POR QUE?, por Jorge Ricucci Clerc

jorgeInaugurando a nova seção “Por que?”, intrépidos profissionais contam onde estavam com a cabeça quando entraram no mundo da internet.

Nosso primeiro convidado, é Jorge Ricucci Clerc ou Jorge Clerc. 26 anos, solteiro, é o segundo playmobil da esquerda para a direita. Amante de esportes radicais, futuro aluno da FGV, filho de pai argentino e mãe chilena – e obviamente com algum italiano no meio dessa geléia geral, ele, atualmente, está no departamento de Publicidade – LatAm do Terra.

1) Por que trabalhar com media on line?
Olha Ana, é pergunta contraditória, porque nos anos de colegial queria ser um diretor de arte, fazer os comerciais de TV, anúncios de revistas/ jornais, Spots de rádio, mas até então nem sabia que o nome era esse “Diretor de Arte” de tão leigo que eu era, no meu terceiro ano de Faculdade acabei arrumando um estágio por indicação de uma amiga, numa agência de Marketing de Relacionamento na área de mídia, como de praxe os grandes clientes dividem sua verba de MKT e comunicação entre agências cada uma com seu Know How, a Rapp no caso cuidava de ações de relacionamento, Mkt Direto, BTL e internet (em 2004) acabava sendo uma maneira alternativa de tentarmos “beliscar” a verba dos clientes. E o legal era que conseguimos, minha chefe na época, hoje na Microsof tinha um trabalho ardo dia a dia, alem de me orientar e ensinar os tramites da Mídia Interativa. Agora respondendo sua pergunta, não tenho um PORQUE trabalhar com Mídia Online, eu acredito que a Mídia Online acabou me escolhendo para trabalhar com ela, por questões de uma das únicas alternativas de tentar trazer receita para a Rapp. Depois “pintou” uma proposta para trabalhar na Lew´Lara (hoje Lew´Lara/TBWA) e hoje atualmente sigo no Terra para toda a Região Latam.

2) Como vc se vê em dez anos?
Olha Ana, fisicamente falando me vejo um pouco mais gordo, porém com a minha mordida e dentes lindos e saudáveis, afinal de contas acabei de encarar a batalha com esse “treco” metálico que há dias me molesta a boca, bochecha, língua, etc… Mas profissionalmente falando, com 36 anos me vejo com um cargo a nível gerencial ou por que não de Diretor na área de Comunicação/Marketing, mas qualquer um que seja os cargos e Campânia, que seja fora do Brasil; Essa vontade de viver fora do nosso país se une com a vontade de conhecer outras culturas, idéias, propósitos e gente. Saiba que sigo correndo atrás do MOS (meta/objetivo/sonho).

3) Hoje, o que te deixa feliz no trabalho?
Olha Ana, não é fácil essa pergunta, mas saber que eu consigo atender a demanda das pessoas, ganhando ao mesmo tempo o respeito delas, isso me deixa feliz, vale citar também o ambiente que a empresa proporciona além das pessoas e o espírito delas que são muito bacanas (vc é uma delas); Agora o que me deixa muito feliz, pode ate soar estranho, mas é a parceria que temos com a Living Well (Hilton´s Gym) e Reebok, não abro mão da minha corrida matinal, e confesso que esses quilômetros percorridos fazem o dia-dia ficar melhor e conseqüentemente o trabalho também.

YES, WE GET ARREST

 

Tá na internet: o artista Shepard Fairey, criador do poster Hope para a campanha presidencial de Barack Obama, foi preso na última sexta-feira (6), acusado de fazer pichações em propriedades públicas de Chicago (como a  linha de trem que passa pelo rio Charles, perto da Universidade de Boston). O artista foi liberado horas depois da prisão, após pagar fiança. Fairey já foi detido várias vezes sob a mesma acusação…obama

Se fosse no Brasil, o fofo ia ficar uns quarenta dias preso e iria ser solto com piolho e outras cositas…

blagojevichHoje, enquanto corria meus sete quilômetros protocolares, assisti ao David Letterman que, no dia 03 de fevereiro, entrevistou o Rod Blagojevich, ex-governandor de Ilinois que tentou vender a vaga deixada por Barak Obama no senado americano. Como vocês já sabem, depois de afirmar que não iria renunciar nem ao menos pedir desculpas pela falcatrua, o cara sofreu impeachment – e nunca mais poderá se candidatar pelo Estado de Ilinois – e responde a processo criminal.

