira, o número dois é a covardia.
Aquele chefe que tem medo do que você fala com o superior dele.
Aquele colega que procura os “errados” dentro da equipe para se posicionar como “de fora”.
Aquele que tem vida dupla.
Aquele que empurra os outros para resolver toda e qualquer coisa para ele.

Mas esses são os típicos.

E aquele que não faz? Aquele que finge que não vê?

Atire a primeira pedra que não precisar voltar atrás.
Quem não pisou na bola, quem não errou. Quem não precisa melhorar nessa vida.

Eu preciso – e por isso estou mudando de rumo, agarrei no leme e não solto – , eu preciso fazer aquela reflexão dos que tem menos de 40.
Mesmo que isso signifique dar vários passos para trás.
Que eu perca grana, amigos, que eu feche portas.

Hoje foi punk para mim e faz parte dessa idéia.
Cancelar uma viagem e não poder estar com os que eu adoro.
E foi apenas um passo atrás para arrumar o hall, a entrada da casa.
Depois eu caminho de novo.

Tenho que admitir: esse programa dos doze passos começa a fazer um sentido.
Só não consigo misturar isso com “Deus”. Não dá para jogar para cima (ou para baixo) a sua responsabilidade.
Ter fé sim, nisso eu creio (!)

E uma frase que sim, vale um google translate:
Il n’y a pas de pas perdu.
(André Breton)

Os dois mundos

A Geek (traduzida no Terra) hoje vem com uma pesquisa ótima: “Americanos ficam 60% do tempo na web móvel em redes sociais.” O que dizem:

O surpreendente é que apenas 14% do tempo é utilizado na visualização de portais, categoria tida como a segunda mais popular, segundo o Mashable. “Isso demonstra como as redes sociais acabam impactando o tráfego na internet móvel”, disse o vice-presidente de marketing da Groud Truth, que realizou a pesquisa. De acordo com os dados levantados pela Groud Truth, em algumas semanas o uso de mídias sociais a partir de dispositivos móveis chega a superar os acessos a partir de computadores pessoais em sites direcionados ao uso móvel em comparação a redes sociais criadas para o uso em computadores, como o Facebook ou MySpace, destaca o site PR-USA.

Para o site TechShout, essa pode ser a estatística que faltava para fazer com que as grandes redes sociais, como o Facebook ou o MySpace, e também empresas de publicidade passem a se interessar pelos usuários que navegam a partir de dispositivos móveis. (TERRA)


Vivendo num pais onde a população não tem dinheiro para comprar um computador (com CPU), tenho certeza que a onda já chegou por aqui. Pois  acompanhem os números:

– em 2001, 15% dos brasileiros tinham celular;

– em 2008, mais da metade dos brasileiros com de dez anos de idade ou mais, ou seja, cerca de 86 milhões de pessoas, tinham telefone celular para uso pessoal

Ser moderno X ter discurso modernoOs dados são da ‘minha’ consultadíssima Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad – IBGE), divulgada em dezembro do ano passado.

A coincidência é que hoje, ouvindo rádio no carro, ouvi o especialista em novas mídias contar que uma TV a cabo (Alô AC, é da sua empresa mesmo que estamos falando) quer investir 15 milhões de dólares para oferecer acesso, mas a nossa legislação não permite. A empresa não está fazendo nada por bondade, mas porque sabe que existe mercado.
Pois temos celular, mas o acesso à rede ainda é caro e com cobertura ruim.
O comentarista alfinetou o presidente, que defende a democratização digital para aumentar o acesso ao conhecimento… Mas nao muda as leis e finge que nao pode fazer nada. A discussão é grande e poderíamos passar horas aqui…

Para resumir, eu acho que a rede é algo que já existe. E tem uma força capaz de derrubar gigantes.
Já discuti aqui a história do Kindle e o direto à propriedade – que é um gigante travestido de Robin Hood.
Sobre esse tema do post, penso que é preciso quebrar preconceitos e entrar logo nessa onda.

