Gratidão e nonsense

Almocinho  hoje com amigas.
Fomos a um lugar que tem espaço para receber crianças.
É que uma tem filho de quase 7 anos.
A outra não quer ter filhos. E ponto.
Aquela está barriguda.
E essa trabalha a sério numa produção independente avançada. Filho de laboratório com pai desconhecido e mãe linda e apaixonada.

Todas com mais de 30, quase 40.
Achei tão bacana. O mundo e suas possibilidades.
Que bom é não ter que ser parte do gado.
E poder fazer tudo errado.
Só para admitir que é humano.
E que vai fazer errado de novo.
(Embora vez ou outra tente acertar)

Caretice essa coisa de ser perfeito.
Magro, rico, com cartão de visita.

Hoje também notei que o “amigo” que recebi em casa, ofereci quarto e comida, paguei almoço, levei para passear…
O amigo me cortou de sua rede social.
Tão divertida a pequenês.
Juro que não é tipo: a vida é muito curtinha para criar tempestade em copo d’água.

Engraçado este domingo.
Acordei e passei o dia achando que tudo anda muito gostoso.
Sorvete de gianduia com direito a repeteco.

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