Pois bem: há semanas David vem pichando o cara. Mas pegando super, híper pesado. E quase parei de correr para acompanhar com calma o grande encontro. Do começo do programa até a entrevista, David Letterman tripudiou do cara sem o menor pudor – foram dois blocos só de piadas em cima dele.  Finalmente, ele vai ao palco e David dispara: “O que vc está fazendo aqui?”. A resposta: “Eu sempre quis vir ao seu show, pelo menos o Impeachment me permitiu isso” e por aí foi. David fez perguntas diretas, duras e não deixou o cara relaxar. O ex-governador pagou o maior mico. Não soube responder… Enfim, foi realmente um Late Show.

Não curto a cultura americana, demorei 3 décadas para pisar em solo dos gringos –  fui para ver o declínio de Bush in loco – mas tenho o maior respeito pela imprensa deles.  Infelizmente não consigo imaginar um Jô, uma Marília Gabriela, uma Ana Maria Braga (hahaha) fazendo isso. Aqui, a memória é curta e, certo ou errado, quem tem grana, manda… Nossos jornalistas gostam é de sair na Caras.

Para assistir na íntegra:

E vamos ao terceiro assunto do dia: “ene”. Isso mesmo. “Ene”.

Quem é o pai ou a mãe que tem coragem de botar o “ene” no nome dos filhos? Flaviene, Luciene… Isso é muito brega. É jeca tatu demais.  Se vc se chama “ene”, pode deixar recado indignado. Parece que tem um N mal colocado… Acho que “ene” e pior que “ely” – Franciely, Lucyely… Melhor chamar Flávia, Luciana. Que N ridículo…

Enfim, cada um com suas idiossincrasias…

Saudades do Paulo Francis

francis1

Franz Paulo Trannin Heilborn – alemão mesmo. Carioca.

Eu adorava ler Paulo Francis.

Quando fiz jornalismo, ele era “o” cara. Ácido, irreverente, culto, turrão, doce.

Afinal, ex-crítico de teatro que virou jornalista tinha mesmo que ser contra a corrente.

Eu não perdia um Manhattan Connection. Francis acabava com o Caio Blinder. Sempre.

Lucas Mendes, mineiramente, buscava acalmar os ânimos.

Ao final do programa, comentava as óperas, os balés no Lincoln Center ou em outros teatros incríveis de NYC.

E virava outra pessoa. Doce, e até cansativo – algumas vezes.

Em 1997,  Francis se foi.

 Luís Nassif escreveu:

“Havia o jornalista Paulo Francis e o estilo Francis. Graças ao brilho do jornalista, a partir dos anos 80 o estilo Francis tornou-se a grande influência do jornalismo brasileiro. E aí se criou uma situação paradoxal. Em qualquer mídia do mundo, sua irreverência, furor desorganizado, irresponsabilidade brilhante em relação aos fatos, suas fantasias de inventar fontes e situações e de colecionar modismos de maneira desestruturada tornariam-no personagem de destaque. Paulo Francis nasceu para ser maldito e único. O problema é que foi assimilado pelo establishment e passou a ser vários – a multidão de clones que assumiu sua arrogância, sem herdar o brilho”.

Eu nunca mais assisti Manhattan Connection.

Notas

Texto do Lucas Mendes sobre ele: http://tinyurl.com/ckbeqy

Site oficial (que, às vezes, fica fora do ar): http://www.paulofrancis.com

Erros de gravação na Globo: Francis em off

 

 

O maravilhoso mundo…

gossipHoje no banheiro da academia, ouvi a seguinte pérola:

– Menina, eu e ela montamos um ateliê. Estamos fazendo roupas sobre medida.

A conversa era entre duas moças de mais de quarenta, paulistas ricas.

Eu quase tive um troço e caí desmaiada. Roupa sobre medida…

Aqui, quanto mais ricos ficamos, é quase regra: menos o português interessa, menos a ética, menos o que for obstáculo para chutar o pau da barraca… Por que isso? Será que tem a ver com nossa origem de colonizador? Do cara que chega para levar o seu e devastar o que ficar?