Como a história prova, quem ficar de fora, vai pagar caro por isso. E quem entrar por entrar, vai se queimar. Mas para dar essa virada, é preciso coragem – pois como tudo na vida, a diferença entre o discurso e a ação muda a história.

ohmmmmmm

4 dias num ashram.

Yoga, meditação, comida natural, caminhadas, papos com monges que não podem ser tocados. Estou parecendo a rena do nariz vermelho (resultado de um creme protetor vagabundo). Estou com os músculos vivos.

Saí mais confusa do que entrei, caí na vida mundana (celular deu tilt, encomenda de computador vai atrasar, não fizeram meu depósito para a viagem, tomei um litro de açaí – enfim…) e estou aqui, fazendo exercício mental para manter o equilíbrio. Carnaval… só em 2011.

Cai o mundo lá fora com a chuva, aqui dentro um calor infernal, e eu correndo para Guarulhos. Até – pelo menos – segunda que vem estarei sem computador. O blog vai ficar meio de pé quebrado.

Não me abandonem. Esse desapego eu não sei praticar.

Abaixo, algumas fotos “roubadas” do ashram.

:-P

Hoje fiz (quase) tudo o que quis.                                                                                                  Nada.
fim
De manhã, casa arrumada.perfeito
Amanhã prometo passar o dia de penhoir. Descabelada. Comendo caixas de Gaufrette carámelisé.

handle

Simples assim.

Ventania

Foto criada em 2009-12-04 às 23.00Foto criada em 2009-12-04 às 22.59 #2Basta uma palavra para o caldo entornar. E tudo voltar a estaca 2 – a zero era bem mais interessante. Sem rédeas e com uma persona tão segura e fake!

Esse post é assim: Rio ou São Paulo. Aqui ou lá? De perto, nada é legal. Os poros abertos são feios. A pele é mais linda com pó iluminador. Os olhos, com sombra e lápis. O cabelo com muita tinta, mousse, e rolinhos desgovernados.

Para quem não entendeu nada e chegou até aqui, Google Translate:

Não chegue muito perto.

Fique em distância de segurança.

Não esqueça de passar o batom.

Esse fim de semana será só meu (e de Alice, minha companheira de passeios sem roteiro certo).
Comprei uma árvore de Natal feita de biscoito e chocolate. 83 REAIS! Estou me sentindo na Fantástica Fábrica de Chocolate. Esperando por Willy Wonka! Se ele for o Johnny Depp então… Eu ia dar de presente, mas bastou um segundo. E mandei o destinatário chupar piruluto em Belford Roxo. A presenteada que compre seu pacote de biscoitos Globo e contente-se com isso.

Semaninha da pesada.
Estou com pendências.
Tenho que me reconectar com Salminha e Marcela. Mas essas coisas não são feitas assim, com displicência.
Eu não vou mais ao Maracanã.
Sou atleticana, porra!

Sou tantas coisas que às vezes me esqueço de quem eu sou de verdade.
Ontem, estava cheia de certezas: metade do 2010 vou para o México, Miami e Nova York.
Na outra, São Paulo.
2010: Vou evitar Colômbia, Argentina (que amo, amo, amo), Peru, Chile. Preciso ir mais ao Norte na exploração desse mundo.
Entender os gringos em crise e espalhar a força cucaracha.

Hoje eu queria me mandar ou para Ibitipoca ou para Barcelona e esquecer da torta de bacalhau de Natal.

Minha avó, bruxa em miniatura, contou do bisneto holandês que mora na Inglaterra. O pequeno fala português e inglês. Parou a conversa cuti-cuti e exigiu que eu passasse o Natal com ela. Justo esse ano que prometi que não iria passar com a “família”.
Como ela descobre isso? De onde ela tira essas sacadas siderais? Bruxa!

Natal. A tia que era a amante, a turma que já divide a herança…
Natal: o nascimento do menino Jesus. Aquele que mora numa penthouse com a Madonna.

Tenho uma festa/jantar. Estou ouvindo música. Camisola e calça de pijama.