Enfim, hoje, terminando a novela da minha nova mesa, chegamos com nossas coisinhas para o lugar que nos pertence. Pergunta se alguém se levantou para ajudar? Eu, que sou sempre econômica e meio cigana, tinha pouca coisa para organizar. Mas minha diretora, com 7 anos de casa, tinha o mundo para trazer. E ficamos nós duas, organizando as coisas e as pessoas fingindo que não era com elas.

O maravilhoso mundo da internet. 

É bom porque é sobre medida para quem tem muita ambição e pouco estofo.

Mas também é bom para nosotros! Yeah!!!

A dança da cadeira em nova versão

 

Ana ficou presa em linha de pipa e não pôde mudar de mesa (Foto: Reprodução/TV Tem)
Ana ficou presa em linha de pipa e não pôde mudar de mesa (Foto: Reprodução/TV Tem)

Minha gente, a história da mesa virou novela.

E não resisti: tenho que publicar.

Armários arrumados, material pronto para a mudança e nada do help desk aparecer para levar o micro e mudar o telefone.

Vou tomar um café e confabular com os amigos quando uma pessoa do trabalho avisa: a mesa que arrumaram para você já tem dono.

Resultado da ópera: presidente, RH, puxa-saco, amante e o escambau entraram na história. Sai, não sai, muda, não muda.

No meio do barraco peguei minhas coisas e me mandei.

Adoro ver o circo pegar fogo. Ainda que eu saia chamuscada…

RIOT! GRAURRRRRR!!!

Um dia cinza

cadeira-vaziaQue beleza é o mundo da internet.

Cheguei para trabalhar e descobri que vou ter que mudar de mesa.

Aqui é assim: falta mesa. Em época de crise, em que falta emprego, chega a ser interessante o paradoxo.

Mas, além de internet, somos uma corporação. Certo?

Então vocês já podem imaginar a luta de poder, os usos de certos privilégios e outras cositas más (nos dois sentidos), para que a mudança seja feita. Quem está bem com o chefe, quem não está, a importância de se mudar um departamento de lugar, e por aí vai…

Eu, de meu lado, estou indo com a maré. Não sou “boss” de ninguém. E confesso: vou ficar com saudades da turma do meu lado, que é fofa. Gente fina, gente elegante.

E, como o destino sempre apronta das suas, vou para o meu antigo “lado”, o marketing. E seja o que o diabo mandar!

Mudando de assunto, que tempo louco (chove o mundo e faz calor), que época louca (crise, Obama, bancos fechando, bônus sob júdice, construtoras quebrando), etc, etc, etc. Será o fim dos tempos? Será o ano do macaco? Será o benedito?

Ontem recebi um email, dizendo que no dia 14 de fevereiro, sábado que vem, vamos entrar na Era de Aquário. Quem tem a minha idade viu o filme Hair escondido. Risos. Melhor reformular a frase: quem tem a minha idade, é mineiro de família tradicional, viu o filme Hair escondido. Eu vi e achei o máximo. Queria ser hippie, estar na luta contra a guerra do Vietnã, estar na viagem de Thimoty Leary. Mas, puxando a cordinha, vamos entrar na Era de Aquário e isso é algo importante para os astrólogos. O que é interessante nessa época é  que é esperada  uma mudança poderosa que atingirá todo o mundo.

Pois bem, a música do Hair numa tradução livre promete mil coisas…

Quando a lua estiver na sétima casa
E Júpiter alinhar-se com o Marte
Então a paz guiará os planetas
E o amor dirigirá as estrelas

Este é começo da época de Aquario

Harmonia e compreensão
Simpatia e confiança existirão
Não mais falsos ou ridículos
Sonhos vivos brilhando as visões
Revelação de cristais místicos
E a liberação da verdadeira mente
Aquário!

Acho que minha grande mudança vai ser participar do Programa do Raul Gil… E pegar meu banquinho e ir embora de mansinho. Rárárárárá!

Um homem chamado John Galliano


John sendo atacado por Eva Green

John sendo atacado por Eva Green

Bonito, charmoso, gay.

 

Para mim, John Galliano é um dos caras mais bonitos do século. 

Com um corpo poderoso, a cara e o bigode de pirata, ele é tudo e ainda é inglês.

Nada a ver com a bruxa má, Karl Lagerfeld. Uma coisa alemã sadomasô que adora bolsinha de corrente para peruetes sem estilo.

De John, eu tenho apenas uma bolsa de edição limitada em forma de sela de cavalo feita  em homenagem aos gaúchos argentinos. 

Filho de mãe espanhola e de pai nascido na península britânica de Gibraltar, o inglês genial que assina a haute couture da Dior passou os seis primeiros anos de sua infância no colorido Mediterrâneo.

Em 1966, ele e a família se mudaram para Londres. Aluno mediano, John estudou na poderosa Central Saint Martins, onde suas criações já estrearam causando impacto. A coleção de formatura, inspirada na Revolução Francesa e intitulada Les Incroyables, acabou indo parar nas vitrines da loja super trendy Browns. 

Um ano depois de formado, em 1984, John criou sua própria grife.Temas românticos e delicados e alfaiataria de primeira já eram sua marca. Em 1987, ganhou o prêmio de Estilista Britânico do ano, mas a grife não ia bem e acabou falindo.

Em 1990, Galliano se mandou para Paris. E foi acolhido pelo mundo da moda. Kate Moss trabalhou para ele de graça.

Em 1995, tornou-se o primeiro inglês a dirigir uma maison francesa: a Givenchy. A mistura de temas latinos, românticos, idéias do passado em cortes contemporâneos e poderosos era nova, incrível, infalível. Ao entrar para a Dior, John virou uma lenda da moda.

John em fotos: http://tinyurl.com/5w82cs

Sutilezas

Caiol Guatelli/Folha Imagem
Caio Guatelli/Folha Imagem

A frase do dia está na Monica Bergamo de hoje.
Quatro patetas, mulheres/namoradas de investidores financeiros quebrados contam o que mudou em suas vidas. A frase escolhida é da primeira moça da foto, a de vestido branco.

FOLHA – Você conhece a “miniturma do polo”? 
MARIANA
 – 90% do mercado financeiro faz polo. Na crise, meu marido não jogou nenhuma vez. Custa uma fortuna. Tem que ter sete cavalos. Então, nessas sutilezas é que você sente a crise.

 

E para o blog não ficar ácido demais – que nem eu estou aguentando -, vejam o blog mais pop do momento.

barataobamaavi_obarata-o-bamapinkecerebro

Viste a barata, é só clicar no link indicado do lado direito do meu blog.

Ana Hashimoto Pessoa

[audio:03-mesecina.mp3]
Detalhe do pescoço de Hashimoto
Detalhe do pescoço de Hashimoto

Ontem recebi os resultados do meu check up anual (anual é forma de falar, porque ano passado nem passei na porta do médico – e esse ano já passei no hospital para tomar soro… Sinal que preciso me cuidar melhor). E descobri que posso estar com Tireoidite de Hashimoto.
Claro que pensei num distante parente japonês, que me deixou de herança essa porcaria.
Talvez um artista consagrado, famoso autor de mangás.
Mas não é nada disso. É só um médico danado que descobriu uma doença auto-imune, difícil de diagnosticar e que atinge milhões de pessoas no mundo todo.
Vários genes seriam responsáveis por esta doença, o que caracteriza uma Herança Poligênica. O problema é mais comum em mulheres (oito para um) e, na maioria das vezes, é causado por excesso de iodo na alimentação e remédios.
Em resumo: ou é uma herança genética, ou um excesso de iodo na alimentação ou um excesso de certos tipos de remédios. Seja lá o que for, esse negócio faz com que meu próprio corpo ataque a tireóide que deixa de produzir hormônios. Sintomas? Cansado, desânimo – ainda não aconteceu comigo -, falta de libido – socorro! -, e metabolismo lento – ou seja: engorda!
Enfim, pelo exame, eu tenho isso e não há cura. Agora tenho que fazer mais exames para saber como resolver o caso. Ou não fazer nada – e acompanhar com exames duas vezes por ano – ou tomar hormônios.
Tudo isso me fez pensar na nossa integração com o meio ambiente. Como não tenho parentes que notadamente tiveram o problema, provavelmente o excesso de iodo em nosso sal (para combater o bócio no Brasil, veja a ironia), ou o uso de remédios além da conta (para a presidente do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente, da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renata Waksman, os hábitos culturais, a educação, a falta de legislação e, principalmente, o fácil acesso às farmácias contribuem para o alto nível de automedicação no país).
Enfim… É para se pensar.