No México, gosto de mexicanos. Meu taxista é tão dúbio: no meu penúltimo dia me levou para um daqueles restaurantes que giram. Ele tomou dois drinques. Eu tomei um. E aí pensei comigo: gente, sou mesmo sem eira nem beira.
Num restaurante decadente de DF vendo a plaza de Toros e tomando uma tequila com um taxista que gosta de bossa nova.

Vi um documentário sobre problemas de gênero: mulheres que tomam hormônio, viram homens e namoram… Homens.
Eu quero “estrelar” um documentário.
Descabeladas e um tíquete all pass de viagem.

Vento.
Foto criada em 2009-12-04 às 22.59 #5

POR QUE?, por Jorge Ricucci Clerc

jorgeInaugurando a nova seção “Por que?”, intrépidos profissionais contam onde estavam com a cabeça quando entraram no mundo da internet.

Nosso primeiro convidado, é Jorge Ricucci Clerc ou Jorge Clerc. 26 anos, solteiro, é o segundo playmobil da esquerda para a direita. Amante de esportes radicais, futuro aluno da FGV, filho de pai argentino e mãe chilena – e obviamente com algum italiano no meio dessa geléia geral, ele, atualmente, está no departamento de Publicidade – LatAm do Terra.

1) Por que trabalhar com media on line?
Olha Ana, é pergunta contraditória, porque nos anos de colegial queria ser um diretor de arte, fazer os comerciais de TV, anúncios de revistas/ jornais, Spots de rádio, mas até então nem sabia que o nome era esse “Diretor de Arte” de tão leigo que eu era, no meu terceiro ano de Faculdade acabei arrumando um estágio por indicação de uma amiga, numa agência de Marketing de Relacionamento na área de mídia, como de praxe os grandes clientes dividem sua verba de MKT e comunicação entre agências cada uma com seu Know How, a Rapp no caso cuidava de ações de relacionamento, Mkt Direto, BTL e internet (em 2004) acabava sendo uma maneira alternativa de tentarmos “beliscar” a verba dos clientes. E o legal era que conseguimos, minha chefe na época, hoje na Microsof tinha um trabalho ardo dia a dia, alem de me orientar e ensinar os tramites da Mídia Interativa. Agora respondendo sua pergunta, não tenho um PORQUE trabalhar com Mídia Online, eu acredito que a Mídia Online acabou me escolhendo para trabalhar com ela, por questões de uma das únicas alternativas de tentar trazer receita para a Rapp. Depois “pintou” uma proposta para trabalhar na Lew´Lara (hoje Lew´Lara/TBWA) e hoje atualmente sigo no Terra para toda a Região Latam.

2) Como vc se vê em dez anos?
Olha Ana, fisicamente falando me vejo um pouco mais gordo, porém com a minha mordida e dentes lindos e saudáveis, afinal de contas acabei de encarar a batalha com esse “treco” metálico que há dias me molesta a boca, bochecha, língua, etc… Mas profissionalmente falando, com 36 anos me vejo com um cargo a nível gerencial ou por que não de Diretor na área de Comunicação/Marketing, mas qualquer um que seja os cargos e Campânia, que seja fora do Brasil; Essa vontade de viver fora do nosso país se une com a vontade de conhecer outras culturas, idéias, propósitos e gente. Saiba que sigo correndo atrás do MOS (meta/objetivo/sonho).

3) Hoje, o que te deixa feliz no trabalho?
Olha Ana, não é fácil essa pergunta, mas saber que eu consigo atender a demanda das pessoas, ganhando ao mesmo tempo o respeito delas, isso me deixa feliz, vale citar também o ambiente que a empresa proporciona além das pessoas e o espírito delas que são muito bacanas (vc é uma delas); Agora o que me deixa muito feliz, pode ate soar estranho, mas é a parceria que temos com a Living Well (Hilton´s Gym) e Reebok, não abro mão da minha corrida matinal, e confesso que esses quilômetros percorridos fazem o dia-dia ficar melhor e conseqüentemente o trabalho também.