Mas… Vamos ver o lado bom: agora descobri porque dei uma engordada nos últimos meses. E a solução pode estar próxima. Claro que vou continuar ralando: as corridas de 7km, o pilates 4 vezes por semana… Afinal, não há hormônio (dentro da normalidade, é claro) que faça com que a pança e as pelancas desapareçam…

Nada que um sábado de sol, uma volta com a Alice, dois dias de bobeira não curem.
Rapidinho serei uma nova Isabeli Fontana. Ou Ana Hashimoto. Risos e mais Risos.

Ao ser assaltado, cuidado para não se matar…

urban2home

De manhã, CBN no rádio e o jornalista Gilberto Dimenstein oferece seus incríveis conhecimentos para o ouvinte…
Ontem uma moça de trinta e poucos anos foi morta com dois tiros ao tentar reagir a um assalto. Detalhe: ela caminhava pela rua onde fica a residência do prefeito de SP.
E nosso brilhante jornalista dá a dica: ao ser assaltado, não reaja. Pois os bandidos, nervosos, podem puxar o gatilho. E emendou um: “se a moça não tivesse reagido, a história poderia ter sido outra”.
Ca-la-ro!
Você está caminhando às 14h da tarde, num arborizado bairro de classe média alta, com um dinheiro que acabou de sacar (segundo a polícia a moça teria saído do banco). Aparecem dois sujeitos numa moto e te abordam.
Qual é a sua reação na hora?
Eu, sinceramente, com meu dinheiro suadíssimo no bolso, com minhas contas a pagar, não teria tempo para pensar. Teria uma reação quase que involuntária: tentaria proteger minha bolsa.
Num distante carnaval em Olinda, 1998, 15h da tarde, isso me aconteceu. Dois caras e um trinta e oito na minha cabeça.
Na rua, os blocos de rua cantando, distantes um quarteirão…
Eu discuti com o bandido, joguei minha bolsa no quintal de uma casa, ele ficou nervoso, o parceiro dele também. “Ô balancê, balancê…”Confetes… Gritaria.
E o cara fugiu. Salvei minha bolsa, meu talão de cheques.
Sinceramente, é de quinta culpar a morta. A culpa foi dela porque reagiu…
Alguém se lembra do Maluf? Estupra, mas não mata…
Dimenstein, nos poupe de sua “sabedoria”…

Uma coisa puxa outra e pensei no Michael Phelps.
Marijuana+Phelps=US!
Segundo o site G1, a Federação de Natação dos Estados Unidos suspendeu sua estrela olímpica Michael Phelps por três meses, nesta quinta-feira, depois que um jornal britânico publicou uma foto, na qual ele aparece fumando maconha. Além de não poder competir, o nadador também ficará sem receber o apoio financeiro da entidade pelo mesmo período.
Gente, santa hipocrisia.
No país de Timothy Leary, de Hunter Stockton Thompson , o pai do jornalismo Gonzo, o nadador recordista olímpico e ganhador de 8 medalhas de ouro tem que virar boi de piranha.
Crianças, vejam como é feio. O moço fumou maconha.
O moço que parece um gremilim tamanho GG. Viveu 23 anos numa piscina – deve ser uma uva passa de 2 metros.
E, finalmente, fez o que o pressionaram a fazer desde criancinha: venceu, papou todas as medalhas.
Agora, jovem, feio para caramba, famoso e milionário, ele quer festa. Passou dias jogando pôquer em Las Vegas, arrumou uma namorada dançarina-modelo-peladona, e foi participar de uma festinha numa universidade.
E o que os jovens americanos fazem nas festinhas universitárias? E os jovens brasileiros?
Atire a primeira pedra aquele que nunca tocou numa gota de álcool até ter completado 18 anos. Afinal, no Brasil, é proibido uso de bebida alcoólica por menores de 18 anos…

Será que estamos regredindo? Dos 70 para cá, estamos cada vez parecendo mais e mais com nossos tataravós.